domingo, 2 de julho de 2017

SOPROS FILOSÓFICOS


Sopros filosóficos
(criatura humana no seu desumano. Ou será desumano no seu humano).
Acessar o alçapão da discórdia,
 e no estigma da sua idolatria fazer adoção fervente dos lábios que se embebedam do fogo que enche o coração, e onde a insigne fraterna da perpétua memória enlouquece o sangue que palpita vida, e que mesmo preso na marítima doçura das manhãs une os pontos de adoração ao AMOR.

Colar os ouvidos nos sons do coração 
e se deixar flutuar pela a sonoridade do espírito, e na sua força transgressora obter a identidade dos seus voos celestiais, extraindo assim todas as passagens ilustres para obter uma a uma as suas canções, e dos símbolos das seções de todas as páginas suas que faz sonhar o coração voar na sua bela paixão.

Porque as cores do AMOR cheiram e a sua
claríssima tonalidade é uma exposição consagrada, e onde os raios inéditos dos primeiros desenhos do seu SENTIMENTO, e que também ao  luar se abrasa com o sol das suas aventuras, e justamente na junção dos lábios que se beijam em busca de um 
sopro prazeroso.

Postular uma mediação sensível
 entre o cheiro soberano de um perfume ímpar e a mistura dos olhares femininos, e que esses transitam por todas as pálpebras fechadas, e depois aprovar do seu elo submetido
 ao seu odor.  

É UM SONHO!

Certeira e bem evoluída imagem que 
abrange um período solitário. A somatória das dores em um critério absurdo, e onde as suas elevações doídas causam o movimento de loucura na alma humana, e onde a apoteose dos seus gritos descamba e circunda inundado de sofrimentos. A tecerem sobriamente o sentimento que em trânsito vegeta para um mundo de espanto.

Quantas dores marchetadas 
dentro do coração, e que sinistras nos seus ritos esmagam 
os brasões da esperança!

Assoviar a arte absoluta e deixar que
 nela perpasse o tributo colaborador da honestidade, e no efeito encantatório dos seus passos ardentemente beber a certeza que o seu pórtico é um cortinado troféu que encanta os olhos, e que o intermediário que se aloca no seu conceito de admiração arranca os belos apupos das mãos que se entrelaçam cheias de amizade.

Resignada a raiva na face transluz
 a luz, e que no vestígio da sua sombra sempre elabora a volúpia solitária, e onde a morbidez e o vício é um espetáculo gracioso a soberba do coração que através do seu próprio gesto de amargura não disciplina os seus sonhos.

Somente eu amarro às costas o 
saco da desilusão, e mesmo assim aponto para o céu a elegância do meu gesto de desespero, e exibo a lua o belo movimento virtuoso do meu olhar enamorado, e mesmo na dor fecundo um riso para tornar visíveis as lágrimas que me afoga por dentro.

Que belo esboço da alma humana!

 A teoria sem conspiração de estranheza 
e com suas linhas de conceitos duvidosas! Identidade de tensões e denuncias contra a si mesmo! Porque o menino chora mas continua a fazer o mal para alimentar o “Vitupendo das suas carnes”, e as afecções dos temas da sua alma se tornam o desejo absoluto da vontade. É onde a consciência do seu todo já não mais acusa o principal membro pecador do seu corpo.

SOU CRIATURA!

Provocações que suscitam interlocuções
 entre o olho direito e esquerdo, e onde também se diverge a luz das pupilas, e que também onde uma boca faz careta, a deitar-nos a língua cujo membro no passado fez declarações de amor, e hoje ambígua discursa sem medida o complexo imediato da sua ruína.

Oh, meu Deus!
 Onde ficou perdido o meu raciocínio? Será que a minha percepção é cômica? E conflitante o áspide da minha ironia? Risos incongruentes com pulsos contraditórios? Turbulento clima propício à instauração do mau humor? 

Que belo antimundo dissonante, 
ambíguo e exótica temperatura do seu ambiente, e onde a estufa da sua maldade é o ambiente exato para suas crueldades. Moléstias que se alastram nos meios das pilhérias, e que com os seus chistes de anedotas arrastam um corpo, e que depois mata a alma.

As forças que foram ativas e que 
agora se mobilizam. Uma visão perspectiva que agora se ausenta ampliando então o diagnóstico dos ritos hierárquicos. Inacessível revelação de uma “figura” que se consagra a si mesmo, e que afigura no fundo de um coração profano, nos olhares ocultos onde dissimula
 a falsa amizade.

Emergência! Emergência!

O golpe agudo 
da consciência acusa o profano, entretanto as suas afecções são acentuadas nos seus instintos e rompem 
a inocência. 

Vulnerável momento de insanidade,
 e que na comunicabilidade de uma insensibilidade se constrói inúmeros conjuntos de abalos, e onde a sua potência projeta o ser a quem ele realmente é.
QUEM ELE É?

 Buscar uma identidade que não seja falsa,
 e sob a sua égide usufruir dos poderes de criações exemplares, e nos contratos firmados da sua sabedoria ver o seu mundo em movimento superior, e bem presidido dos seus eventos divinos, e na plenitude conservada e estável do seu campo límpido obter um vetor ímpar, e que obedeça a um justo olhar soberano, e sem falsidade, e assim tecer depois o caráter perpétuo da bondade que é capaz de fazer confidências sem mentiras. Porque não foi retórica a resposta da ignorância da tua língua, e nos caos da arbitragem das sequências dos juízos da tua corte foi infecundo o falatório da TUA BOCA.

Sublime sensação vigente e de 
conceito excelente. A transitar por dentro da gente, e sem rupturas e acusações ao um coração que tudo sente.

É MALDADE!

A face de uma confissão que 
na interrogação do seu reverso chove angústia mentirosa, e onde os elementos da produção das suas falsidades produzem argumentos tão pobres e banais, e que buscam confundir o belo inocente que presidi os contratos que foram firmados em cada parte das verdades 
do seu corpo.


