sábado, 11 de junho de 2011

DEDICATÓRIA: A MUSA POÉTICA

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Ó vertigem! No mergulho voo com as estrelas
Maravilhosas mãos macias me toca a face
Há luzes nas asas dos seus olhos vivace
E como  quero todos os dias e desejo vê-las
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Mordo a nudez da música que me causa 
Sons aos meus dentes que corta o aço
Olho-te! Fito-te! Ai Deus o que eu faço!
Com essa saudade que nunca passa!
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Doce musa! Finos e delicados são teus lábios
Onde ardentemente neles eu tombo e caio
Depois me levanto e tombo outras vezes mais...
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E bebo das tuas fontes e dos teus leitosos rios
Onde sou arrebatado por um grande desvaio
Usufruindo dos teus eternos beijos imortais...
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              A MUSA
Oh! Deixais-me te querer! Nasceram nas mais altas esferas do firmamento os meus olhares por ti! Eu suspiro e nem sei por onde ando! Vênus me abrasa e me revela o seu lado aligeiro, gracioso e dócil. A tua revelação é força e vida que inspira as fontes que se abrem no meu seio, quando te olho, organizando assim, os meus pensamentos e a vertente designado que é o meu coração, aproxima-se os teus olhares que estão incluídos na arte poética dos meus suspiros... Estridente! Multicor é a instauração da sublevação absoluta à razão do meu ser, imposto pelo o amor que por te sinto. Sou lúcido, quando, contigo estou... E o estilo dos meus olhares é percebidos, sem limites, quando, o prazer emana de ti e exprime a festa aos meus lábios e aos meus sentidos a aos dons do do meu prazer! Alçam voos os meus sonhos! Oh! Insulares azuis do céu e do mar... Por que infinitos são os teus mistérios! Abastece a sensibilidade, a estética e a memória que transformam desejos em indizíveis ritmos cadentes de gozos de sussurros...
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           Por que a voz da tua alma é a contestação ímpar da vontade do meu sonho! Ah, Musa! As epigrafes dos capítulos dos teus olhares me causam devaneios e eu quero folhear folha por folha os teus doces versos deliciosos e cheios de meiguices.

thumbnailCAXQZHTV           Ah, Musa! A perfeição... O céu, a terra, é o símbolo do amor à completitude da multiplicidade geradora da luz que atinge o maior ponto orgástico, sinal da alma e de um coração que compõe a perfeição, intitulada e purificada e não passageira, e sim, eterna do artesão que é o poeta. Ó súbita inspiração! Que prescinde de um espaço místico e purificador, ungido dos sabores de um coração: anseios e erotismos que povoam os ecos saudosos da inspiração e convertem em risos os justos pensamentos!  Ó advinda de um amor que injeta a exaltação da sensibilidade, onde o seu conteúdo revelador me faz renunciar o meu eu exaltado... As tuas virtudes profundas é o gênio das minhas estrelas, do meu céu e da minha lua que incorporam e asseguram o meu firme andar, suspirar, brotar e múrmuros dos meus lábios...
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              Ó musa de linhas românticas, coerentes e cúmplices dos meus gritos que soam, quando eu te vejo! Inserta em mim o fogo do teu prazer, por que a evolução do meu silêncio fará alaridos a minha pele que se contorcerá, ferverá e trará a presença do teu anjo preso para os meus anseios que se debatem e andam ao redor de mim...
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         Ó espírito feminino do intenso! Da imortalidade! Revela teu grande enigma, por que o meu é: O lugar... O paraíso dos meus prodígios... Das alegrias do meu viver em saborear da minha musa as noites privilegiadas. As linguagens do fantástico, do doce, do arrebatador e românticos sentidos que me afloram e rompem, quando o amor que faz o fogo me aquece, rompendo assim a doce paixão!
         Oh, Musa! As súplicas tem gosto do teus beijos que meus lábios fazem vígilias para a sua fusão: Lábios e bocas se conhecendo e vivendo o êxtase de um licor!


               http://youtu.be/kYJKaYlesBQ


          LUZ DOS OLHOS


Existem anjos que descem do seu céu, átrio e vem tomar a sua parte no coração daqueles que os chamam! Outros, mesmo sabendo que são amados, permanecem absortos, sorvendo os licores do amor que a eles são devotados... O meu anjo musa pertence à segunda categoria, por mais que eu a chame e implore a sua presença, ele: o anjo... Ela: a musa... Parece-me que dormes e não ouves os meus gritos... Cadê, ó musa angelical! Cadê a sensibilidade do teu espírito feminino, pois não vens a mim e nem mandas o teu sinal, tal como: "uma estrela caindo dentro de mim...!" E um olhar de doçura! Eu tenho te buscado e tu nadas falas...! Olhas os meus sinais, são decifráveis aos teus olhos e ao teu coração! Acorda, ó anjo! Acorda, e para isso... Tens que fechar os teus olhos e sentir dentro de ti os abalos que sinto pela a tua ausência! Portanto, eu também pertenço ao teu céu e contigo pernoitei quando ouvias e se deleitavas nas declarações ardentes do meu amor por ti...! Acorda-te e mandas o teu sinal, por que a luz dos meus olhos ainda é você!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

VISIBILIDADES: PORTAS E AR… ABRE-AS!

