quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

MEMÓRIAS ÍNTIMAS



MEMÓRIAS ÍNTIMAS

Porque interage o 
sensorial de uma perturbação com o seu nível de atrito imenso lá no fundo do coração.
À luz dos teus olhares a
 poesia com sua transcrição sincera e cores vivas nas suas linhas. Sopros das palavras onde se acentuam os suspiros dos teus beijos. O angelical desejo dentro do amor que se sufoca dentro de mim. O sonho com o seu pensamento ditado pela a razão do amor, é onde no seu processo lógico o absoluto da sua relevância é um estado de vigília latente em busca da melhor forma do seu contentamento.

Confesso um simpósio especial
 que figura nos meus olhares quando te vejo e assim relembro dos meus desejos. Acelerado evento de beleza se destacas na tua face. 

 Por que...
 Que bela carga dos anseios com sua cosmovisão, e ainda impregnados de um Surrealismo, e com o melódico tom sem ruptura, e bem exasperado nas linhas que pinta a sua face. Combinações inusitadas das cores do AMOR, e que na libertação da sua linguagem, e no inconsciente da sua metafisica se declara enamorado. Uma visão onírica de um sentimento com sua multiplicidade e traço transcendente no caráter exemplar da sua saudade, e onde o seu chamado é somente para AMAR E AMAR.
Louvável território de um desejo 
que suscita vida, e que no banquete divino do seu néctar a aurora do seu belo é uma ascensão as vias da sua inspiração, e que ainda na sua sensibilidade as incessantes orientações às congruências de ideias do seu lirismo acorda e redescobre a afeição que nutre o coração.

Rasgam-se, cortam-se
 “os bocados das palavras” com o aforismo, o provérbio do amor onde desintegrado a sua expressão maior do corpo da ilusão ainda respira, e que sonha na sua paciência, e onde também o seu último fragmento esfacelado suspira pelo o encontro da sua outra alma metade.

Que belo pensamento de
apropriação, e que com o seu belo preciso de movimento, e que na investigação da sua declaração de amor compartilha com a inspiração absoluta de um coração que tomba no articulado manifesto da sua saudade.

A arte de um olhar que se junta 
aos seus piscares onde está contida a soberana afeição que revela a sensibilidade no alcance articulado de um desejo, e onde sua razão e sensibilidade, e bem nos conteúdos dos domínios dos seus frescos pensamentos, eis que atenção do seu sensível, e bem no período fértil da sua intuição se desdobra para fazer soar a sua língua e confessar o seu amor ímpar pelas as percepções claras de luzes que coabitam no reino dominante da sua esperança.
Particular inexplicável! 
A etimologia com o seu pedaço recôndito, mas dentro de si brinca o real amor ímpar, a vontade da entrega que se estende dentro das suas pupilas, e que faz brilhar a esperança no coração do Aedo.

Eu sou a partícula viva
 e enamorada! O todo com uma parte inacabada! Aberto ou fechado com suas fábulas, e na via da dispersão das suas lágrimas dorme e sonha com a sua amada!

Oh, a minha alma conhece a 
consciência perceptiva do entendimento cognitivo que tanto me domina, e sem restrições, o perfume que me fascina!

Porque o tópico do meu coração 
foi fragmentado, e o complexo estético do seu visual, eis que se tornou um palco para a apresentação elegante de uma lembrança que se agita enamorada na sua memória.

Porque dentro de mim está a
 personalidade das milhões de vozes que gritam aos meus ouvidos, inundados de sons doces à face de um amor que tanto me cerca, e que nas vestes do corpo poético se mora um anjo corporificado como mulher, vestida com o seu tempo enaltecendo o amor, sensações palpáveis de um dilúvio sentimental que me toca os lábios sedentos pelo o hálito das tuas asas, autêntico encanto da condensação do pólen do olhar, e bem no estilhaço da sua luz que me faz apaixonar.
Que bela tonalidade elevada 
da música que sacode, e no súbito poético da sua odisseia, o seu mar nos abre sua fresta, visuais páginas abrasivas de um ato que fecunda a cooperação dos lábios que se tonteiam com as frases caramelizadas de belas metáforas com suas delícias do amor.