 E como emanam secreções de
 insensibilidade profundas em cada réstia dos passos
 das suas mentiras.

 O conjunto dos seus sentidos com
 todas as visões profanas, e que não respondem pela a porção mais importante do espírito, e que vegeta submissos aos efeitos de um mundo que somente conjuga falsidades e mentiras.

O avesso da trajetória de um sorriso
 que não guarda em si o movimento artístico da verdade, e que ainda se rodeia das futilidades, e onde a sua metáfora desencantada amarela os seus dentes, e que depois caem pelas idas e vindas das suas IDIOTICES, e onde também o contexto das articulações de todas as suas mentiras se inscrevem nos desastres medíocres das suas infidelidades.  

Oh, inanimada Vênus dos meus sonhos!
 Principio das volúpias onde a força determina o bravo do néscio! Porque me golpeia, e também ziguezagueando o casulo onde me escondo? E GIRA SOBRE MIM etéreo caos das memórias sem fim! Inquietações duradouras e bem lendárias das tempestades sustentadas por um imenso cálice de magoas! É onde engole a mente que rufla os leques mágicos da santidade!

Por que voas atrás de mim? 
Pois no envoltório período que passo como lavra é
 mais doce do que ser humano?

Essencial e desarmado o olhar aparente
 das razões nas desolações sobrecarregados, e que são momentos plantados da tal infelicidade. Irredutível figura assombrada e mortífera curiosidade que se cruza com o imperceptível 
desassossego extraordinário.


E como dói sem fim o 
engenhoso estado de um fado que chora na vivacidade mortífera das acusações de uma alma sem felicidade.  

Divino céu elevado de firmeza pura 
onde o albatroz voa rompendo os ares, e além dos espaços que permanecem nos pensamentos ele rasga potente o seu tempo, e as ondulações das suas emoções extravasam as palavras dos versos, e onde se equilibra o vivo do riso, os afrescos estilizados das suas memórias, os gestos sem máscaras de todas as suas vitórias.

 A palpável vivacidade da personagem que
 alimenta o vívido ardor dos seus seios. Uma dualidade homem e amor, correspondência ritmada do projetor ao criador, e que no principio rege o nascimento, e com belos ritmos e símbolos que versificam os lugares dos olhares, e bem subterrâneos se convertem e se ramificam depois pelos os lábios o outono QUE FLORESCE o AMOR.

Oscila o equilibro dos pilares
 da existência onde nas suas correspondências a analogia se baseia apenas na aparência do mundo, e assim se subleva a revolução da espera que se agita dentro da ironia. 
É onde ficam VAZIOS os sonhos da vida.

Que bela tentativa de resgatar
 os argumentos que foram manifestados na inocência! O protagonista foi frustrado e recostado a consciência picada por um fatalismo desejo que não corresponde com a verdade. O ciclo que se opõe à vida e tece  resíduos de infelicidade a calada alma.

Os fulcros efetivos da efetividade
 que se deslocam pelos os sentidos, e que na fruição do jorrar da sua simpatia se tornam uma ação de encantamento, e que predominantes e bem elevados, cheios de entusiasmos com suas matizes apaixonadas, impulsionando o espanto para fazer jorrar o elã do pathos, e que faz despontar depois todas as expressões de admirações que brotam dos sorrisos.

OH!

Escrito está a minha confissão nos
 elementos da minha angústia. Nos passos alargado dos meus pés, e entre a cabeça e pernas, e na produção dos movimentos da minha língua, através do contato dos toques das minhas unhas, e no superior plano dos argumentos das minhas palavras.

 Porque não são provisórios em mim
 os contratos das causas "Mortis" dos estados vazios dos olhares, e que esses fingem suspenderem o armistício que fora alcançado com muito esforço pela a minha alma. Isso porque o transeunte que sempre me acompanha nas minhas viagens tenta no seu movimento perpétuo me atirar no mundo da conjugação da sua DOR, e ainda eterna, e enlaçando-me no seu tempo sem caráter, incógnita lesão, e onde na sua transação se publica um dilúvio de lágrimas. Sagazes fluxos que não reagem às ações de erupções do choro da alma. Porque o nível da matéria declina no seu cárcere, e o átomo que abre a passagem para a respiração das narinas morre lentamente dentro da prece laica de uma boca enfadada.
É que no cérebro existem duas metades!

A penitência dos níveis sombrios das
 maldades, e bem consoantes na formação exemplar da sua unidade árida de amargura. A atuar com o seu material no articulado universo das suas mentiras. Contradições imemoráveis das suas falsas alianças fantásticas. A explicar falsamente a origem de um sentimento macabro COM O SEU trovejar de cólera e bem entre pedaços de loucuras.

O louco a ceifar em si mesmo as suas próprias ligações.

Um corpo entrelaçado com as tatuagens vivas
 da vida, e que na emergência do pouso da ÁGUIA, o vidente lança o vínculo da sua carne no esconderijo para que a ave não sinta o visível e tocante odor da sua carne, pois a percepção da ave voa no estatuto vivo e loquaz de toda a extensão dos olhares, e o fenômeno de significação da sua vontade ela leva no bico.

“O bruto selvagem silêncio da morte do seu mandatário”.

Alcançar integrado a eles as grandes sucessões
 dos sonhos, e que na vigência os seus tresloucados axiomas, entram-se no seu camarote e ficam à esmo pintando as suas fantasias, e bem dentro das suas ilusões vazias, encalham-se padecendo sombriamente sem fôlego da grande utopia que se alarga na mente ardida.

A totalidade imediata de uma lógica 
que se esbalda com o universal mediador do coração, e que no seu modo rigoroso traça para si mesmo o doce, e enquanto se dissolve depois o sal retirado da sua ligação particular com o mundano, e bem aconchegante para assim não se tornar oposto o seu mal.