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     Disse o ser angelical:
- Duvido que me entendas? Mas é apenas para aliviar a minha revolta, por que eu sou anjo e a ti falarei com a tua língua. Vociferei ao vento do sul para que leve o que eu vejo no teu coração para o além das sombras, oblíquas e desvaliadas. O teu todo não será abalado; mas cuide-te, por que te sobrarás uma parte, e esse pedaço... Eu não tenho sobre ele direito e deveres...


Epifenômenos de uma incongruência discrepando
Do inarredável sintoma do teu ingrato conteúdo
A tua dominância é concepção do teu eu bêbado
Revelação da mórbida alma que fica te esperando
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Conífera é a tua língua, não tem  forma e donde emana
A tua arte postulada: Ideia do teu beijo é inconstante
O  particular é um impulso que te gela a cada instante
Fere o contínuo artístico do ser que se diz  humano
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Néscio! A tua satisfação rompe o meu doce conceito
Eu te vi e te contemplei nas orgias no teu afeio leito
Ainda hoje e nesta noite tua alma insana eu espreito
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A pressão é surda! Forças não produzem teus desejos
As tragédias: dores e sangue é o teu enlace por direito
Das bocas que a ti se  entregaram aos teus vis beijos!
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VISIBILIDADE:
   Portas e ar... Abre-as! E viva os teus sonhos! Eis a tua parte, por que eu tenho te acompanhado e muito anseio pelas as eloquências dos teus novos e doces sentimentos.
Uma penumbra... Um vapor... Uma nódoa de um perfume... Incrustado na carne... São elementos que enxergam os acontecimentos de um coração que espera... Um bater no espírito e um incômodo na sua quietude... A chuva começa a descer e o tempo é úmido nas pálpebras. Mas ainda é possível perceber nos seus altares: sabor e amor. Há diálogos iluminados com nitidezes de sons. O coração é um candeeiro, que clareia mesmo tênue, as correntes de uma noite dentro de um corpo...
Olhou-me e tapou meus lábios com seu selo.
- Oh! Parece-me oprimido com algo? Sussurra o último perfume sentido pelas as suas narinas. Ó luminosidade, vem para cá e se instala nestes olhares que anseiam as tuas luzes! Inebria-te e a inspiração é o teu pintor… Dentro de ti e na sala da tua sensação, renovará a tua tela e cada colorir dela te causará calafrios e insônias. A impressão é que o teu aposento falta o ar e o pintor assina a sua obra: “AMOR”
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   São abalos? Aconteceu contigo? São festeis as manifestações das atitudes inesperados do teu coração. Bebes-te do meu mundo e o protagonista te espera: realizações, revelações que te cerca. Pulsa-te a tua alma e se deixes ser levado pelo o ardor que anseia a tua existência. Eis que ecoam os odores que fazem a tua revelação. Debuxas-te a janela do amor e espia a sua essência que caminha rumo a concretização suprema. Deixes que ela penetre no interior dos interiores da tua alma e espírito que cantam e
nos obstáculos imensuráveis do teu anonimato...
Diluem-se a tua vida e este tribunal?
É um sótão sem saída e tão descomunal?
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     Oh! Mas tu és diferente e eu
Esclareço o teu incômodo, onde o secreto do teu processo é a falta em ti dos favorecimentos dos procedimentos do amor... Pois, ouça-me! Eu faço o teu retrato e traço o perfil da tua sede, e a sentença final é o retorno dos primeiros suspiros.
Eu me moverei em ti e os meus movimentos serão inusitados e o meu indicio é o assalto que faço ao teu coração. Oh! Comunicado mover das origens elevadas que revelas a condição maior no ser humano! Quero transpor os teus planos para levar o fluxo da tua essência à transformação da mobilidade que envolve o gosto do amor!
thumbnailCAXQZHTV                            Enigmático! Aprisionado por forças, enredado e assim eu consigo desvendar as necessidades de um espírito! Eu te julgo, por que o meu forte é o meu doce e a tua engrenagem estar  ainda inadaptada aos meus cômodos superiores , onde a minha organização emana o mel , experiência do meu maior poder , onde eles, às vezes, me subjugam, como somente uma aventura, mas eu sou o AMOR e quero que proves-me, assim, saberá onde sou capaz de ir e me afirmar... O amor renovará-te e depois, subirá tu aos meus aposentos e de mim  usufruirá e tecerá comigo o teu também gracioso mesmo AMOR...
Eu agito a minha tempestade e os meus furações agitam o teu mar... Acelero em ti as explosões do meu sol e estrelas com o disforme da tua necessidade.
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Eu sou força... Eu sou o curso das insinuações no teu sono... E rondo.... E sondo a influência das tuas necessidades... E sobre as águas das tuas lágrimas eu derramo o meu incenso... Abordo-te, quando começa a sair tua primeira estrela. Sou a vigília da tua respiração ofegante, quando me sentes. Instrutor do profundo! O meu diadema move o arco do teu espírito e faz tremer as bases das profundezas do coração. E nos teus lábios coloco o meu doce e pinto os meus encantos e freio a tua língua na tua boca, causando assim, a tua dependência constante. No teu peito, abro a perfeição do meu sentir e nos teus cabelos derramo o frasco da minha nova aurora sentimental. Eu me inclino com olhares brilhantes acima do teu coração e faço quebrar o vento tímido do teu hálito, e o meu universo, é visto nos olhos daqueles que me sentem e permitem os meus toques. Eu moro no sopro, nas vertigens, nas correntes, nos movimentos dos impulsos que me sentem. E ainda mergulho na música celestial do dos espíritos, onde as suas ações justificam os meus atos . Sou a visão que penetra e deixa em conflitos a  respiração e modo de se olharem.
    Ah! Amor! Eu ouvi da tua boca as primeiras declarações! Sou um mundo harmonizado e pouco explorado. Há em mim: poderes, determinações, representações capazes de sobreviverem eternamente…