 Que doce gosto do orvalho que cai
 da tua boca! Um oásis intenso a construir o “verbo amar” Pois teus olhares escondem o perfume que nomeia o esconderijo dos beijos, as carícias brilhantes com o seu lume sedento de prazeres, cheios de curvas nas vertentes que se enroscam no fechar dos dedos, dois olhares em um só, e no meio de um eixo que gira a cabeça, aforismo que rodeia o seu sujeito, e nos lábios o gosto do seu beijo na sua grande vontade de AMAR.


Coeso e coerente à cintilação textual
 do encanto daquela a quem se amam. A potência alcançada dos atos amorosos que iluminam a abertura do coração na assimilação da máxima do seu pensamento, e que no alcance do seu tributo máximo da declaração suprema do seu eterno os olhares são somente para ela.
A CAMADA DA IMAGINAÇÃO
Na totalidade intensiva do fulgor da análise do recorte das suas lembranças é recortada por um lampejo superior da saudade, e onde essa procura a atração bem articulada de uma sonoridade com o seu timbre de saudade.

Não são estilísticos os efeitos dos 
meus olhos nas inquietações das linhas literárias e apaixonadas de um poema ofertado a quem se ama. O aforismo de múltiplas faces a traduzir no silêncio do seu pensar as cores que pintam os sonhos da paixão, porque encetada nelas estão os momentos de redenção que busca a oração na concretização dos seus eventos, e assim acenam as ideias não divergentes para a concretização exemplar de um belo sonhar.
Fascina-me os desenhos dos teus lábios
 dentro de um céu profundo do amor. As citações das passagens nas frases onde voam os códices de amizade, e que se enxergam através da luz a totalidade dos bordados alegres, e das cores nas estrelas que enfeitam teus cabelos. Porque os sermões que prega a tua boca são semeados pela a migração do teu hálito que se sustenta todo ornado de beleza e um fervor encanto glacial, é onde respingam compartilhados pelos os teus lábios o elegante desígnio que vive guardado no centro do AMOR.



Carlos Alberto
silêncioelágrimas
albertoesolrac


Brasília, 01/01/2020

09:43


domingo, 1 de dezembro de 2019

O OLHAR






O OLHAR
Emerjo bem afigurado 
no trânsito dos sorrisos, pois a sua psíquica resplandece o argumento condutor nos devaneios místicos da sua alegria.

 Um belo horizonte a 
compreender o mundo de contingências coloridas para assim enfeitar melhor a vida.

 Amenidade de uma pradaria 
sob o olhar astuto com a sua clarividência.

Porque o céu está a posto 
nos refluxos das retinas POR ONDE irradia a luz de um amor ímpar.

Porque eu respiro o teu ar, 
e nubla por dentro de mim o teu perfume, e assim revira as lembranças que se avivam, e o enredo da delícia da tua existência revela o seu epílogo:

- O começo, ANGIE?

O resumo da sua ação?
 O desfecho do remate da peça onde na sua recapitulação o seu personagem me completa. E o meu epílogo é bem contraditório e sempre começa do fim.

- Acreditas?

A CONVERSAÇÃO SOLITÁRIA 
que teço na atmosfera da adoração dos teus risos é a fundação do meu mundo com seus signos e dogmas encrustados de esperança. 

Um belo voo radiante...
 Porque, olha para mim! Sou voluntário deste amor, e dos seus conteúdos, e na inteligência do seu pulsar quero ser o rio do seu mover, a razão da vontade do seu nascer, E POR FIM o testamento do seu eterno.

Pois inapagáveis
 em mim estão às lembranças dos teus belos
 olhares verdes.
Que belo sonho rosicler!

 Assim fala o poeta! 

Perceptíveis fórmulas
 profundas que inunda a eclética arte que 
QUE O cerca!

Fixo em ti o meu olhar, 
e por detrás dos sentimentos um coração que flerta contigo. Vontade expressa do impulso no seu tocar. Transferência da magia com o seu devorador paralelo A ME EMPURRAR. 

Forças sobrenaturais a 
tecer sua teia onde EU mesmo quero nela me prender, e assim tocar o seu divino, suas convecções com seu espetáculo festivo no seu desabrochar.

- Oh! Nunca paro de te olhar! 

Ah! Febre do amor! 

