Hoje eu me ornei... Coloquei os meus perfumes e as minhas joias... Hoje eu sou alguém... O meu batom está vivo... Suspira coração! Suspira com as tuas postulações, por que... ( reviver a saudade dos teus doces lábios, quando nos meus se encontram ) hoje eu vou me beijar! E as tuas vertigens se ebanizarão nos meus cândidos olhares!
Tu és o símbolo do meu desejo e eu nunca me contentarei, pois buscarei em ti a mais alta constelação do meu repouso… Para lançar os meus desabafos amorosos. A minha posição no teu coração é ser o teu artista, inquietante em instâncias, oscilantes e transfigurados em toques palpáveis dos meus lábios na tua pele.
Ah! Como eu queria...
Por que hoje eu tomei do teu vinho e extasiado me pus a te fitar... E vi o culto da tua dança, o louvor dos teus lábios e o fruto que fez nascer, no tálamo nupcial, o meu amor e graças será constante a Deus pela a sua bondade infinita da vindima, onde posso retirar dela o ar que palpita o meu coração. Oh! Amor! Eu diria: Substitui a vastidão do meu campo apenas com a única flor que embeleza toda a minha terra, onde será envolvente o domínio do teu odor sobre mim, tendo assim, períodos de latências aos lugares, onde o seu fascínio movimenta o sopro do meu espírito no oceano da gotícula do suspiro que desce pela a tua pétala… Levando-me ao percussor dos teus olhares.
Ah! Como eu queria...
Olhá-la outra vez e, certamente... Eu te diria:
Estou repleto e coroado de impulso e de paixão transbordante por ti... Um ritmo que faz dançar os meus suspiros, onde seus tons faz brotar músicas... Eu não páro de dançar e os seus semitons encera em mim o fim do cântico para depois, finalizado, acordo outra vez na reapresentação do seu novo inicio e sabor... E o meu único acorde é: Amo-te!
Eu queria se pudesse, outra vez, seguir lentamente na execução refinada dos teus gestos e com a ponta do meu dedo, refinado, delicado, tocar os febris devaneios dos teus pensamentos em proporções das batidas do teu coração, porque ele a mim te revelaria, as evoluções sutis do meu andar hábil pela a veia da tua pele, buscando enormes construções dominantes que se acham nas tuas fantasias...
Oh! Que estranha linguagem e incessante vem ao meu coração! O seu bater rítmico... O realce de uma nódoa doce do açúcar do teu amor... O clima mesclado com o teu olhar e o teu perfume, onde as suas raízes explodem no meu seio jubilosamente... Oh! Exaltação profundamente expressiva, extraída do fogo e da grande febre ardente do teu meigo olhar luminoso, onde o fogo do teu lirismo se dobra as exigências do meu espírito. Olhe-me, por que o céu é o fogo!
Regressaria outra vez no andar dos teus passos e me entregaria nos seus percursos, sendo herdeiro das tuas pegadas. O regresso seguro da fonte dos teus beijos e das virtualidades dos teus abraços… E, na minha tentativa de fuga eu seria raptado pelo o calor dos teus braços e ardência dos teus beijos.
Estremece o fundo da alma e comovidos
Assolam aos olhos lágrimas que vibram
Estremecem emoções que no seio se agitam
E bate, palpita e grita os abalos no seio sentidos.
Concede-me a imortalidade da tua canção, com êxito, do bater do teu coração que é ouvido quando, nas minhas intenções, são acionados para dentro de ti os meus olhares, desvendando assim, os teus labirintos...
Ah! Como eu queria... Assim falaria a minha boca:
Sorve o rondar da tua graça nas adegas do meu lirismo
Os constantes sondar dos teus vinhos na minha saliva
Eu bebo por prescrição médica dos teus odores
Representa o luar e as canções esclarecidas, realizadas na minha alma… Ah! Que atmosfera e mundo transfigurado, onde se busca olhares vazados pela a sensibilidade, instaurado em um espírito doce e suave...