thumbnailCANGPBJ7Ah! Róseo é o mel dos sonhos e nas suas águas se afoga a exuberância e a cadência da entonação de uma voz... Que trêmula, ensaia o seu profundo som diante do pomar místico do grande amor. Oh! Átrio colossal e majestoso! O espírito vive entre volúpias de um céu orquestral e labaredas que são constantes, quando se fecham doces olhos e em mim repensa! Enche, ó flor! Enche as tuas fontes e faz nascer o mar na alma de quem ama, por que o sonho quer ser o teu espelho e a alma aprecia o infinitivo das tuas águas e as tuas ondas. Ah! Mar! O moço que ama quer mergulhar bem fundo no teu coração; elevando o seu espírito, sentindo a pulsação das tuas entranhas!

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Eu sou força... Eu sou caminho e me agrego por uma espera e na sua meditação, faço levantar o zéfiro de um novo perfume. Exalo e faz sucumbir diante de mim o forte e o fraco. Tenho a essência que brota e permanece por toda a eternidade. 
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Ah! Os tons são acessíveis a face quando ri e quando, silenciosamente a sua língua desliza, eis que se cria um novo mel, onde se extrai um novo sabor. Ó cântico da luz que emana a exata conquista de uma paisagem! Sustenta-me, por que cortarei as estrelas do céu, multiplicando assim a sua quantidade a correr e iluminando a alma apaixonada!   
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 Ah! Mar! O moço que ama quer mergulhar bem fundo no teu coração, elevando o seu espírito, sentindo a pulsação das tuas entranhas.
Ah! Partículas que saltam dos olhos, quando agrega ao seio o amor que foi denotado! Habita, alinha e faz ascender às fagulhas que ardem em fogo e capta os movimentos dos olhares que atrevidos, rasga a lua de um amor sentido! Ó doce amor! Abre-te em múltiplas iluminações e te faça alcançar os teus feixes de luzes com as nossas mãos! Subjaz as minhas disciplinas, aos meus temas e aos meus atos, por que a minha temática é a fonte, o gozo e o diálogo que estabeleço no sabor da tua língua e no ardor dos teus olhos!
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  Eu sou a técnica, o inexorável, a experiência artística sem limites para o teu ser que vive nos movimentos únicos, sem musicalidade e com olhares singulares. Nada me esgota! Por que eu sou a imaginação, a passagem e a teoria que finca as finalidades do meu acontecer na tua vida! Eu sou a primeira voz que anuncia a transição dos novos ecos que permeiam as portas que se abrem... atingindo assim, a eternidades dos sentimentos!  Eu investigo e sou a testemunha, por que eu vejo e vivo e me agito nas línguas que se alastram com o meu açúcar incomparável.
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 Ah! O que insufle em um beijo? São vestes de lágrimas de diamantes, em um cenário romântico!