Ah! O “eu” Percebendo o momento 
sensível da parcialidade da sua consciência. A reconhecer o senhor dos movimentos soberanos, e que faz confidências ao perambulante desejo que sofre fricção da sua vontade, e assim espalhando o calor absoluto para fazer chamejar o luzir da matéria pelos os ardores eloquentes dos seus atrativos beijos.

BOCAS PROMETEM PRAZERES!

Porque teu nome está em cada sílaba que
 pronunciam meus lábios, e os sussurros dos ecos do meu AMOR são retráteis no silêncio da minha boca. Folclórica imaginação que tomba nos atritos da consciência para falar que te ama, e que no autêntico disciplinar de uma língua se confidencia a sua bela
 e doce paixão.


Pois o instinto pinta o modelado
 ardor cheio de energia, e que bem disciplinado garimpa o complexo dos impulsos dentro de um coração apaixonado.  E assim se deixa perturbar com os olhos enamorados.

O modelo das metáforas que são
 agregadas nas características sensíveis e inteligíveis das misturas dos sentimentos, e que na construção do seu campo amoroso traça as suas belas figuras românticas, construindo assim o seu belo psíquico com a fantástica visão do realismo do seu céu com o seu arco-íris.

Porque a identidade e a multiplicidade do 
AMOR se quebram em pequenas unidades, entre abraços e beijos para depois formular o seu uno, e com o seu andaime alcança a intuição que se composta com a sua bela química, e na instauração das qualidades da divina alma que abre a sua porta de comunicação, projetando assim a sua delirante república de eventos sentimentais.
 
  Pobre Tristão! Cadê a tua Isolda?   

 Cogitar a eterna felicidade quando 
o respiro na existência é precoce. Entretanto não é delírio sonhar com ela para assim preencher o vazio de quase todos os dias que vêm mascarados. Coração com inúmeros sorrisos malfadados, lutando no cotidiano dilacerado, e entre máscaras e sorrisos de falsidades, e sem imprimir aos lábios o doce cândido da felicidade, e sem despertar o extravasamento dos risos para assim compreender os equilíbrios do espírito. Tocando o belo instrumento de sinceridade para despertar a paixão, e bem aludida da musicalidade e efeitos das emoções.

Cantar o significado de ser a música
 ouvinte de si mesmo, e assim dedilhar o instrumento frágil da alma humana para poder ensaiar uma dança que extravasa as sensações, e que promove a partilha emotiva do seu coração na entregar da sua carga sentimental de beleza, e que no seu universo humano possa compreender as angústias e tramas da infelicidade, e assim não mais perguntar sobre “as coisas” bordadas de lágrimas e sofrimentos, porque incita à alegria a abundância dos frutos que são estranhos às maldades, e que diante do licor ingênuo pululam pelo o engenhoso coração, e que esse se lança no seu saltar de confissão íntima para o arrebatamento dos risos.
Oh! Que belo dispositivo complexo, e que através dos monólogos quebra meus ossos e esses viram pó! Assombro-me ao lembrar o nome de um provérbio que golpeia a minha língua e faz enroscar nela as preocupações da minha alma!

E como se enche o zéfiro de um frescor!
 
Os vínculos que foram deixados na
 minha face, e bem quando as lágrimas saltaram dos 
meus olhos uma a uma.

 tristemente pintou a música da despedida,
 e o sol férvido da partida da separação brotou insólitas tonalidades na tela da minha visão. Porque as cenas de amor foram reduzidas e nas dores aumentou o aperto do coração, e mal resolvida, e intenso tamanho de um martírio tem apagado a bela luz que um 
dia me deu a vida.

Seguem-me as expressões sem ordenanças
 e sem a acentuação da alegria, e a exaltação em fuga agora é êxtase do vazio onde se desloca atípico um verso que me faz ri.

Hipérboles, paradoxos e sínteses sem 
equilíbrios, sem formas e sem estruturas de um sentimentalismo no seu concreto, e SOMENTE agora abstratíssimo, e onde se mesclam mesmo às escondidas as duas formas do seu riso.

UM LADO ALEGRE O OUTRO TRISTE!

Uma costura onde se cruzam poucos sólidos
 os nós, e onde se faz maior a ruptura, partindo os pontos dos botões feitos de algodão, e bem manchado por uma afirmação de negação. Diversas contaminações sendo fechadas pelas as mãos.
Foi tão forte a DOR!
Acredite!
Tudo isso é um não ao AMOR!

Acometido de um mal e com o seu
reflexo em transe. A desconhecer a florescente primavera que NA VIDA já não mais se faz presente, e assim, ausente, ainda se envereda a se perder nos pensamentos, e bem sombrio na interpretação dos movimentos. Um juiz estático a julgar um coração perdido nos seus lamentos.

PENSO NELA CONSTANTEMENTE.

Um Mar presente do passado a derramar
 sufocante água desesperada, e que sob ela o cisne desliza arfante. A flutuar à luz festiva que ativa o céu, e onde um anjo garboso celebra bem nativo as mais ardentes e belas variantes canções delirantes, e com suspiros feitos MONTANHAS que amontoam na proa da nau que navega no coração do SEU AMOR.

Alinhadas estrelas golpeantes dos perfumes
 que rodeiam os símbolos esplendidos dos olhares que se 
deitam. 

Incendeiam seus voos misteriosos 
que latejam vultos soluçantes das paixões que queimam, e que reinam nos lábios os ardores dos beijos. Acesos desejos que vivem ao som de um abraço e que soluçam em busca de paz.

 A síndrome de um olhar acelerado, 
irreverente, e que é bem alimentado pelos os pensamentos sóbrios, e com o seu conceito dentro da vontade dialética, sem a tragédia, mas com a evolução dos conceitos das doutrinas de forças e belezas dos seus sentimentos, e que na origem da sua ciência filosófica reativa as grandes transformações dentro do seu belo coração. 

Aparências e máscaras?