ESCUTE-ME, Por que hoje… “ EU VOU ME BEIJAR…”
Enquanto isso...Eu ouço e tremo e perco o siso... Joe Cocher ' A whiter shade of pale...Puxa!!1 As minhas lágrimas ainda contém o sal...Que legal!!!
Que sobreviva este amor e possa fecundar
Doces olhares e um no outro possa confiar
É sacrifício a história, mas basta amar
Para a este odor verdadeiro no seio chegar
Abrem-se novos caminhos de conquistas... E que possa ambos um ao outro a cada dia se ganhar...
Esta semana certamente cruzarei do quintal da minha casa até o meu quarto, um belo umbral de barbante e nele pendurarei primeiro, os meus rins, depois as minhas veias e logo empós o meu coração. Farei com que as minhas vísceras virem liras delirantes, onde os seus sons soarão:
“ Cegos volumes da adversidade: frio e vento
A forma da luz de um céu sem vida
Alvos, ações e estúpido luzir da ferida
Involucro interno do amor sem sentimento “
Mas quero felicitar os dois jovens pela a bela ousadia de unir-se, assim diz a palavra: “Uma só carne” E, se por acaso, o meu dentista permitir, devo tocar a tal macha nupcial, por que, pelo que me consta é nessa hora que entram os noivos, onde os convidados permanecem em pé, para quê? Sinceramente não sei... no meu caso eu sei... Apenas para que eu não durma... Estarei esta semana bem sarcástico, onde a minha ironia ferirá a minha própria língua... Ufa!!! É bem verdade que os meus amigos sempre andam a pisar na dita... Falo da minha língua... E é bem verdade, também, que eu nunca a cortei, porque, eu também adoro pisar nela... Por que assim, eu sinto os meus sapatos e o gosto asqueroso da terra contaminada pela a falta do AMOR.
É moço Eduardo... Eu te ornei e fiz para ti um casulo de belos sentimentos, acho que ainda permaneces dentro dele a se debater para sair... Mas eu sou a tua terra e o meu grão de areia vai fazer ascender... Eu ouço a nossa música e os teus olhares me visita...Lembrei-me quando deixastes cair as tuas primeiras lágrimas e as minhas foram juntas... Queria te ofertar o mais sublime dos escritos, tecido pela a meiguice das nossas brincadeiras, mas, eu estou só e só fiquei moço...agora, eu tenho que me lavar...enxugar as minhas lágrimas e ir a tua festa... Vamos moço a tua festa, mas, por favor, toque-me por que eu fiquei sem braços, sem pernas, apenas com a última melodia, onde, quando nós nos olhamos, ela nasceu... Acontecendo que: Pai e filho se ganharam pela a simplicidade de um sorriso... Por favor, vem pegar, aqui onde foi a tua casa um pouco da minha saudade... Ah! Ia esquecendo, eu comprei uma nova guitarra, onde mandei gravar um coração... E um frasco de perfume, porque, quando estiveres tocando, a tua música dançará perfumosa... O coração baterá e é o meu: “EU TE AMO"
Eia! Sus! Sábado virá e lá estaremos para celebrarmos o teu enlace menino!
Eu sou o teu hospede... Teu templo e tua oração
Permeia ó amor teus triunfos, pois sou teu eleito
Predestinado sou às providências do doce leito
Levanta teu arco-íris como concerto no meu coração
Ordena o teu fluxo a uma sensível alma que é crente
Aos teus impérios e princípios dos teus instrumentos
Na abordagem dos teus gostos e dos teus ornamentos
Nas sensações e pulsações daquele que ama e sente
Revelas-te e cheio, grande de amor, serei a diferença
O mar contido com prazeres da tua eloquência
A incorporação afável do teu imenso conhecimento
Expressa teus atrativos, quero morrer na convalesça
No teu emblema e sinais que concilia a inocência
Misturado nos sabores deliciosos do teu unguento
Existe uma fantasia e deve ser recriada...
O desejo de unir-se a um amor eterno... O meu coração, ontem, pertencia à realidade, hoje, ele é dos sonhos...
Prisioneiro de uma Fantasia? Algo vacila e oscila e eu me pergunto: Terei dormido?