Retirou a mão que fechavam meus lábios e exclamou suavemente:
- Enche agora a tua boca com variações e danças, fazendo executar dentro do teu coração os suscetíveis sons, conhecendo assim, o teu primeiro amor. Faz os arpejos com a tua mão nas cordas de pérola do teu coração, onde o seu fluxo contínuo trará para ti, o suspiro do conhecimento.
Esse é o teu momento... O preceder... A eclosão da elegância que assolhará aos teus olhos. Bebes o seu licor e nas suas páginas alvas como a neve, data com flores perfumadas, os orvalhos que suspendem teus pensamentos e te causa a fantasia florida de uma melodia doce. Aspira a sua luz, por que o seu rugido é o respiro que romperá, cairá como uma gota congelada, e, ao quebrar-se o seu involucro, libertará a essência  que te levará ao êxtase divino da supremacia. Os orgasmos do teu espírito proporcionará a tua pele serena e convidativa, uma nova fusão das fontes dos teus sentidos e os diálogos da tua boca, onde a sua acústica é: MAIS... MAIS E MAIS... Ó corpo iluminado e desenhado pela a emissão de um desejo escrito apressadamente pelos os lábios! Partilha o profundo! O diferente dos teus licores e rompe os revoados sonhos que respondem a alma que chama pelo o deleito eloquente do teu exemplar ardor!
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   POR QUE
existe uma campa, onde os sonhos não são individuais... Onde o inconsciente se ocupa a voar em busca do seu atrativo e do seu sentido, cuja representação é coletiva... Dois seres, originando-se assim, a influência, a percepção e a síntese da memória que é tocada pelo o mundo interior que chegam ao seu doce...
E que se inflame e que se acenda
O amplo desejo da doce alegria
Quer seja à noite, quer seja ao dia
Que jorre o bálsamo na tua fenda

E que escorra o perfume da alegria
E cai a chuva em ti todos os dias
Sejam realizados sonhos e fantasias
No belo altar que antes em ti ardia
Que sejam eternas... Em ti a tua doce namorada e ela...
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Inquietas estás, ó musa!  Fazes  as tuas insinuações na atuação dos teus desejos, por que os teus ruídos ultrapassam as informações da tua língua que se desloca dentro da tua boca em um ritmo frenético e insinuante. Consta um cânone lírico de desejo nas recepções dos teus olhares. Ora, tomba-te diante  do romantico e inclui ele nos teus ensejos, por que ele será o cuidar e o vislumbrar das produções dos teus sussurros e tradutor dos teus movimentos por dentro de sua alma.
Olhou-me e fechou os olhos e disse: 
Eu sou o maior nível das duas línguas: Uma que pedes e a outra que traduz o meu gosto, quando me bebes. Por que os meus cortes são profundos e as minhas interpretações infinitas...
Essa é a minha melhor parte e a ti dou-a como forma elucidativa dos sintomas do teu espírito. 



imagesCAIL1JX2Esse é o meu melhor quinhão: é a atualização dos meus sentimentos que a ti repasso. São duas partes e a melhor é o amor verdadeiro pelo qual se é possuído e o seu controle pertence a um espírito fortemente predestinado.
A língua revela as visões e as escolhas anunciadas pelo o coração que se destaca pelo o seu sentir, onde as sugestões caminham pelos os seus sentidos que ampliam os olhos, onde o seu objetivo são as construções de um campo sem limites de movimentos!
Ah! Manifestado sentido! Atribui o teu processo. Expandindo-te sem alterações do teu gosto e se contrai no desenvolvimento de perpetuações aos signos do teu sabor!
Produz, permanece e conduz as sequências dos teus ritmos ao apaixonado, por que o teu evento é entendido… Quando se comunicam: olhares... Depois toques e por fim a interação que expressa atos e frutos de efeitos amorosos.
Deixo a ti a minha relíquia e farei movimentos no meu céu para que o seu infinito seja grandioso em ti... Por tanto, que seja a segunda parte do amor expressado aqui aquela que se sobressairá... Não te esqueças: Que venha o teu amor primeiro e depois vivas o teu primeiro desejo!!! 


sábado, 4 de junho de 2011

O AMOR: ORAÇÕES

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Sou orações doces, consequentes dos conceitos
Dos belos sentimentos, onde o amor te domina
Eu sou a  plena luz de uma estrela que fascina
Variáveis sussurros: método, distinções e preceitos

Eu sou a  emoção que rouba teu coração inteiro
As regras que abalam e vai pulsar o teu deleito
Uma lógica dos cânticos que saltam do teu peito
Fogo que te domina com seu ardor primeiro
Possuo a eloquência que propaga teus anseios
Grande  universo dos teus conjuntos e expoentes
Que tange o declínio dos períodos dos teus desejos
Especulo-te nos perfumes que vivem sempre cheios
Sou vivo e nas tuas sensíveis partes  quente
Nada impedes que eu tenhas gozos nos teus beijos
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à tona, à elegância carga simbólica de uma composição original, onde a sua tradução foi esclarecida, quando, naquela visão, penetrou-lhe no seu coração os primeiros atritos dos seus olhares com seus pseudônimos... Isso por que, o coração dizia: “é amor” o seu medo respondia: “é paixão”

Mas eis que a fonte de inspiração, aquela doce imagem de musa adormecida, profundamente humana. Arrebatou-lhe a visão em dúvidas... Era amor ou paixão?
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Quando me olhas minha face te revela
A sedução de um mundo que submerso
Anda a estrela e só com ela converso
Coro-a com perfume e ouro  sua auréola
Quanto me olhas teu signo é expresso
Escritas e inscrições no meu seio descem
Dentro de mim teus olhares sempre tecem
Um cântico como em forma de um verso