Azul espera que abalroa
 meus olhos! Estado alterado cujo efeito lírico enchem meus olhos! Soluçantes e volúpicos são os cânticos das minhas visões na dormência quando contigo sonho! Radiante forma fluída de um perfume onde no meu corpo disponho!

O prelúdio do teu amor me encanta,
 e dos seus incensos SALTA o rito dos hinos que se curva, os necromantes gravam nas suas cartas proféticas o borbulhar da divindade, e onde sua estética pulula os pensamentos poéticos!  
 
- Que belo coração amante!

E como se sonha!
 Pois sempre está em festa o coração quando te vê! E o mimo da brisa do teu olhar é o som que deixa minha alma sonhar! E como abalam os meus pilares! 

E como borbulham! 

E não são simbólicos os 
ouvidos que muito além ouvem a tua voz. O ímpeto no coração que no silêncio se move, pois a luz e a matéria do teu fôlego me cobre, E O TEU FOGO NO MEU PEITO EXPLODE.

- E AGORA?
A sonoridade da minha voz ecoa 
na Via-Láctea dos teus olhos! Um balouço no meu ser se agita quando te vê, e o tributo da minha inocência se expande pelo o meu “eu” a vontade do afã de te querer. Pois já não freio o meu impulso, e o pólen dos teus beijos sacoleja a minha língua, e a polpa do fruto dos teus lábios enche a minha boca.

Faço tudo para prender a tua atenção,
 e isso porque a subtil partícula dentro da faísca do teu olhar me pegou, e veemente a emoção que transita no meio do AMOR me eleva ao céu.   

E que belo furo 
para assim colocar teu brinco bem visível
 do meu cheiro! 

Um verso que não foge,
 e que se enrola nas tuas madeixas, e assim bem fixo no meu dedo o teu anel primeiro, e não freio a minha língua diante do seu desejo, porque sempre recolho estrelas dentro dos teus olhos. 

E agarrado no acender das pupilas 
acendo o fósforo para que me veja, E ASSIM MUITO ANSEIO FLUIR NOS SENTIMENTOS INTENSOS, excelsa tempestade das metáforas do coração. Pois assim cortarei o seu fogo com a minha língua e beberei da sua doce cicuta transversal, e todos os estereótipos de emoções me fecundarão os sonhos.

- Morrerei?
Oh, bela! 
Receba o meu ofício, e que ainda no seu suave cântico exata o teu nome! É onde se agrupam ao seu derredor milhões de anjos! E cada um te batizando com um novo nome! E sob o tema do AMOR ELES gritam:

- Bebam e comam!

Faz-se silêncio e a profecia 
não é supersticiosa. É bem coordenado pelos os beijos e abraços sigilosos. Porque debruço sob o corpo da especulação, e no conjunto DO ATAQUE especulativo dos seus êxtases eu exponho toda a sua constelação de pendores saborosos, dos vendavais poéticos no âmago do meu AMOR sensível.

Tudo isso é amor!


Carlos Alberto
albertoesolrac
silêncioelágrimas

Brasília,01/12/2019

19:39

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

POEMA AO MEU AMOR





POEMA AO MEU AMOR
As luzes dos meus sonhos são recíprocas 
e os objetivos do legitimo falar dos seus sentimentos é um espírito consciente, e onde o torpor das suas palavras nas zonas liminares é capaz de abalar um coração enamorado, expressões e conexões nas convecções que interage a sua filosofia no fôlego absoluto da sua existência.

Que grande campo de atuação 
dos sentimentos com sua razão e sensibilidade, e que na infinita variedade dos seus órgãos sensíveis, eis que se torna cada vez mais sua bela arte.

Sensível e subjetivo assim suscita 
a mimese do sublime destino do belo arfar do amor. Suas cores descobertas com sua rutilância completa dentro do seu perfume eterno.

Que utensílio não efêmero
 onde a alma se agita cheia de um sentimento lírico e celestial. Um conteúdo agitado onde na sua espontaneidade

Que arguta compreensão que entende 
o coração, e bem quando se desmancham seus sonhos em orações! Acenos que servem de alimento a AFEIÇÃO, e que corresponde ao preenchimento da sua ressurreição, e sem limite, à intimidade, e com a sua bela percepção! 
Porque Imerso e misturado reside na
 carne à ostensiva morada da espera e esperança, e enquanto na alma abrigar uma só ilusão, eis que a transformarei em sonho, e a liberdade do seu finito corpo viverá a concreta absorção fiel e digna do verdadeiro sentimento AMAR até a consumação dos séculos.