A negação das forças reativas,
 e com o seu longo niilismo, e ainda sobrecarregado das mentiras, e que atravessam os perigos da oposição fantasma dentro do seu duende, e que se julga engraçado, e bem variável no seu ateísmo que segrega o polêmico preço da falsidade.

Afasta-te de mim!

Estranha proporção te enche a carne!

 E os pedaços da tua pintura 
rupestre caem diante de uma fulguração bandida do teu egoísmo. Isso porque a escolástica que tanto sondou o sistema fenomenológico das combinações do teu espírito se dilacerou, e mediante a aliança que foi rompida pelos os teus pecados, e sarapintado pelos os maus compromissos da tua alma, eis que as denúncias das mistificações negativas da tua mente sofreram desvalorizações, e toda a pobreza do pessimismo do principio teórico dos teus toques enganaram as justaposições dos teus olhares.

E QUEM É A CAÇA?

Abutres em formas de criancinhas?

Especulativos são os elementos que contêm
 falsas imagens nas retinas dos teus olhares, e neles a cisão da dilaceração a erguer preso nas suas muralhas a falsa amizade, e onde se denuncia a polêmica ideia perigosa dos enlaces 
dos seus braços. 

A falsidade dos seus beijos e a 
tristeza do padecimento de um coração que recôndito omite a sua sinceridade.

Denuncio a oposição dos teus olhos
 e a contraversão da tua língua. Porque essa se enrosca nas soberbas. A contradição dos teus lábios, e acima de tudo o ouvir absurdo dos teus ouvidos que mudam os sons externos para alimentar o interno vazio das rupturas das tuas imensas carnificinas. E que soam diante de ti como refúgio da tua miséria.

Enrubescer o teu suspense no prenúncio
 da tempestade do abrir dos teus lábios, e também ainda nas sequências dos enfileiramentos dos teus vocábulos, E TAMBÉM sentir o conflito dos teus pecados, e assim obter dentro da tua alma a passagem subterrânea para tantas maldades.
VIVA A LIBERDADE!

Anátema?
Sangram as tuas mãos!

O múltiplo do teu jogo é o joio
 do delírio! A preposição que nunca se desdobra para assim não mostrar o outro lado da sua falsidade, e onde se introduz nela a falsa ingenuidade para assim parecer ao outro inocente. Pois o mais alto em ti é a ignorância onde sua potência é te escravizar radiante e bem diante da mentira.

Libera-te das malhas e amarras 
que esmagam a santidade da tua existência. Pois volumosas são as heresias que te seguem, e que na enumeração interminável das tuas seitas, a gnose dos teus sentidos descamba venenosa e infinita a ferir a ingênua vida.

Detenha-te!

Mágicas, mistérios e grandes lendas,
 e misturados com os insultos e blasfêmias. Adivinhos sagazes, magos e ateus a desenharem nas suas próprias peles as imagens das suas próprias bestas.  Pois as ambivalências dos seus sentidos vegetam nas mentiras, e  sopram-lhe nas narinas os ares das vaidades, e onde o tema dos seus conhecimentos é a ganância: a falta de sensibilidade, e  BEM dentro da sua moral só cabe os seus conceitos infames e vis.

Predecessores das discórdias e onde
 suas más-consciências rolam alegres por dentro de si a exaltarem as fórmulas das suas críticas de perdições. Atos inverossímeis onde lhes cabem apenas à hierarquia absoluta dos seus desejos, forças das suas ruindades sem medidas. E que bela dramatização do seu pensar pluralista, e onde segregam de um lado a sua mentira e do outro se oculta à ausência da verdade.

Que belas paisagens comandado por um 
vento tórrido, e que as levam sem comando a cegueira da alma.  A insônia de uma fatalidade que se desenha no íntimo, e que abnega a realdade para que se contemple a falsidade. Porque o punho lança com a mesma mão o amor e ódio, e imbuído de uma estética falsa se torna a síntese de um cordeirinho a olhar ingênuo o estilo das grandes agressões que moram dentro de si.

Que malogrado e pérfido sentir de piedade 
que não existe! Um ser condenado na sua angústia e no seu universo de lirismo contraditório, e que se lança desesperado na sua paixão desvairada, e que vegeta no seu ciclo irreal, e com artífices dos seus segredos eróticos, e dentro de uma boêmia miniaturizada sem a originalidade do estilo inesperado capaz de prender 
uma mulher.

Ó coração perpétuo e cheio de licenciosidade! 
Decaído revelação que ainda não se comove das canções que foram compostas durante a sua inocência! Alusões e confusões dentro de um labirinto mitológico, e onde as multidões das vozes atiçam a flama do amor que não mais se acende!

Onde se liga o elo de uma afeição profunda? 
A distância já não louva a caminhada da paz que se volta para as lágrimas, e não mais alcança a primeira demão de um olhar na esperança, e a estranha origem do seu ser que foi escrito no seu espírito se perde dentro do traço da sua identidade. É onde se afigura a decomposição do verme que o completa.

Catástrofe do repouso destruído do teu 
amor que não funda a sociedade dos períodos de paz dentro do teu peito, e que sem caráter interno de amizade do esplendor não cingem as “bem-aventuranças” para fecundarem assim a beleza eterna que enfeita as graças dos sorrisos do amor.

Que grande zona inconsciente de um 
cérebro onde se fixam pendurados os seus vestígios de medos, e com os restos e ainda falsos de memórias, os fósseis a desmontarem os documentos sem perspectiva de salvação.

Que lindo simpósio efêmero a
 ejacular as suas maldições, e sem o princípio articulador e unificador da soberana amizade que tanto trilha nos verso poéticos a sua constelação superior, e da afeição maior que é o AMOR, e sem o fenômeno da reflexão, tomba-se dentro do seu abismo as derivações dos seus conceitos vazios.