Abro os meus olhos... Construídos pelo o volver da dor... Lua, luzes e sombras…Emoções que se evocam no fechar das pálpebras... Mas olhos acesos... Que se desbucham nos contornos azulados de uma lágrima... Ar dengoso e sensível que me quer afoga em um fluxo de lembrança... Eu sinto... Eu assisto... Uma sombra tênue que cresce, alastra a sua ação interna no meu ser... Passos minuciosos com suas minudências de sabores impressionáveis... Domina, modifica e vira a página da minha alma... E eu estou cheio de AMOR, por que ela vem, me toca, me arrebate e soa a sua voz:
Fustigarei poder da divindade na tua carne sedenta
Justo mel que faz entreabrir a tua boca em risos
Leva-te-irei aos inteligíveis e dos meus paraísos
Os ventos que provocam ao corpo grande tormenta
Ah! Pedirei que me use e de mim também colha
Princípios secretos que sente tua alma que chora
Ordenando em ti o meu sabor, o vigor que aflora
Quando me pedes, me sondas e tanto me olha
Serei a liberdade da tua paixão que tanto te agita
A inspiração que sacrifica a vida pela a tua vida
Eu serei bem instruída no teu coração desiludido
Derramarei o ardor do bálsamo que tanto necessita
Dentro do teu suspiroso espírito será acrescida
Uma alma que tanto espera o sabor que foi perdido
Surgimento súbito de “ais” , onde é expresso o arfar de um coração que bate, corre, pára e depois os seus efeitos marcam no seu espírito a sua violência… Seus olhos querem vê-los, senti-los e acompanha-los ao céu de um horizonte que abre-se em uma nova vida e me convida... Ah! Exílio sem fim! Colhidos e recitados em versos decorados pela a saliva doce que anseia o seu mel. A objetividade do meu coração é a verdade da representação e excitação da essência que vive no meu encosto, em busca da expressividade, dos momentos que legislam, quando se quer amar... Assim surge a minha verdade: Eu estou cheio de amor…
Encontro um espelho... Será que ele emite os reflexos verdadeiros? Por que eu vejo através dele uma cega vontade... à falta, a necessidade, a sede de um olhar glorioso, cujo brilho transborda o lírico do meu amor. Eu vou ensaiar a minha voz para que ela se mostre com o franzir dos meus olhos e o entusiasmo dos meus pensamentos, oferendo assim, ao meu grande amor, a sua felicidade, porque meu coração é o seu púlpito e eu estou cheio de amor...
Ah amor@ Retoca em mim a tua maquiagem, por que a tua completude será a expressão dos meus sorrisos e a tua marca, a sinceridade, a tua perfectividade autentica do teu agir em mim... Espalhando as tuas flores de pétalas esparsas nos meus olhares... Ora, amor...! Simplesmente é por que eu estou cheio de amor por ti...
Aconteceu que,
a saudade me veio harmonizada, com seus belos acordes e eu pude perceber que nos meus lábios aconteceram tremores e abalos…Eu olhei a saudade e vi nela beijos bem dispostos, como se fossem diamantes enfileirados…Ora, dizem que os tais são eternos…São? Eu ainda prefiro aquilo que sinto e se agrega por toda a eternidade nos meus lábio… Que são: o sabor e perfume de um beijo…Entre uma eternidade sem doce, prefiro o teu hino, que arrebatou de mim, olhos arregalados que sussurram: "É um anjo que veio com a sua luz na minha escuridão!" Eu ouvi o teu hino, Ó anjo! E mais...E mais também...Como voastes... Eu também pude voar no céu da felicidade...Acredite... Eu te toquei, senti e pude sonhar... Ah! Que belas fantasias, ó anjo!Levas-me contigo e me ensina: Das tuas asas, voar... e dos teus voos, sonhar...e dos teus sonhos viver...
Achas-me, Ó amor...!
Por que,
Eu sou como a chama de uma vela...
A cada instante eu mudo de cor e a minha fagulha se mexe...
Eu sou a vela...