É o teu rastro que vem e me aperta no laço
E tuas pegadas dentro de mim guardam
A criação do paraíso que vem e abrasam
O que por ti vivo e dentro de mim  caço
Ah! É como o sol que sempre me aquece
E sempre ouço no vento a tua fala
A vibração do novo mundo que passo

O sentir do teu doce toque que permanece
Baste que me olhe e a alma se abala
Com o sinal que denuncia meu cansaço
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MAS É AMOR...
É a máxima síntese de um olhar consistente e coeso. É a compreensão que permite não somente visualizar, mas sentir a luz de uma mão maravilhosa, instrumento que domina a claridade dos desejos e que representa o nosso sonho.
               Eu demonstro a minha profunda entrega ao mundo exuberante e poético do maravilhoso sopro do mel do amor. Eu não guardo mais a minha voz nos infinitos dos silêncios, isso porque, há uma necessidade do meu coração em penetrar no cenário do teu céu sereno e dá voz aos teus ouvidos do teu existir em mim. Torno-me como uma evidência do sistema único da tua percepção...
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Oh Brilhante gênio e ardor da formosura!
Vem tocar as descrições do meu amor!
Afeta-me,  quanto  te olho não sinto dor!
Vem aliviar o desassossego desta procura!
E  lá vem a visão de um amor eterno. A passagem do perfume que começa. Uma imagem que a todo instante desce. O amor ficará e meu coração não esquece… Por que...
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Eu quero ser perdido! Eu descobri a doce aliança de ouro que floresce nos saltos dos pensamentos! Oh! É inefável! O poder... O fluir... O bater do crepúsculo do teu corpo lançado diante dos meus olhos... Um espírito que arde! Uma alma de fogo! Um desafio a ser identificado! Onde vai começar o seu primeiro movimento? Nos olhos? Objeto de contemplação! Nos pensamentos? Objeto de interpretação dos sonhos vindouros... Talvez seja na carne... A arte da forma direta de um gosto a nível sensível , onde o conhecimento atinge o imediato do desejo que se resume: conhecimento absoluto e intuição dos doces sentimentos...
Expressa... Apresenta as tuas fontes visuais aos meus olhos! Por que o teu gosto é reconhecido apenas pelo o olhar que faz a tua leitura.


Oscila-te e amplia as tuas fronteiras, por que o teu sentido final será? As lúcidas técnicas e gestos fascinantes, onde prendem os teus conquistadores, e o teu maior encanto é a sedução, sendo tu amor ou paixão...!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