O entremeio da música que chora com 
o seu andamento tão lento. A destreza da sua sensibilidade que se eleva nos discursos das suas palavras com rédeas perfumadas de um sentido que bebe o enrijecer da seiva da amizade. A voz que se inflama, reflexiva e a indagar o palpável das suas intuições. O som que afina a célebre magia que conhece a medida exata de cada ondulação do timbre dos seus gritos, assim ressoar a embarcação sob a planície da sinceridade, e na sua navegação instrui os olhos a se abrirem na sedução eterna da saudade, e sem imprevisto do mal que ficará à deriva nas espumas do mar de angústia.

 O senso de uma preposição que na
 sua lógica apresenta a articulação necessária para preservação da sua identidade, e que sem alternância, e quando na sua multiplicidade reconhece os atos de coerências nas sensações de liberdade. Porque o trunfo para o êxito da grande esperança na alma apresenta a estrutura argumentativa DOCE, e com a discussão exemplar que a prioridade clara do coração é trazer lucidez ao cenário distinto da razão, e que essa na sua educação eleva o grau de sentimentalismo as emoções que se comovem com a semelhança e exatidão da mesma carne que procura salvação.
Oxalá! Quem me ajudará!

Quem delineará na minha face às linhas 
de análises das verdades? Porque milhões de mentiras têm nascidas na mente antes mesmo que eu abra a minha boca, e o sistema dos dispositivos da minha visão tem caminhado dominante até nas periferias de uma insinuação, e as atividades apresentadas do seu sujeito me leva a inaugurar criativas novas posições das suas inverdades que na sua especialidade me rouba a inocência.

Ó inflamada voz que aclama solitária 
no deserto da surdez do tutor da maldade! Quem ouvirá o seu forte timbre, e que na disparidade continua força da sua voz possa levantar a audição que foi perdida pelos os tímpanos gananciosos?

Recanto de alegrias em contínuas 
mistura de sentimentos que se entusiasmam com a condutora de referência que dança com o seu instrumento de criação: o amor, e assim ecoante, a BELA harmonia que surge dos seus lábios enfeitados por onde deslizam desejos e sabores, e onde o dilema da sua plataforma é o salto para os sonhos ardentes das luxúrias dos seus prazeres. Porque vestível no meu corpo são todas as informações das linguagens dos seus pensamentos, e bem quando na contribuição do seu envolvimento a ti entrega a ardência. Eloquente PRAZER da estética a virar plenitude idealizada no inconsciente das rupturas dos desejos.

As relações dos meus pensamentos atinam 
as lembranças, e a mobilidade do meu coração lança na origem do AMOR a profecia de uma criação, e com o seu cânon de ideias absolutas e a apreensivas, e onde choram as memórias que publicam na pele o frio célebre e decisivo para assim fazer a justaposição dos sorrisos e lágrimas.
 Com tenho te buscado! Na multiplicidade da memória!  Nas festas comemorativas dos pensamentos que sempre reatam os urros doces da tua presença. Na claridade da saudade que despedaça os pedaços das minhas lágrimas, e voando e bem deleitada a imensidão das memórias que enchem o meu ser que antes era nada. A locução dos meus gritos que é um espetáculo à luz da índole das minhas verdades.

Mas preciso te deixar senão morrerei!

Que belo e elevado ornamento 
que embala as alegrias da alma! Emoções que suscitam alegres risos ornamentados de felicidade! Extensão de uma ação que germina no peito a vontade.

Tempo faz que EU não sinto!

O bater do teu coração.
 Porque se fecha nos meus lábios a canção, e o meu exílio 
saudoso são as memórias que arranquei das tuas
 belas mãos.

Porque é calmo e não é passageiro o 
amor verdadeiro que guardo agora no meu peito, apesar de nascerem tempestades na intimidade. lanço-me sempre sem trégua na luz do sol dos teus ardentes beijos.

Porque o movimento marítimo traça 
dentro do meu coração o teu codinome. E eu desfolho o perfume que nada pelos os teus seios. A roer o fogo que verga o ferro, e que arrebita a ponta do teu nariz, pois o esmeril define os anéis dos teus dedos. E a lima roí a gravação que encerra teu nome, sustentado múltiplos gemidos da tua boca que encanta. Cotidianas identidades falsificadas e já conhecidas dos teus nomes. Imagens feitos registros dos
 teus falsos risos.

Porque eu entro na tua alma e com 
os meus próprios olhos vejo quem tu és.  Uma selvagem sem reverência. Um mitema recôndito de uma partícula irredutível e bem empacotada com o seu imutável. Dilúvio de dúvidas entrelaçados pelas as mentiras que sacolejam falsidades
(...).   

Que belos versos orquestrados, 
e que não se cancelam neles o sabor dos seus poemas açucarados. A magnitude manifestada nas memórias das suas lembranças com a suave transição do seu belo e ardente romantismo, e que nasce do seu irreal para viver a sincronia do real, e bem com suas ondas soltas e frouxas das variações lapidadas da sua beleza. É onde se guardas belos fenômenos compreensíveis e cheios de dinâmicas, convenções das formulações recém-descobertas das correlações medidas do afeto, anatomia perfeita de um coração humano.

EXISTE?

Validar o provisório e assim o
 tornar um domínio exemplar. Porque Pilatos lavou as mãos, e DEPOIS contemplou as formas determinantes das maldades, e não elucidadas nas faces de quem nas várias etapas do seu insensível pedia a morte, e assim justificar a maldade dos seus sentimentos 
desumanos.

E como ferve o sangue por baixo dos meus pés!
 Porque os consumidores de maldades se alastram, e às ocultas não sabem decifrar quem são os seus próprios irmãos, e a partilha do mal é dividida para a multiplicação das lágrimas que abundam sorrateiramente no vazio do seus corações.
E NEM SABES DE QUEM EU TANTO FALO!
ENTÃO... 
NESTE CASO ME CALO!