Que se derrete e aos poucos…
Ó cupido dos amores imortais! Estilhaça o meu olhar em estrelas e vem passear comigo, por que eu não te resisto! A tua lira é feita das constelações e sempre quando eu te olho volto a viver! Contempla, ó alma! Contempla o desejo iluminado do amor que me queima e faz flutuar diante dos meus olhos a tua flor enamorada! Imobiliza-me com os teus ardores e faz com que eu possa ler as maravilhas dos teus sabores à milhas de distâncias! Ouve, ó coração! Ouve o inteligível e o sensível dos domínios égides e distintos das visões do amor!
O meu olhar é suicídio por ti, ó amor! E imóvel, fascinando, permaneço a te olhar, projetando sobres as luzes das minhas fantasias as contínuas emoções da arte do teu sabor! Ó AMOR...! Faz-me sair deste mundo...! Faz pulsar todos os meus sentidos...! Cega os meus olhos e me transporta ao inefável e aos princípios dos abalos de outra realidade! Constrói em mim o teu reino para que eu possa alcançar o interno do teu doce adentrando nos teus cânticos e montes aromáticos dos teus odores!
Que bela influência das luzes dos teus olhares me transporta além das translúcidas claridades dos teus brilhos, da tua alma e virtudes! Alcança todas as instancias dos meus suspiros, por que o meu deleito reconhece em ti as aparições dos meus cansaços, quando em ti saudosamente penso!
Oh! Prelúdio brilhante, procedente de um gênero contemporâneo da inspiração dos laços que prende o capítulo de um amor que nunca mais se acaba! Achas-me por que eu posso desenhar com formas vivas as variações perfeitas do amor! Ah, elegante amor que são linhas vibrantes que cessam os
Primores dos entusiasmos e dos momentos sublimes que me concede! Maravilhoso!
Meus lábios ávidos de prazer estão em delírios e a voluptuosidade do teu cálice com a tua voz que soa duradoura e cortante me eleva a supremancia! Quero precipitar, ó amor! À luz da tua razão e voluntariamente dentro do teu inconfundível e tirar os teus conselhos, possuindo assim, todas as tuas qualidades e fortunas!
Apresenta o teu vício e as tuas ações por que serão perpétuos em mim as tuas marcas... Ah! Magias das virtudes que alcançam as doces meditações solenes e aplausíveis do corpo, quando sentimos que o teu remédio é o bálsamo da nossa cura!
Ah! Força irresistível! Inclina e executa o teu movimento! Eis o momento, hesitante… pratica-o em mim… Ei-la no seu ardor envolvente a me levar a sua beneficência e o exceder dos limites sensíveis ao rumo do meu coração! É um odor instrutivo, com o facho da sua luz a me levar pelos os seus modelos das suas aventuras!
Ah! Amor! Em ti estar o meu armistício
A cegueira da minha alma em ti se apega
O meu coração ardente somente se completa
Quando relembro no meu seio teu vício
Exponho claramente o nu do coração carente
Seus efeitos e ações nos lábios expressivos
Que batem e são trêmulos e são vivos
Como fantasias eloquentes de um adolescente
Ah! Elucida-me amor teu coração incógnito
A cor e a delícia do teu ímpar doce grito
O ar celestial do universo do teu desígnio
Oh! Liberdade…! É doce o teu constante fascínio!
O teu austero correr das invocações do teu porvir
Eu quero te reviver, ó amor! Coloca o teu anel de ouro e pérola na janela do meu coração porque, ao abri-la, eis que meus olhos muito se agradarão com a oferenda do teu odor, repercutindo no meu coração os entusiásticos e ensurdecedores vivos dos teus apupos que aplaudem os meus olhos de luz! A tua fagulha alimenta os estandartes que ornam meus olhos com os seus movimentos resplandecentes! Tinge as estrelas do teu céu do meu coração, fazendo com que o teu período seja perpétuo e a tua lua de mel eterna nos meus lábios...
Ah! Amor! Suspende-me! Incita-me! Transporta-me! Aos reflexos da tua lua e as belezas das tuas artes, cujos monumentos encantam o conjunto inigualável dos meus sentidos! Volta-me para as tuas recordações, porque o teu apogeu estar no tocar e no sentir do fluxo e refluxo das tuas sensações! Instrui-me nas notas das tuas confissões, porque eu tenho o cuidado e zelo em levar o teu nome, a tua sexualidade irrefreável da língua ao meu coração! Marcante é a tua vivacidade, movimentação, onde arranca a minha voz, tornando a minha língua melindrosa, fascinante e apaixonada aos gestos dos teus braços...