O ÚLTIMO CÂNTICO

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Ora, acaso tu não vires até a mim … Para me ouvir falar de ti... As estrelas descerão... O sol amenizará a sua luz diante de mim... A lua se enamorará... Anjos tocarão variados instrumentos postados aos meus pés... Rios, mares e oceanos silenciarão as suas águas e os perfumes de toda a terra dançarão mais doces... Pássaros brincarão, rodopiando em formas de corações e as nuvens do céu se pintarão... E o círculo do arco-íris celebrará as minhas verdades... E a terra extasiada falará: “Renova-me com o bálsamo dos teus argumentos por que as minhas flores recolherão da tua boca o mais doce dos perfumes, e o teu hálito será a essência da sua delicadeza e inocência”
Portando, vens até a mim e eu te falarei e traduzirei o teu enigma e te farei: ! A mulher  que andará  pelos caminhos ardentes do meu espírito e conhecerás a minha forma de voar…! Vem, ó doce mulher! Eis que escrevo nos papilos e os atirarei nas correntes das minhas lágrimas e a ti levarão asas que te fará, também, assim como eu voar alígero ,entre o espaço de um suspiro que se sente  na junção de duas almas!
Ouves-me, por que a tua forma de andar será leve  para os teus pés.. Eis que estás a prova o meu último suspiro…que soa penetrante como a espada celestial, ungida pelas as dádivas divinas e ela trespassará a tua forma de mulher para a supremacia eloquente  de deusa que habita não só meu coração, mas alma, corpo e espírito que aclama por ti!
thumbnailCABZU98Z      POR QUE,
desta vez resgato o teu cheiro e assino as tuas interferências disponíveis na integra da minha pele e nos ritmos dos meus pulsares… por que, Enumerei o meu coração com cada fragrância dos teus perfumes e nas suas sequências, eu posso denotar pelo o meu primeiro cheiro o odor que foi usado quando compeliste o meu espírito e fez sucumbir os meus tremores...
Por que foram os teus olhares que
Fez inclinar em mim, as vocações manifestadas pelos os movimentos dos teus olhos que são espelhos palpitantes, onde afloram rios e mares retumbantes, voluptuosos e galantes...
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   Ah! Gigante olhar que brilha como um colar de diamante, onde se delineia uma floresta que ativa meus pensamentos e me faz andar por cada trilha dos teus mistérios!
Eu avançarei, incólume e decifrável no tocar dos teus
Lábios que são informativos aos teus sentidos e sensações, florescendo no teu íntimo, uma nova espécie de cântico sublime e magistral.
Concede-me o mérito de glórias as minhas mãos, por que elas escreverão na tua pele os embargos do teu silêncio, onde a tua investigação atribuirá ao teu coração os sucessores do seu bater, seu arfar e o seu deleito no sólio do teu prazer!
O coro será universal de todos os teus membros enrijecidos, aplumados pelo o aparecimento dos louvores dos teus lábios e o resumo de todos os teus abalos. Os ecos, se por acaso, as minhas mãos parrarem, sucumbirá o teu espírito, que extasiado, dotado pelo o aparecer na tua face das tuas curvas deleitosas, te levará novamente ao aspeto do gozo celestial que compreendia, quando em ti, minhas mãos caminhavam.
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  Ah! O efeito da tua beleza no meu coração, faz com que eu possa compreender e contemplar em mim a presença do teu doce… por que eu mergulho dentro de ti e pela a indicação dos teus olhares, eis que se entrega a doçura harmoniosa das encantadoras canções de alegrias que pairam dentro e fora do nosso amor.
Há  o sinal da transição da minha alma que elucida e incute em ti às lendas do teu céu amoroso.
O melhor órgão de expressão não é a minha boca e sim, a minha língua, onde o seu mérito elucidativo, penetra na tua frágil delicadeza com ares de aventuras sigilosas, mas que te elucida, onde da tua boca sons graves e depois agudos enchem o aposento do teu repouso.
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      Tu és a minha perfeição artística! A grandeza vibrante e variada de artes eloquentes. O teu mérito demonstra as tuas sagacidades! Seduz-me por que, corpos e almas são agora as nossas vestimentas, onde o sopro divino é a luz dos nossos entendimentos nas criações apaixonadas e imprescindíveis aos nossos ouvidos, quando nos olhamos e se concretiza a fórmula exata de dois corpos e apenas um ‘EU TE AMO’
Ó mirifica joia! No todo o seu artístico! Volatiliza em mim a sua claridade com as suas asas indomáveis, por que a razão do meu triunfo é a tradução do teu gosto e o sentir que contigo eu posso voar! Delatas-me ao reinado da tua alma e ao fulgor da tua graça e ao máximo da tua beleza espiritual.
    Oh! Doce mulher amada! É inegável sobre mim o conflito do teu doce e as inspirações que cede a tua forma ao abrasado seio meu que se agita embebecido pelo o teu andar!
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        Ó purpúrea rosa que goteja o seu orvalho e faz derreter o sol que me aquece em constantes calafrios! Ó Musa que traspassa todas as noites o meu jardim suspenso como em forma de orvalhos saudosos e me arrebatas e nada me falta ou sobras quando contigo estou! Realça, ó anjo! Realça em mim a tua linguagem cristalina e deixai que eu possa sentir o fluxo do movimento amoroso em mim!
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   Oh! Realce das minhas composições! Encontrados no teu modelo de mulher! Intitula os teus gracejos aos meus olhos, por que há neles mimos e graças! Ó sensível vestígio da nódoa do teu perfume na minha pele, onde o seu sabor elege a minha boca como enaltecedor dos teus novos aromas! Vens espontâneos, ardentes e empolgados de prazeres e desejos pelo meu ardor e me causa timidez diante dos meus prazeres que tombam a força da tua formosura!

Eu invado os teus sacros domínios e o ritmo da minha evolução é como um raio que corta o céu dos teus pensamentos, trazendo a tua  nova visão... ! A claridade dos arranjos das tuas fantasias. Eu evoco o teu inefável sentido que é o instrumento do teu sentir, onde o seu agir movimenta o realismo da reação dos teus toques nas significações da tua linguagem de sussurros!
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        Eu me deparo com a influência do artificio dos teus risos e dos teus movimentos, pois eles me ganharam, e os seus efeitos ofegantes e andar radiante, fizeram insinuações no amanhecer dos meus sentimentos que encontraram a veia de pérola da vida, e com suavidade, revelou-me o toque de uma luz a um cego que triste andou!
Oh! Luz do meu amanhecer! Eu te interpreto como simbolismo que suplanta em mim toda a vasta beleza! Oh! Bela alucinação, onde o teu respirar é a concretização do meu eu na harmonia do teu ser, faz-me  superior aos anjos e com língua que emana o doce do mel dos teus lábios!
As estrelas se multiplicam e ficam infinitas diante dos teus olhos majestosos, por que elas verem a agitação das pupilas apressadas nas nódoas das tuas lágrimas de felicidades! Que não cessem por ti os meus ataques amorosos, por que eu sinto em mim que possuo o teu coração e tu o meu espírito garboso e reluzente; como o ouro sardônico, tirado do seio dos teus perfumes, graciosos e doces! Servido à mesa dos nossos desejos!
thumbnailCALKBQY1Eu, nesta noite… As três da manhã… Não consigo dormir… Tu andas dentro de mim…respiras em mim. E, eis que cantam os pássaros da noite…O zéfiro sopra ardores e o céu fala que tu ouvirás as súplicas do teu amado… Este será o meu último cântico a ti… Olhas na tua pele o meu sinal , e, quando respingares a tua saliva, saberás:
                             “EU SOU A TUA VIDA”