Carlos Alberto
albertoesolrac
silêncioelágrimas


Brasília, 02/07/2017

12:42


Mexe-se estendido a matéria enlanguescida.
A ganhar pelas as narinas a existência, a vida.
Diversos elogios melados que LEVES suspiram.
Sofisticados aromas que espraiem respiros.
Flores de doce perfume inconfundível.
Quem cheira seu aroma respira.
Sabor gotejante suave e mordível.
Onde o coração enamorado transpira.
Fresca adrenalina que causa correria.
Sob a luz aromática da fragrância.
O fogo se ateria?
E por acaso se consumiria?
E DE AMOR SE MORRERIA?
  

sábado, 17 de junho de 2017

CORAÇÃO EM TRANSE








CORAÇÃO EM TRANSE
O olhar que sonha
 e se agarra no bocejo dos gritos, e esses se desatinam amarrados.

 Isso porque o 
coração está no cárcere e o chiste captado dos seus “ais” são ânsias misteriosas, e que em formas de penumbras silenciosas são agitados pela a ROSA que tanto aspira por um íntimo perfume atencioso. 

A forma que se
 agita, e brotando a vasta vontade, e que em cada passo dos seus suspiros se enrosca, e longamente nas luzes inconscientes do misterioso absinto que geme.

 O mitológico isolamento
 de um coração que não mais participa do beber bendito do AMOR, e que no deserto da sua amargura não semeia mais na alma os pomposos frutos de sabores, e que no pulso da escravidão de uma solidão, e sem razão, cai em trevas sem o dourado das volúpias.

 A arquejar murmúrios
 nus no naufragar das ânsias que se perdem.
PORQUE um beijo 
de mulher se confunde no lauto banquete do seu medo, e onde o domicílio da sua viagem são as ilusões. A penetrarem nas máscaras errantes que cobrem a face malbaratada, e bem ONDE o mostruário da beleza se mostra falso. Isso porque não acesos estão os olhos, e que na cronologia do ser ver e desejar se perde diante do seu falso espelho. E bem alto o beijo que oscila com apenas sua metade molhada, e bem agarrado pelos os dentes cortantes que não liberam o seu gosto.

 O infinito saboroso
 do seu grito, e entre mil desejos a permanecer absorto e com medo dos prazeres, sem o esplendor do astro maior que tece a pele calafrios de emoções, a flamejarem as asas, e bem resumidas, e na esperança desterrada, ansiosa e nunca adiada de uma alma desgarrada, milagres arreados dentro de uma nostalgia enlaçada por uma aragem alucinada, e onde seu eco ressoa agnóstico na paisagem de contemplação do além-cântico penitente e meridiano, e bem poético de sentido fenomenológico, porque a construção do seu fiar demora, e as repúblicas da "Sociedade dos Lobos" devoram a luz que nasce nas entranhas do AMOR.
Insólito detalhe 
gravado no coração, e onde uma viagem íntima se desenrola silenciosamente.

 Significativa dimensão no arquipélago da metafísica e no lirismo das memórias que rebuscam suas velhas histórias. 

Porque a dissolução
 da sintonia na alma é apenas um artigo sem ideia, e mórbida teoria de uma tensão masoquista que habita na carne.

APRENDEREI A VIVER 
SEM ELA?
Falta-lhe 
sonolência e a confusão nervosa de um "EU" doente arregala seus olhos, e com o seu conjunto de batalhas macabras, moradia sem condições dos sentimentos QUE DESATINAM DORES IMENSAS.

Um Orfeu a atravessar sua agonia
 Mórbida e só.

Um animal biográfico
 dentro de uma sombra tortuosa, e a distrair a grande associação da plateia entediada, e que no seu coliseu grita:

Ave Caesar, morituri te salutant.
A fervilhar
no coração a ausência do desejo que é devasso, e que não age no consolo da vida que enfada, e com gestos feios da persuasão que foi concebida por uma grande solidão que atiça a separação.

Um punhado de beijos 
jogados ao chão. Tamanha e estranha visão que mata de medo o coração.

 Grande Babel
de conversações dos pavores a  tremerem as mãos, E NA CADEIA ETERNA DO MEDO VIVE desenganado o coração,e cheio de permuta a labutar sem emoção, proscrito e a beber a sua amarga recordação.  



Carlos Alberto
albertoesolrac
silêncioelágrimas


Bsb, 17/06/2017

18:58



"Adormeço olhando uma oferta do silêncio 
que flui pelos os desejos de uma mente, e bem quando essa 
se acende ao fechar dos seus ardentes olhos".



quinta-feira, 1 de junho de 2017

CARTA A UM POETA




A vida
 palpita no seu âmago, e que bem depois se abre inquietante e provocante, e ainda descortinada com todas as suas imagens, e nas extensões das suas perguntas insuspeitadas sempre levanta a força introduzida por um mergulho, e bem exemplar pela a sua sensibilidade, e onde se evoca a voz do Aedo com o diagramático da narrativa sensível que o faz viajar a sua maior odisseia. 
CARTA A UM POETA
E eis que o moço
 retorna a sua velha casa. Agora a esmo  e 
a reviver torrentes de lágrimas.

E, se por acaso, no seu casulo tivesse ele permanecido, certamente estaria como Brás Cubas EM SUAS MEMÓRIAS:
“Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da minha miséria...”.

" E se assim fosse nada existiria..."

Agora também 
como Brás Cubas ele deve lançar também as suas batatas e escrever com o sangue das suas veias, e no meio do vermelho da sua carne toda a sua tristeza.

- Ele perdeu tudo!
 

Um tesouro
 célebre com um aceno verdadeiro.  O eixo dos ícones com vultos vazados, mas com desenhos sombreados pelo o seu passado, e se por acaso, ainda assim existir em sua face tantos disfarces, apenas um enche a sua alma. 

" O congênito da gestação do seu nascimento..."  


- Deves partir moço... Que Deus te abençoe!


Latente prazer 
do signo que não tem abreviatura.  Recurso verbal para expandir o límpido diagrama dos seus sons, e que é colado na cartografia do seu espírito. Um código para ler o mundo dos sentimentos.

- Adeus!