Confere a mim, doce amor…! A minha deficiência e aloja a tua capacidade, o teu tempo de renovo, porque assim, eu sairei por dentro de ti para transcender o meu espírito com o teu sabor e êxtase! Reconhece a tua visão própria, os aspectos da preposição comunicativa dos teus aligeiro passos adentro de um coração, por que eu pretendo comprometer os teus olhares, os meus gestos e o meu mover nas tuas consistências múltiplas, incessantes de ânsias e aligeiro
Instigante!
Toma nas tuas mãos meus últimos dias
Quero o teu sol, tuas estrelas e todas as delícias
Quero te sentir na claridade dos delírios
Beber do teu antidoto e navegar em todos os teus rios
Quero decifrar teus inquéritos e teus expoentes
Os teus textos com teus progressos presentes
A tua disciplina, capacidade e correr ardente
Abalando sistematicamente o fluxo da gente
Anda-te exaustivamente, sinta-te atraído no tributo
Na força ativa que produz modificações múltiplas
Nos dogmas procedentes da tua inteligência
Faz-me conhecedor do sabor que há no fruto
Palpitando teu mistério no ardor da temperatura
Ah! Labirínticos das confissões da minha língua
Instrui-te com o fruto do teu vício em meu ser
Germina visões, vozes no céu do meu viver
E jura ao meu espírito o teu amor à luz da lua
Põe em mim o silêncio exemplar do teu gosto
A lúcida lição das súplicas do meu esforço
Traça no teu dorso a sombra do meu esboço
Dando-me a tua figueira como o meu encosto
Oh, amor! Tens ainda por acaso o meu gosto na tua boca?
A tua nudez me sugere doce oásis de vicejo
A efetivação dos meus limites quando te vejo
São vários fatores que me levam ao ensejo
O além que sinto nas entrelinhas do teu beijo
Teu corpo oferece os ânimos que não secam
Meus olhares que doces e loucos esvaecem
Fantasias que emocionam e nos desejos crescem
Um círculo de sonhos e mares que me cercam
Há gênio artístico que confere a língua desejo
Um equilibro nas atitudes da boca que flameja
Uma vontade no espírito que se move e deita
O teu período me exorta e promove meu cortejo
Tremores, abalos no meu peito e que assim seja
O vício desta minha alma que solitária te espreita
És símbolo da súplica de uma doce seiva de asas
Dá à luz a uma mente que flutua cheia de desejo
Há um anjo que sobrevoa com licor no teu beijo
Fogo e tempestades que queimam e trespassas
Há uma levitação na tua alma sempre inquieta
Faiscas que explodem e nos sonhos imperam
A imaginação dos elementos que na pele geram
Sonhos eloquentes maiores de que um profeta
Há em ti um devaneio com a sua doce regra
Uma bela disposição poética na tua matéria
Incêndios que leva às inundações da guerra
Há voos e alucinações quando começa tua festa
Sentimento: explosões, vento e na tua artéria
Os mensageiros do céu no teu gozo te encerra
Ora, se o amor é líquido e cai
Dos olhos feitos sereno na madrugada, então...
Chora... Minha alma! Chora…
Por que a tua face ganhará um novo contorno e o levantar das tuas águas serão semelhantes às nascentes, onde nasce o líquido precioso que corre nas fontes cristalinas, e coeso será a síntese do abrir da tua boca a se apropriar do emocional da construção do teu coração, onde uma extensão de efervescência celestes e doces alcançarão, ininterruptamente, o fenômeno, a compreensão, a originalidade e o conjunto do compreender da tua duração inscrita nas quantidades das lágrimas, por que a tua coroa será cingida e o teu sucessor será levantado com eterna saudade… Assim que raiar a alvorada com a sua nova aurora.!
Chora minha alma...