domingo, 29 de maio de 2011

AO MEU CACHORRO

images Existe um soneto, no qual, esqueci o seu autor, o título e onde eu o vi, (isso é raro em mim, o tal esquecimento)Mas, como arde em mim a tal febre e isso é normal…Vamos aos versos dos beijos que transpiram sagacidade!
Por que é a estrela  meu diamante exato
Faço dela a minha adaga fria
Mato a lua que me mataria
Mato a poesia e logo após me mato
Arrasto os corpos para dentro do mato
E sobre o olhar atônico do dia
enterro os três e rezo ave-Maria
Depois escrevo um epitáfio e dato
E depois de consumado o fato
Corro e me escondo na sacristia
E ponho a adaga nas mãos de Pilatos
E durmo... E sonho e vejo no outro dia
Na abóbora da catedral vazia
Pintado a sangue o meu assassinato 
imagesCAFZP6H9        Ufa! Eu escrevo às regras de um ato que fará a sustentação do meu espírito (coitadinho dele!) e das suas asas que se molharam nas minhas lágrimas e por enquanto, fico saboreando os odores de uma noite que me trouxe cansaço e perguntas, tais como: “Pai meu, tu aos setentas anos, eis que se agrega com uma nova mulher de quarenta anos, e eu pai meu, não vi quando a minha mãe estava viva ( odeio passado, isso doí…)  os teus mimos, niquices que tece por essa outra! Por acaso, a saliva nova é mais doce? Ufa e eca para a geração humana. Disse-me ele: “ É a minha nova amante”!”.
Ah! A esperança no precinto e nesta alma agonizante...!
- É verdade? Perguntei:
- Meu filho é sim a tua nova mãe!
Ah! Assim ele disse:
- Eu sou demasiadamente humano!
             Meu Deus! Dizem os deuses que licores novos faz ascender ao seio à inspiração sublime... O que eu acho: Ora bolas! Falta de amor… ( raízes incrustadas nas fermentações da carne que hoje é tão doce!)  E aí disse meu irmão:
- “Deverás sim ir ao banquete do teu filho para que ele não te cobre amanhã!
Por acaso haverá amanhã?  (pensei) eu sou apenas licores extravasados; eis por que, colocara uma vinha apodrecida no meu cesto!!! Mas, retrucou a mim de novo o belo moço irmão:
- por acaso bebestes?
- Ora irmão meu (retruquei bêbado de insônias) bem sabes que o fretar do vinho me causa visões e se eu beber certamente voaria esta noite e aí, lançaria os meus raios de destruição na raça humana! A começar por mim, que padeço no doce ardor da instabilidade dos afeitos sentimentos!
imagesCAYSWBX7 As flores do mal… (Eu)
Mas, retrucou a mim de novo o belo moço irmão:
- Agora me escute, por que...
O meu ser transcorreu na substância de um século escuro e a razão do meu eu exato tornou-se um círculo de estrelas cintilantes a minha razão favorita. “As chaves do meu coração são diamantes e anda com os magos do oriente, onde os cânticos falam: Abre, ó vos portais celestes, por que a minha carne emana um novo licor genuíno e doce e, amanhã… Quando abrires os teus olhos saberá quem eu o sou...”.
A verdade é que meu irmão me arrancou e tentou me elevar ao banquete… Olhei-o e disse:
- Ficas comigo por que eu quero falar...
Sairmos os dois… Eu com a boca em fogo, construindo frase e ele, com a sensibilidade dos seus ouvido  a me ouvir até as quatro da manhã...
Dormi bastante esta noite, onde acordei às duas horas da tarde... Que bom! Pensei... O meu au au veio até a mim, olhou-me e rosnou... Balançou o seu rabo e aí eu pude entender por que
“Cachorro não chora...”
É frio e eu visitarei o silêncio até a conclusão vindoura de um enlace: sons e olhares que se perderam, quando fitei aquela grande noite e sussurrei: “ E agora espírito meu!”
Devo voltar para a cama e dormir por uns cem anos, até o despertar da última cotovia que permaneces na sua fuga eloquente...
 
untitledE quanto ao meu cachorro, neste domingo dobrarei a medida da sua ração, quem sabe ele possa me amar mais…  Emitindo mais: au, au, au, au eternamente, quando me ver… Afinal,
Cachorro apenas sente e não chora… Mas também, eles, os cachorros, rosnam...

sexta-feira, 27 de maio de 2011

A MOÇA AMIGA : SONHOS

imagesCA8UJOKPAcredite! Hoje eu estou chorando!