 E entre um 
olhar gélido e um quadro trêmulo do corpo, e bem quando  ELE SE domina apaixonado.

Que bela 
abordagem meu amigo! Pois o seu “eu” não é fictício e ele sussurra e coteja a alegria quente que pulsa pelas as suas veias sinceras.

Epistolar e relevante 
é a posição da sua prosa poética, e com muita relevância a transposição das suas convicções que se acercam das inovações que flutuam pelo o seu coração, e que sem maquiagens os seus mais belos clichês são fragmentados para a passagem epistolar da sua comunicação sincera e sem rodeios.

Comprime-se
 e depois se rompe, e de maneira exuberante o seu singelo coração, adornado por emotivas fusões de risos, pois se vê em cena as luzes que arremessam os seus fachos, e um pendor austero, autêntico e bem embalsado pelo o sacrifício de manter em pé todos os seus preceitos.

- Seus risos sempre foram escondidos!

O baile da sua voz 
são frequências ortográficas com pontuações recônditas, e que leva ao seu coração as entonações do seu medo.

 Porque  louvável!
 Louvável é o elemento humanitário que caminha com suas pisaduras suaves pelo o ínfimo do encanto sereno dos seus perfumes, afugentado os pedaços volúveis de insensatezes, e assim cingindo a alegria dos seus sorrisos, subindo às alturas do seu espirito e a exaltar o lirismo, e nascido das lágrimas puras a contemplar as sensações para sustentação de toda a obra da sua vida, equilibrado e elevado em toda a sua totalidade absoluta, e que, entretanto, perambula às escondidas dos olhos humanos.  

- Anda tão cabisbaixo.

A alteridade do 
seu mundo interior é uma epopeia a buscar no universo da sua personalidade a riqueza consoladora, a embriaguez peregrina de uma pura índole que no louvor da sua matéria se tornam todos os seus conteúdos bem inspirados, e ainda articulados pela a maestria da ampla consciência que caminha ao seu lado, e que essa sem interesses ocultos e sem dissimulações em configura a sua justificativa em prol do resguardar dos sentimentos humanos.

- Ele chora quando alguém fere outro.

Impulsos seculares... 
Convecções de diálogos seguidos por canções graciosas e saltitantes, constantes e sempre aludidas pelo o prazer dos cânticos sensíveis, anseios delicados e sugestivos pelo o uso das aliterações simbolizadas pelas as abas poéticas do seu íntimo, raízes dos sermões com o intuito de conclamar o integrante da beleza do amor.

- E como ele pulsa a vida!

Ó alma virtuosa! 
Pregador convertido dos interesses dos outros! Privilegiado é o espaço onde teu hálito habita! A pulsão do prazer no seu último volume, e que se embebeda pelas as músicas, luminoso e dentro do baile onde a festa o arrasta para seus espetáculos, porque ela fita o poeta e fia nele a beleza dos sentimentos tão sensivelmente humano.

- Um oásis sem engano!

Indagador... 
 E sem heterônimos, e com um humor que sempre desponta o auxilio da clarividência de um intelecto que investiga a sensação da emoção pelo o coração, e que no liame, apesar de estreito, e do sacrifício das suas lágrimas, transmite o cunho da sua virtualidade ao cenário da tristeza que sempre vem recebê-lo sorridente e com maus egos.

- Ele se desfaz em lágrimas.

O amor que auxilia 
o princípio das suas formas. A sintonia latente nas brincadeiras das suas canções. O signo das suas viagens que guarda o calor do seu som. Os seus corredores feitos da matéria viva onde a potência da sua apertura guarda o sabor de um percurso infinito e cheio de dádivas superiores. O vínculo da sua melodia concentrada de sentimentos com as densas palavras a exprimirem os conteúdos das predominâncias dos carinhos. Líricas saudações nos projetos densos que se equivale à palavra AMOR.

- Como é bom te olhar!

 Mas...

Oh, tudo inútil meu moço! 
Ninguém consegue vê que dentro da sombra existe uma réstia que balança o concentrado do seu gosto, e que atira o afã da música que se estira no íntimo compasso do sabor!

- Quem é o cego?

Entrelaçados pelo
 o seu interior as emoções de harmonias e equilíbrios não são apenas simbólicas, mas canonizados pelo o seu cosmo em toda a sua harmonia, e bem acabado, e onde nas suas medidas... Não passa um só milímetro diferente uns dos outros. Porque ricamente bordadas as suas vestes enlaçam os corredores da libertação da alma, e bem ritmada as suas mensagens nos altares dos seus olhares, e no ventre dos sons harmoniosos que saem da sua boca, e que um dia voaram no céu, e depois na terra até cair no mar.

- Está tão perto moço!

Que belo visionário encantatório! 

A liberdade do pulso
 poético a ornar as batidas do seu coração, e com notas marcadas pela a metafísica absoluta, e bem centralizada no ínfimo da alma. A passear nos limiares inefáveis encoberto por um censo único e real, mesclando os mais belos poemas que soluçam ao enlaçar  das suas raras lágrimas. A convergência de dois mundos que se unem para as composições das suas mensagens. As audácias das correspondências dos seus olhares a transitarem por sobre eles os efeitos da difusão do realçar da corrente soberana e sensata do amor, lastreando-se assim a absorção da acepção da sua índole com o seu dinamismo de sensibilidade do seu espírito, E BEM articulado de virtudes e líricas paisagens de descanso e paz.

- Como é belo!

E que doce e suave
 cognição sensível no humano e com um espírito reto. A inspirar imagens de referências e não grotescas do conceito de um prazer que se mostra humilde, traduzido pela a sua BELA cor. A sua forma e acima de tudo o seu conteúdo exemplar. Harmônico áudio sem distorção, e de alta fidelidade nas graduações dos volumes exigentes dos seus eloquentes sonhos.

- Como ele se agita!