Por que tenho esperança de uma restauração! Mas chora, ó coração! Chora por que o fluente do teu rio será arrebatado para um império superior à morada dos anjos. Chora por que um grandioso monumento será deslocado e levantado como um altar, onde um príncipe celebre erguerá de novo o seu reino. Chora, por que as lágrimas serão como orações e os tributos do seu espírito serão renovados e a minha alma desfalecerá, por que, a grande glória será alcançada e a sede do meu coração será também saciada! Atende ó lágrima! Atende os desígnios íntimos do meu coração e favorece o teu método preferível que é o teu tempero aos meus sonhos de um novo amanhã! Ascende, ó lágrimas! Ascende o céu do teu sabor e ache um eco em mim que possa ressoar a tua beleza e o teu cântico!
Ah fluxo líquido! Entrega-te ao êxtase e sacodem as tuas ondas!
Oh, meu amor! Ó lágrimas!
Manifesta o teu ser e chora...
A noite chega e eu saio a diligencia, no sótão, angustiado da minha casa, vagueio como forma de entretenimento para os meus sentimentos. A brisa da minha alma ressoa na minha face, mas aplico nela as asas elevadas e me deixo viajar nos cânticos que componho, embebedando os meus sonhos com as aplicações que tecem aos meus olhos do seu rompimento da dor e depois voo no seu levantar eloquente.
Oh! Minha alma, chora! E deixa Entrar pela a minha janela o concentrado do teu perfume com a representação da tua face... Eu tenho que usá-lo, por que os meus pensamentos se alimentam da liberdade e espontaneidade do teu agir...
Nas profundezas do inconscientes as sensações se expressam
Como: luzes que me revelam o teu cheiro que me circunda e faz gaguejos de desejos
É o misticismo do amor? Sonhos, paixões adjacentes da alma! O disforme de um gigante: O amor, limiar dos dramas, estudá-los? São vagas ardentes de um episódio para um espírito saudoso! É o gênio poético com tradução da língua com o seu gosto: Paixão de sangue e lágrimas com expansões para além dos limites sonhados! Devo escondê-los? Desvarios dramáticos, inspirações recônditas, confusas mas espontâneas ao um coração febril e trêmulo! Torrentes....O meu coração é um palimpsesto, um pergaminho, papiro, onde o seu trecho original precisa ser apagado para ser reaproveitado, por que o seu original dos escritos de amor encoraram-se nas intensidades do eu de um corpo que não mais fascina e nem tem mais o seu encanto.
Ah! Metamorfose! Sinfonia inacabada de um suspiro que a mim se revela a subjetividade das linhas dos últimos poemas e da transformação de um discurso, onde eu os assino com os meus suspiros e respiros, porque os teus sorrisos trazem o crescimento da tua alma a minha face...
Um torpor me envolve. Assim sinto e também mergulho em uma paisagem que tem a sua origem nos meus pensamentos e sou levado a um céu, odes orações… Como folhas das árvores perfumadas cujo odor descamba com notas doces! É um diluvio de odor enervante. É o pôr-do-sol que flameja na inundação dos odores! É um lírio ascendente! Sou um proscrito no teu templo, ó amor! Abri-vos o luminoso dos teus sorrisos e acordai o meu espírito!
Ó amor! Ó lágrimas!
Desvendas em mim o mar! Aonde andas? Não há vestígios dos teus passos
O teu perfume não mais emana nesta cidade
Paira somente uma ferida de uma saudade
Um desejo ardente do calor dos teus abraços
Aonde andas? Onde escondestes a tua face?
Sem o teu perfume morre a minha arte
Por favor, mande-me pelo menos de ti uma parte…
Aonde estas? Artificies e disfarces! Busco na atração exercida da lua aos meus olhos um símbolo… Inconfundível e que marcou o teu estilo na minha vida! Ah contágio! Foram fluídos expansivos dos teus traços, teores contínuos da rotação do teu alfabeto e do teu código no meu ser! Surgiram rápidos, eficientes, onde foram privilegiados os meus pensamento
Não pare de descer, ó minhas lágrimas! Deixai que eu sinta o teu último sabor! Ó meu poeta...! Não morra! Deixai gravados com poemas nos meus olhos e no meu espírito as tuas derradeiras frases!