O entrelaçamento entre o olhar e 
a vontade é o complemento de dois tópicos que se unem para o extremo lançamento das pontuações no coração, e onde esse se levanta e molda o advento da alegria, porque se debruçam os sorrisos quando esses são fantasiados pelos os pensamentos que abre o livro dos olhos, e onde estalam os suspiros que se desprendem por dentro da alma, e onde borboletas deixam seus casulos para felicitar o grande amor, pois nas suas hastes o pólen da paixão suscita a promessa eterna da composição que existe no centro do beijo.
Oh, voo de liberdade! 
Tenho febre e a alpista do meu pássaro se acaba, e os seus sons de cânticos se tornam frágeis, e o esplendor da sua auréola, no sibilante brilho da sua glória, agora desvanece a sua história!

Oh, eclipse da música! 
Recortes das suas luzes que me pinta a face! Porque a sonoridade do seu tempo e espaço é a interface do enlace da minha personalidade! Evocações sensíveis e espiritualizadas de um poeta que na ausência do corpo físico sempre sonha nas ações míticas de um pequeno espaço!

Oh, grande extensão da música com suas asas!
Clarão extenso e azul com sua intuição e sensibilidade em cada frouxar das suas sílabas! O esmalte fino e gracioso das suas unhas é de um porcelanato aveludado, e onde a doçura do seu frenesi é um penetrante encanto de carinho nas suas carícias profundas e amor onde se enrola como pergaminho e bebe depois a maravilha da fusão do leite das suas delícias!
Os aromas do teu nome sacolejam 
os desejos dos meus olhos, aprofunda-se a grande volúpia derramada na pulsação articulada que nos vínculos dos meus lábios se alarga o códice dos beijos que se tonteiam, abrangência da paz onde se manuseia o caminho da prosperidade, e assim espremo o espírito adorável que me acompanha.  

A contrição confessada dos enlevos dos
 abraços que se arrastam e manuseiam dentro do coração o lastro da amizade, e assim também recresce indômito a figura alegre dos olhares que se pintam, a olharem o espanto do arcanjo que voa no cheiro de um absinto. 
Asas firmes e fortes pelas as bridas 
gentis do doce hálito. Faceiros ardores que vestem os hinos do arrebol que infesta a divina noiva que espera. E que se elevam os cânticos da minha boca onde se confessam enamorados seus lábios. Trêmulo frio que me alcança, e com a alma ensopada de ternura meus braços te enlaça E TE BALANÇA. Súbitos pedaços de sentimentos que me afaga. Infinito aroma lúcido e dourado que saem da boca que vos fala. Mundo maravilhoso da lua que gargalha na sinfonia do amor. Milagroso prodígio que se vislumbra embriagado nos pilares dos perfumes que orna teu ardente nome feito 
UMA DOCE FLOR.

Carlos Alberto
albertoesolrac
silêncioelágrimas


Brasília, 01/11/2019
19:45
   

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

EU ANDO SONHANDO



EU ANDO SONHANDO


Olhos convulsos pela a ascendência das cores
 e suas misturas de alvas clarezas de traços estilísticos. Identidades perceptíveis dos atos da sua estética no clímax ideal das suas raízes.

E ASSIM
 Mergulho na imersão dos olhares do cósmico romântico de uma flor onde seu conteúdo interage com as minhas ilusões, e nos viés teórico e prático das minhas fantasias, eis que restauro todos os sonhos, e no cíclico da sua compreensão colo cada um dos seus fragmentos nas minhas emoções.