O excedente 
da sua exterioridade que paira no temporal da integridade da sua alma, e que no ritmo do seu corpo exterior a sua obra de arte se confunde com uma ilusão metódica.  O significante da introspecção do seu caráter que na confissão do estilo da definição do espaço da sua educação, embala a unidade dinâmica do seu coração, E BEM quando esse verte grandes lágrimas para a mobilidade dos seus sonhos.

- E ninguém o percebe!


A pluralidade 
aberta da sua mente alargada por belas caricaturas que perpassam no romantismo nostálgico, e que cismadoras arrancam o botão lamuriante de uma rosa que se debate entre suas folhas. A denotar bela ovação da razão que figura no gênio potente das  recreações dos sentidos e sem pontuações. 


Oh! 
Quão grandes pedaços de percepções! 

Memórias com inscrições
 dos signos da saudade a carregarem os
 símbolos da felicidade! 

Irrigações soberanas
 dos preceitos absolutos de 
paz e amizade. 

Porque
 em ti tudo emana bondade! 

E não é estática 
a energia e luz dos teus olhares que se consome em grande prosperidade! 

  E o instrumento maior que EM TI HABITA e que se chama AMOR não está embutido na falsidade. E a abordagem da gravura do seu respeito gera o encanto do auge da salvação que nunca lhe será censurada! 

E COMO BRILHA A TUA ELEGANTE FACE! 


Carlos Alberto
albertoesolrac
silêncioelágrimas

Brasília, 01/06/2017

19:44



" Um mitema recôndito de uma partícula irredutível, e 
bem empacotada com o seu imutável. "  






segunda-feira, 1 de maio de 2017

OBRAS-VIVAS






OBRAS-VIVAS
NOTURNOS TÉDIOS 
das dores desvairadas que se entregam desleixadas a um GRANDE mal secreto, e que espuma embriagado as pictóricas paisagens de misérias, e que são acolhidas pelas as falsidades humanas nas praças de penúrias das suas falsidades.


 O místico 
torturado de um romântico que no seu panteísmo se embriaga com o pífio vazio da sua semelhante carne, dilapidando a si mesmo como escape da sua utopia, atormentada e dilacerada alma que tonta e na enseada branca do mal uiva debaixo de um outeiro, e entre pedras e areias, e tendo como confidente a grande solidão presente.      
            

Diluído o meu “eu”
alheio, e bem na chuva de um som lânguido, e ainda dentro de uma rua seminua a olhar o “ente” que não se esquece do seu padecer.

 Vagarosa magia 
que se atrela tão triste e anônima as sequelas do âmago pelo o indistinto passeio que se faz por dentro do ser.

E como doí minha cabeça!

Indômito e louco 
a raiva sem fim e tudo que há dentro de mim rasga o pulso teimoso dos olhares que se entreolham cheios de areias.

 E tomados de folhas
 secas a volverem seus pensamentos no turvo abismo que alardeia a sua consciência ardente.
- Estou cego?

Porque me arranca 
o chão da existência a matéria, e o seu fóssil cria caos que se dissolvem profundos e imundos nos ares da razão sem solução, e o pobre coração tomba inerte nesta nova era!

- E quem é você que me rodeia?

APENAS SOU:

“A luz de inverno
 dentro de um fósforo aceso que incendeia a candeia da esperança, e que não sossega o seu bulício que entornam os sonhos no seu azeite”, E QUE TENTAM EXCLUIR AS MINHAS MÚSICAS com suas representações cheias de encantos. A fervilharem misteriosas as dimensões dos acenos cândidos dos abraços miscigenados dos perfumes que incendeiam as entidades das vibrações que contêm todos os seus deliciosos beijos.
Meu coração tem
 grandes feridas, e bem onde nas suas fendas o seu salvo-conduto são as lágrimas que se escancaram nas correntes das dores, alargando a distância da felicidade que separa a paz.

 Porque irracional
 e contraditório foi à imitação vulgar que fizeram com os movimentos da minha língua, acrescentando-lhe arrasto e rodopios que não foram nascidos da santidade, e sim, das tragédias insensatas e falsas, mas tão bem calhadas das censuras dentro das muralhas dos seus grandes desejos perdidos.

Os soluços que
 avessa à alma, e que na exposição mística do seu clamor desatina sobre o linho onde as citações de um coração se molha em lágrimas, e como doí as rupturas do sangue a correr em outras veias, mas do mesmo nome!

- Socorro! 
Trago-o no meu coração agora a inefabilidade, e que fora doado pela à divisibilidade da carne-e-sangue!
Eu durmo e acordo.

Quieto eu amanheço a olhar o teto
Súbito silêncio a molhar meu peito
Estridente vazio me prende no leito
Das minhas dores sou o arquiteto

Soando selvagem ecoa a fala
Som fugidio que não aquieta
Mal que no coração se instala

Que voz é essa que não se cala?

Súbito sono invade as pálpebras
Sinal estranho a articular sem nome
Agonizante e lentamente me mata

E olho e depois saio à rua
Uma nauseabundo Mulher
a mim se insinua
A pairar na minha frente totalmente
 Nua.
É sublime!
 É sublime o secreto espaço íntimo que recôndito agita os coloridos das Obras-Vivas, e que traça a graça tocada pela a sublimação desembaçada dos olhos verdes que se viram esbulhados cheios de tantas belezas, E QUE solitários enquadra a poética no seu visionário, e onde na sua geometria se guarda as mágoas desvairadas.
 
A consequência
 do meu abrigo é o devaneio que sinto na síntese da memória que se arrasta na velha locução do seu imemorial refúgio, e onde as suas lembranças fixam apenas as tonalidades em brilhos, e que, opacas no seu dia-a-dia, as ordens das luzes do seu fogo se tornam apenas faíscas, e que pouco clareiam o aposento do seu descanso.

E assim EU tombo em todas as suas
 OBRAS-VIVAS!


Carlos Alberto
albertoesolrac
silêncioelágrimas


Brasília, 01/05/2017

20:08