Deixe-me chorar...
Então chore por que as tuas palavras serão reveladas nas tuas próprias lágrimas…
Sempre vêm momentos de um realismo de gênio
limites que se alcança com o coração emergente
Existe uma riqueza no amor e só quem sente
É quem tanto ama de uma loquaz forma ingênua
Há um domínio e a ele quem se entrega completamente
E dele se consegue seu intuito e sempre crescente
Aceleram os princípios ativos no interior da gente
Transbordam no seio belos desejos doces fluentes
E emana do olhar uma junção de sentimentos
grandes odores que nos causam renascimentos
O suave espírito quer viver esta louca ardência
E correm nos subterrâneos desejos dos pensamentos
Imensos, evocados sonhos com seus ornamentos
Deixando a alma respirar sua bela inocência
- De onde vens, ó vento! Pois sinto o cheiro do teu eu lírico dos campos! Eu sinto ejacular, através do teu respiro, a influência forte das reações dos perfumes! Pois sinto que traze em ti grandes odores das percepções diversas, que mesclam ligações constantes, estabelecendo assim, em ti, caminhos que se inserem a uma virtude, com teor, semelhante às vicissitudes do amor! Expande a mim a compreensão do teu mundo, porque assim, identifico o teu pensamento efetivo cujo ardor, denota aparições avivas da porção divina e celestial que é o amor! Transfere do teu céu, as tuas estrelas equiparáveis como as flores que se sustentam nos meus desejos! - Assim perguntei ao zéfiro que me visitou.
Disse-me ele:
-Vagueio além e dentro dos limites dos meus campos, imposto pela a circunstância do meu amor e zelo para com aquelas as quais amo. Eu sou possuidor da magia e dos prazeres envolventes. Cuido das minhas flores apaixonadas e em compensação, elas me envolvem com os seus ornamentos em formas de odores e desejos. Estreitos sempre os meus laços em ações benevolentes do meu amor poético e da compreensão de entender os sonhos, desejos e avanços que se deslocam nos corações femininos! E tu meu bom amigo, o que fazes sentado a beira do rio? Atiras pedrinhas na superfície das águas? Qual o teu intento em ouvir o borbulho e o afundar das pedras?
Faz coração a tua transposição estética
Atira-te ao inconsciente do teu desejo
Ergue-te na consumação eterna do beijo
Nos milagres de uma composição poética
Leva reflexão a tua voz, o discurso espera
O sistema audaz que a tua língua conhece
A subjetividade que no seio adormece
Os ricos variados odores da tua primavera
Desperta coração o sentimento do poeta
Os períodos férteis que unge a tua terra
A voz que denuncia teu elemento interno
Passa o teu cântico para tua bela ninfeta
E dentro do teu peito este fogo encerra
E viva tua constelação deste amor eterno
Oh! Disse-lhe:
Eu não consigo atingir a evocação dos meus sentimentos. Eu sei que eles gritam, mas sinto apenas os seus resíduos a implorar saudosamente. Aqui eu calo e faço o meu refletir, o exprimir e a confissão dos meus sentimentos! Vivo em um tumulto interno, vagueando! Oh! Tenho que prender o mundo que vejo e sonho na minha existência, porque, o seu efeito representará em mim, o despertar das doces visões que aludiam o meu espírito, assim sendo, terei a luz e os movimentos dos seus efeitos e doçuras no meu seio! Derramar-se nesta paixão incontida! Oh! Sou sonambulo deste amor, mas preciso do alimento que respira minhas narinas! As minhas pedras eu atiro para a consumação daquilo que não existe e os seus borbulhos me soam como socorro!
Pois eu, - Disse o zéfiro – passeio sempre nos meus campos, permitindo assim, que o artista em mim, se carregue com os seus princípios e a sua bela vocação de amar1Abrigo na minha pele, as expressões dos licores e dos seus processos, saem as transformações das suas linguagens e dos odores em amores! Os meus olhos se envolvem nas imagens consignadas que transmutam e tornam o meu coração sensível: A língua do amor, Onde se dilui um olhar e este é o meu caminho... Usufruir o espetáculo que o amor me dá!