-QUEM ME ENTENDE?
E NO LEITE DA FONTE RECOLHO
 A ESPERANÇA QUE BALANÇA NO MEU PEITO, E NA FORMOSURA DO BRILHANTE QUE RELUZ NA TUA FRONTE, CURVO-ME PARA RECEBER NA MINHA FACE TEU HÁLITO QUE REFRESCA A FONTE, PORQUE EM TI PENSO CONSTANTEMENTE, E SEMPRE AVANÇO TE BUSCANDO NOS SONHOS, E ASSIM FLAMEJA ROLANDO NOS MEUS LÁBIOS TEU RISO RISONHO, SERENO SOL QUE ME ACALMA E ME FAZ VOAR NO SEU LÍMPIDO HORIZONTE, E ONDE LUMINOSO NA PAISAGEM TE OLHO E SEMPRE SUSSURRO TEU NOME:

- ANJO!

E caminho porque o coração sonha sustentando 
o céu de riqueza que sinto quando te vejo. Absinto das delícias que me carrega ao universo sem fim.

Porque circula contínuo nos
 meus olhos tuas visões relevantes, e que avança a tua luz que nas minhas pupilas dança.
Oh! Apoteótica emoção que te sonda!
  
Salto nas reações das suas memórias 
que sempre me ronda, e assim busco o agrado do trono, a olhar sua princesa, e que no bálsamo delicado fia seu perfume único fazendo meus ornamentos florais, e na sua cabeça ponho, e como bela auréola para assim te dizer:

- Eu te amo! Eu te amo!

Divino e sagrado é a chama da minha realidade!  

Renova-se até no meu imaginário, 
pois o abrigo do aroma dos teus lábios é uma flor aura com o seu viço e festim do mel renovado, e bela harmonia vestida de um perfume de gênio benigno e cheio de esperança, e tal como criança menina teu riso fecunda dentro do meu coração uma furtiva dança, e assim eu alcanço as melodias da canções onde sua harmonia dourada alcança teus lábios e assim balança teu coração.

Oh! Êxtase que queima no peito!

 Oculto amar que no seu infinito 
embriaga o mar do gostar, e eis que arfa, sacode e mexe as vaporosas formas das linhas sensuais do teu universo, belo riso e luz meiga que em segredo cochila no seu sonho sem medo, existência revelada de um segredo que se faz faceiro, curioso mistério no seio de um Aedo, refletido, celeste voo ansioso que traça garboso no seu fino lenço o seu bordado ditoso, 
adereço que deixa meus olhos ansiosos.
E como germina na terra fértil dos meus
 pensamentos o cantar silencioso e enlouquecido do teu frescor, e onde nos seus campos se agita ouvindo o eterno ruído do amor.

 Um cristal onde o éter da eloquência
 banha o mistério da tua lua, súbito gozo que perpassa no êxtase dos teus verdes olhos, uma prece que apazígua o cântico soberano de uma boca que se ateia no fogo da espera, porque penduram na mente todos os sonhos expostos ao silêncio.  

Acolhida forma superior com suas preferências 
doces e suaves. Uma linda flor onde a expressão da sua herança é um ardente odor. Predileta estrela do amanhã na sua doce fase romântica a esvoaçarem seus gestos e forma de no chão os pés pisarem.

 Fixável e estável riso 
com múltiplos temporais de esplendores NA SUA ETERNA CLARIDADE onde o santo selo do seu batismo alcança a cúpula do céu onipotente.

E não é sonho!

Respiro o poder divino de um som metrificado
 pelos os ruídos ardentes do seu perfume, e assim coagula a sua sensibilidade dentro de mim, pois enriquecido a fusão dos temas da sua sensação se transforma em um reservatório temporal, e de emoção, e ainda cheios de poemas, é onde se esvaem os signos da construção dos meus dilemas, profunda e refletida canção que se desterra diante dos meus olhos, e  ONDE sua letra luminosa voa para o meu vaporoso coração.

Falta dizer:

- Eu te amo!



Carlos Alberto
albertoesolrac
silêncioelágrimas

Brasília,02/10/2019
18:42


domingo, 1 de setembro de 2019

DORES OCULTAS





DORES OCULTAS

Uma metapsicologia 
organizada no psíquico do AMOR. A análise com belas referências que se encrustam no pélago da alma. A busca das formas para as disposições dos olhares. Ergueres dos sentidos, palpitações em formações, as projeções na pele para a trajetória dos calafrios, memória corporal para o enlace alucinatória da carne em chamas, transferência dos pulsares dos sonhos, fantasias e ilusões na análise de uma regressão onde todos os seus fragmentos constitui uma história. 