   Disse-me uma extremosa amiga... Onde vi a sua saliva doce com o meu néctar imaginário, mas sentido na sua face e corpo. Era como se falasse: “Vem meu amado...Por que a tua tempestade se faz soar por dentro de mim…” Pois eu te falo:
 
Usa-me como o doce batom da tua boca
O perfume que se agita no teu corpo
Como teus dedos que tocam o teu rosto
A fantasia quando fecham teus olhos
E falou a moça:


  - Cadê você? Onde está divino moço! Eis que me encanta com as tuas preces, deixando-me nua no teu santuário majestoso de flores! Ofertas-me de maneiras elaboradas, gracejos impares, que faz fundir meu espírito no céu dos meus pensamentos eloquentes que tecem por ti… AH! Moço! Tu me roubas e me rapta de mim mesmo, onde perco o tino... O siso... O caminho e destino! O que queres arrancar de mim, além do meu coração perdido? Assusta-me e me aperta, extraindo de mim, o meu sumo e doce! Queres, por acaso, me esmagar nas tuas mãos, necessitadas de um inegável e afável gosto de me ter? A tua grandiosidade me exaspera, tirando-me do chão e fazendo com que eu flutuo no fechar dos meus olhos...
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        Ó Alma virtuosa! Revestida das sensações superiores em espessas evoluções dos desígnios e dos trajetos da impulsão dos meus olhares! Ó espírito transitório dos fluídos dos eloquentes atos que são manifestados, quando trêmulos, os meus olhos penetram nos segredos e domínios das constituições dos teus sentimentos!
Eu sou para ti a partícula que se revela a este teu mundo... Esvaio-me na tua boca em fumaça de ais, composto por turbilhões de gritos… incessantes é o meu pulsar em ti… É vivo, se agita, se move nas virtudes da tua pele que mantem a sua atração extrema no sangue que evoca as agregações da realidade que comanda a tua vida.
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Que doces beijos são incrustados nos meus lábios, quando fecham os teus olhos e os teus abalos me procura, celebrando assim, a bebida da tua saliva na tua boca, alargando a visibilidade da tua pele com referencias para acelerar correntes também do meu coração e da língua, ao receber o teu vinho promissor, cujas correntes efêmeras tem sabor do teu corpo... Oh! Que faça circular nas minhas veias a seiva do teu pólen e um corte na minha carne faça jorrar o fluxo da tua embriagues. O meu olhar é transgressor e eficiente, vigilante e cheio de desejos.

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   Aos sonhos moça

 Oh! Que belo véu com as suas estrelas... Que belas várzeas e campas, onde o indefectível se agita no teu seio a flor do viço... Que bela extensão variada é a juventude autentica dos coletâneos dos teus sentimentos: Tremor... Abalo... Calafrios... Pulsações em um só conjunto: "O TEU DOCE AMOR” E em ti o amor é desenfreado e sucumbe ao mortal transgredir do teu espírito. Em ti se faz cessar a tua boca, quando o teu amante, de modo igual ao teu e idêntico, também aclama por ti, como um hino. Estabelecendo um diálogo por dentro de ti... Ouça-me por que vou andar pelos os teus sentimentos e o teu moço se firmará na luz dos teus olhares...
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     Ó deusa invocada pelos os meus suspiros, a pedido veementemente pelo o meu coração! Ó flor de Afrodite! Efêmero anjo coroado com ramos da juventude! O teu coração persuade e cede aos teus mais íntimos desejos e o teu amado se entrega as reminiscências dos teus beijos, cedendo assim, também, aos ensejos das bocas que procuram e desatinam com o fervor do fluir das vicissitudes dos ardores que correm reconditamente... É incendiador o fogo que navega nos secretos dos teus desejos, por que eles são construídos pelos os impulsos dos teus olhares e ardência do teu querer...
Quero incendiar a tua consciência e fertilizar os sonhos que se abrem no teu seio. Há uma gota do teu suor na elevação dos teus lábios; onde o buscar da tua língua sente os ventos trêmulos dos teus abalos.
 

pai_olhando_filho_mimindo   Oh, moça! Temos que nos ornar: Tu para receber a profusão de licores e perfumes... Eu para sorver o bálsamo salgado. E hoje moça... Nesta data me olho e descubro que os meus sentimentos são sensíveis como os teus de mãe.Espero moça, que hoje, o meu esposo ( não teça pensamentos sombrios)não me chame de “bonitinha” Será por que estou a perder o atrativo dos meus olhos? O que eu sei, quem sabe? Quando eu estiver escrevendo, triste e, eis que, soa ao meu lado, a leves passos e, aí eu me viro... com lágrimas nos olhos e uma suave voz corta o ar e o meu coração:
“ – O QUE FOI VÔ...? ”
Apenas rio e penso: Será diferente meu pobre filho querido a tua vida?
“Deixamos para a sua posteridade as marcas do seu presente”
 
E, nesta data, sábado 28 do mês de Maio, afastarei-me e tomarei a minha ponte levadiça, olhando a ruína do meu castelo e também a espera do meu soldado, quem sabe… Ele venha ao meu encontro, correndo e dizendo ávido:
“ – O armistício chegou… O armistício chegou meu pai!”