Oh! Suspira coração! Respira!
Os olhares do doce amor! Atira!
Ao ardor a delícia da sua saliva!
O unir de um coração que aspira!
Deleita-te, ó coração! Na voz que emana1
Que prende corpo e alma nas suas chamas!
Entrega-te aos tremores que arde e chama!
Com seus abalos de amor pela a tua dama!
EU SOU DESEJOS...
E a ti amigo, eu quero revelar o meu amor e o seu andar: A sua velocidade, com o seu movimento sísmico, o seu arfar que vai clareando as pérolas da luz do mar dos meus olhares! Quero levar as minhas canções líricas À consagração que lhe propicia o seu doce e a visibilidade dos intérpretes que são os artísticos desejos que triunfam presente na voz que fala: EU TE AMO! Quero escrever os meus sinais naqueles que me ouvem e se apropriam do concentrado vertente divino e maravilhoso, que se eleva e sobeja refinado no gosto e cheiroso no odor que perpassam os efêmeros níveis dos sonhos e desejos! Atira as correntes da tua alma no auge do licor do amor, que serve como vislumbrações doces. Ah! Não atires as pedrinhas no interior das tuas sensações, pois elas se tornarão vivas e o borbulhar das águas serão para ti como gritos de deseperos1 Levanta-te do teu silêncio e sobre o meu dorso eu te farei entender que o doce do beijo estar no seu roçar e o calor dos braços femininos e, nos seus toques, a sua límpida paisagem não será um rio, onde se atira as pedrinhas, e sim, um vasto campo, onde se vivem beijos, colhem-se flores e abraços, e o seu silêncio, não permite a imobilidade dos corpos!
Há uma sensação que intensifica as nítidas expressões das bocas que acrescenta ao corpo os explicativos, como em formas eloquentes e completa da mistura de risos e gritos! Não sonhe somente solitariamente, desperta-te e sinta a forma da essência que completará os teus sentidos! As pedrinhas que lançam no desejo do teu rio, afundam-se e os borbulhos sobem, embriagando assim os teus olhos. Não acumule no fundo da tua alma suspiros e ilusões, acrescenta ao teu espírito a sensação real que testifica o teu corpo! Eleve a tua alma a manifestação das alturas nos voos que são predominantes quando a colocação de duas faces se contemplam, e uma na outra se fitam, de olhos fechados a sua beleza que eclode sabores quando semicerram-se as pálpebras e a escuridão se torna luz da claridade das suas fantasia!
Eu sou ardor por que tenho o perfume...
As suas evidências incontentáveis aparecem aos olhos influentes. O levantar profundo, esclarecedor e doce da extensão de um anjo na sua sentinela, onde se espalha dentro dela a grácil ingênua de um ofício na sua arte de amar! Oh! Regenero-me a última atitude de quem ama: Inegavelmente a troca da minha vida pela a sua morte!
Ah! Compreensão inexplicável das minhas forças!
Lealdade dos meus impulsos no meu viver!
Período que passo clandestino no teu ser!
Eu celebro o comportamento das orações que governa o lume e a fonte do coração, que se retrai e se contorce, com o frescor das suas palpitantes insinuações. Oh! Que belos e vastos campos sem limites produzem o sol, a lua e as estrelas! Afunda no seio a fertilidade dos abundantes frutos do oásis de minuciosas descrições e razões explícitas dos seus ciclos evolutivos!
Emudece, ó musa! Ao meu harmonioso canto!
Ao amor que exerce a sua arte com paixão!
Disponho em relevo tua face e o coração1
Elevo-o ao átrio de um olhar doce e santo
Este mês se levantará no meu seio as deidades insanas de um fundamento oblíquo cuja face se chama: ‘O ser humano” Vamos sorver o licor desta miséria e penetrar nos grilhões soberbos de um coração que se diz humano!
Vamos a um prenuncio de uma dor…! Sorvamos enquanto ainda temos lábios e línguas! É sangue ou tinta o coração que chora lágrimas extintas?