O estímulo de contração,
 e que no exercício da sua corporeidade atina o organismo do desequilíbrio, e que sob a consciência do espetáculo da vida conduz.

O“Logos”ao um voo,
 e onde quadro por quadro se quer pintar todas as suas tatuagens.

Por que olha o corpo, 
sente-se a pele, embaralham-se olhos e o acontecimento ativo e reflexivo capta o enigma que transmuta dentro das minhas pupilas quando eu te digo:

- Eu te amo!

AMOR EM ECLIPSE?

E se assim é? Quero a custódia dos fios da modéstia deste TEU amor!  Da cortesia do teu olhar de esplendor! Pois pasme... Sucumbe-se e solte o lume dos teus olhos que para ti o amor chegou! O mar em vigor QUE INSTIGA O FREMIR da sua cor em forma fabulosa de licor! A ASCENSÃO dos beijos faceiros que se aglomeram na amplidão do sabor!
 
Um peregrino enamorado 
“De profundis” Dores na carne.  E no seu dócil viver solitário. Convalescente crepúsculo na visão do seu exílio e dentro de um poema onde chora a alma. Paisagem abissal do silêncio que cogita a soltar seu grito n roseiral. Salmo interlunar com o seu Mártir a folhear as páginas azuis dos seus sentimentos. Eterno guia das estrelas no templo oculto do AMOR. Orações nas noites vencidas de um delírio da febre, e que espera a visita do dueto: as antíteses com suas metáforas. Ânsias, às vezes, amiga na celebração das mãos que seguram os lírios. Imaculada catedral onde na sua luz celestial inocentemente se respira. Construção com seus belos degraus, e onde os signos de aquisição da corpórea razão dos meus diálogos revivam as concepções fies.     
  
Que bela atividade consciente 
de um afeto, e que sob a pressão da sua nova fórmula, é extravagante, e sim em realdade, e na esperança e fecunda integridade. E como avança o gênio peculiar das suas ações, dos signos dos seus atos, das considerações iniciais e finais no seu belo relacionamento efetivo.

Que belo sublinhar
 de uma consciência que se entrega a uma conduta ética no seu grande arraial do amor! Preceitos destinados a alvejar mentiras e assim conduzir a inocência exemplar do seu modo de pensar!
POR QUE
A tese do fechamento dos meus lábios com a sua boca cheia de delícias, e onde o desenlaçamento de apenas três desejos: olhar, tocar e se fartar, gerando assim o belo entrelaçamento do tema superior do ensejo no afã do prazer, e que a metáfora dos seus pensamentos criam movimentos prazerosos, e não mais me encontro na prisão, preso nos falsos dogmas do amor, na sua teoria de impactos cauterizado pela a solidão, enraizado nos falsos olhares da dor.

EU SIMPLESMENTE TE AMO!

POR QUE
O vestígio do teu batom nos meus lábios é a prova da arte velada das marcas inauguráveis leves mordidas dos teus dentes, e que atesta a vivaz loquaz de nunca se quebrar uma promessa quando se ama. Pois sob os efeitos sucessivos das tuas lembranças as conexões sensíveis da minha boca é a própria verdade inaugural da determinação do doce dos teus beijos, e que a sua validade é eterna, pois perpetuará todas às vezes que a minha saliva, sublinhada com as forças das lembranças, espoará o primeiro riso dos seus lábios, e que ainda na narrativa do seu frescor se derramará como um idílico poema diante dos olhos, e que na sua sobrecarga de fidelidade do seu primeiro verso constará o tema exato do poema da verdade.

O QUE É O AMOR/

Maravilhada
 transformação da evolução de uma exterioridade com novas elaborações fecundas para um coração tão românico?  


 Abrangente claridade 
na intuitiva arte que elucida as belas composições dos sentimentos? Olhos abertos e fecundos transes cheios de raciocínios, e que na mágica dos pulsares dos sonhos a divindade magistral do alvoroço Amor cantam as suas fábulas no peito enamorado?




O AMOR
 Abrem-se suas imagens e os estímulos dos seus códices atravessam o seu mundo pragmático, e assim captam os seus mistérios, a elucidação do seu próprio ser na sua sensível ânsia absoluta de se achar.

- E se assim É O AMOR... E então quem eu sou?

SENSÍVEL NO SEU ABSOLUTO?

A FORÇA QUE ELEVA O BEM, e que na escala de cada olhar se mistura a obra sensível dos atos das suas formas nas fórmulas vivas na beleza da sua liberdade. O impulso da razão prática do fenômeno do fino perfume que na sua leveza cria cascatas em formas de espirais nas belas sonatas dos poemas maravilhados. Uma bela paisagem onde a música com seu pulso delirante e seus mil vocabulários amorosos exalta a cor, sabor e cheiro do AMOR.

Voltar a ser criança, 
e no devoto mistério da natureza, e bem assim pintar as belas nuvens da esperança, e nos fluxos contínuos dos sorrisos inocentes, e assim também repousar vigilante no primeiro entorpecente olhar ingênuo, e no seu finito repouso não atiçar o deslumbre inebriante amoroso quando a gente pensa em ser grande. Pois se senta nas órbitas dos sonhos quando a gente não mais quer ser criança.

E tomba!
Que ócio! Que vara mágica com suas aflições de Baco! Um haxixe infinito com suas mentiras a atentar com suas fantasias os “sóis das ilusões”! Pois as “luas” emergem todas ornadas e pintadas e bem educadas NAS FÁBULAS DO CORAÇÃO APAIXONADO.
- EU TE AMO!EU TE AMO!EU TE AMO!

Um artista na 
realidade primitiva. Um prazer apenas estético sem a graça absoluta dos vínculos reais da existência.

Oh, montes onde os arqueólogos
 descavam os segredos! Onde se oculta o mimo virtuosismo da arte e vontade? Onde habita o gênio do belo no seu absoluto, e que na sua sensibilidade faz os corações chorarem de arrependimento? Onde se devem traçar as linhas temáticas do belo arfar do sentimento que pulsa a misericórdia? O brilho do Espírito que tanto aclama no deserto? O despertar do campo na sua manifestação intuitiva em todo o seu conteúdo e forma?

 Porque a alma
 cantarola todos os dias pelo o refrigero, e que no exterior da sua matéria o silêncio inunda as tristezas da sua existência! 

Amor!amor!

Ilusória é a consciência 
com sua aparência mentirosa, e que na realidade dos seus atos falsifica a vigência do seu vazio interior, e que na razão da sua ilusão sempre alude com suas inverídicas falas os desígnios do caráter da visão que na sua arte efetua a sua bela inocência. Ápice romântico da harmonia do amor. E que bela escultura no seu olhar com mil desenhos apaixonados!
Desdobro-me e exprimo, 
e que advém do fundo da alma. A ação que possuía razão para aclamar a contemplação que sinto por ti. O meu significado vem do sublime da tua existência, do afago dos teus olhares, da consistência do teu perfume e do instinto do gosto sensível da bela aptidão dos teus olhos. Elevado despertar do belo da tua face onde ilumina todos os trajetos das delícias dos desejos. Pois o rejuvenescimento admirável da vitalidade dos meus respiros goteja pelo o vestir da potência maravilhada dos teus sorrisos, e que no acolchoado leito dos pensamentos chamo contemplativamente teu nome:

- AMOR!AMOR!

O MAR DAS MINHAS MEMÓRIAS!

Mágico transe!
 Sublimidade de um céu que expõem a expressão da magnitude do espetáculo inesgotável do seu belo! Transparentes lentes onde nelas me adorna a imagem da mulher Amada.    

A emanação de um espírito 
romântico a avivar as inclinações sentimentais do seu coração, e que na representação do seu interior, o tranquilo silêncio fecundo do conteúdo da sua arte é uma visão perfeita do sublime no seu mundo exterior, e a metafisica do seu belo é a unidade ímpar e absoluta do ânimo secreto que bate no preencher íntimo da sua beleza, e que a consciência da sua arte revolve a intuição para assim acordar o poético do seu âmago.

Que bela insônia
 com o seu símbolo inquieto e envolto nas memórias onde o manifesto do coração cobre o calor ardente da sua suave e doce vitória!

E CLAMA:

AMOR!AMOR E AMOR!


Carlos Alberto
Albertoesolrac
Silêncioelágrimas


Brasília, 01/09/2019

12:29