segunda-feira, 1 de julho de 2013

ENTRE O AMOR E A DOR

 

O AMOR ÁGAPE

Amo-te, e como “EU” sou a única estrela da vida, eis que me jogarei dentro

do teu rio agitado. Uma lâmpada a brilhar com a sua viva LUZ, e o

eterno abraço de um pai que se lançará como jóia rara para te

acalentar, e deste alfa e ômega encher o céu que se abrirá com

o meu beijo de unção, e transbordante do óleo da minha congregação

para te salvar,

e invocar o fogo do meu espírito, e na brisa leve

do teu coração

entrar e derramar uma nova aurora.

As tuas mãos

alcançarão a conversão do meu coração,

e assim habitará o doce

ALELUIA!

 No régio átrio da constelação do incensário do fôlego que sopra do

“GRANDE EU O SOU”.

Nos perfumes encharcados de licores do meu santíssimo

espírito de benevolência. Cantarão os róseos teus lábios os

fermentos colhidos da revelação do bálsamo e da mirra que

te fará encher do espírito vivo do

PAI

que jorra a

água viva.

Oh! Aleluia!

Assim cantará a tua alma

diante da minha face, e nas angústias dos teus

olhares eu soprarei

o fôlego da minha divina Trinidade

e te arrebatará para

os meus braços de afagos.

Eu te vejo e jamais vou desistir do meu próprio filho.

Vem!

Cantam teus lábios aleluia!

E vem dormir no calor ardente do meu absoluto ímpar

AMOR.

EU SOU O QUE SOU.

O DEUS DA TUA

SALVAÇÃO.

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AS DORES

A amante é atraída pela a beleza do amado e

Eros pede um belo corpo.

O amor é uma tentativa de penetrar dentro do outro.

Uma imersão nos perfumes de instantes criativos e

constantes no olhar líquido de celebração e espontaneidade

da sua entrega as FLUTUAÇÕES do coração pelo o processo

de criações de visibilidades infinitas e intransferíveis

do AMOR entre um e o outro.

Eu sou

Carlos Alberto

e aqui termina o meu ciclo, entretanto

ainda navegarei

solitário nas palavras que irão amenizar

a minha dor, afinal…

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hoje o amor É…

 “Fragilidade é a fluidez que se aplica na durabilidade dos

relacionamentos. O modelo do amor no momento da sua

transição é trocado como se fosse mercadoria,

e essa relação

só traz angústia. O desafio de amar

é um fenômeno solitário

na consciência abstrata de quem

realmente necessita e precisa amar”.

E eu subo alto apenas para olhar o amor e desejar os

seus abraços tão aconchegantes.

POIS,

ALELUIA!

 

Liberto os ciclos respiratórios do meu coração, e inefável será o

seu cântico agressivo. A delicadeza da sua tessitura e a aura

de nutrição do seu alimento adensará os fluídos românticos, e

a exaltação da ótica transcendente do amor,

porque são nas suas

flores que eu procuro as suas hastes, e me entrego sem

recusa aos seus perfumes extasiados e assim bebê-los.

E devo beber-os porque a minha dor é tão grande!

E enquanto me corto com uma lâmina afiada

vejo a beleza do meu amor

QUE NUNCA SONDOU A MINHA PORTA.

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Oh, Deus! Aleluia!

Apresenta-te, ó amor, pois o moço estar dilacerado!

E vive de esperança a flor que se desabrocha cheia de viço,

e aos seus sonhos dourados se entrega sob o azul de um

céu de sensíveis toques e imaginações de nuvens risonhas,

e que vivem profundos nas escumas dos alegres sonhos

da corte de sua alma.

Meus olhos estão em delírios!

O nível de um mundo de fantasias é um elo que se prende nos

cântaros dos olhos com os seus perfumes que enchem e bebem

o fogo da consolação; e mudas vagueiam as visões

de ligações triunfais, porque depois vem

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DESPIDO, o furação temerária da dor! O Mar de ecos e luzes, e

também sombras nas indulgências solitárias do cais de um espírito

a submergir aos seus olhares. O “camuflado” e latente na sua

face que é só angústia e DORES nos seus olhares se escondem.

Brusco o ruído a qual se volta,

Seus olhos e os seus ouvidos.

No deleito da música se retorna,

A encontrar os seus gemidos.

Coração triste adormecido.

Por acaso fostes tu ferido?

Estou a sós contigo,

Abre-te e te guarde no teu jazigo!

Movimentar ansiando um plano para o corpo, e uma lareira

para esquentar as suas feridas, mas a sua luz crespular canta

na claridade da aparição vibrante das lágrimas

QUE FAZ ARDER as feridas. 

É a afetividade de uma carne dentro da outra?

Oh, aleluia!

Sou perturbado e na antecâmara da minha espera vagueia o

olhar sereno e lírico pelo o mundo de uma entidade que voa

como a águia em etéreas formas de um coração gravado

dentro das nuvens inapreensíveis, e que evola

do átrio do real, e a

sua obra ressoa nos hinos de uma língua efetiva de amor nostálgico,

entretanto a canção consome a exaltação dos meus olhares, e

os seus versículos caem nas alegrias que colhem as luzes de

todos os pedaços que pulsam desejos, anseios na musicalidade

da arte que abala o sopro espontâneo do idealismo das fantasias, e 

que aludem às visões das formas dos sentidos exatos, e dos

traços da estética na singularidade plena e equacionada

do fôlego de uma vida.

Assim tracei um plano para a carne da minha carne.

Aleluia!

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A seqüência do fluir do coração na cobertura dominante das suas

emoções cria vertigens desfrutadoras do fulgor idolátrico da beleza

pura dos círculos do céu de criações dos pensamentos, e no fundo

do seu privilegio, a evasão dos sonhos no propósito poético de

acrescentar a boca seus doces renuncia a tristeza, e à exaltação plena,

perfeita e pura da corporação dos sentimentos na construção do

pomar herdado do mar virginal, sidéreo deus do crepúsculo

personificado na exteriorização do clímax de continuidades

de ilustres boas novas escrevem seus beijos.

E quando a minha carne nasceu eu pulsei vida e exaltei

ALELUIA! 

Tiques transmitentes de fontes românticas nos simbolismos da

reação e estilos artísticos que se cruzam com o surto

que doutrina os vetores adjacentes da alma, e que alcançam com as suas

evidências emergenciais os iniludíveis laços de memórias, a

temática do devir da obra do amor.

A minha carne estava pronta!

Aleluia e hosana!

A manifestação da sensibilidade foca a primeira razão do

processo de afluência dos temporais contínuos do coração

nos compromissos de bater e sentir.

A gestação de um domínio tonteado pelas as reminiscências

líricas no plano criativo de uma atmosfera de adoração, e que

respira insofismável na euforia de uma alma que bebe o seu

azeite quente, e no vício da sua razão, e a galope das suas

fantasias semeia a estrela calorosa na coletânea

espontânea de um fluir de riso.

E a minha carne crescia tão linda.

Eu devo ri e será esse o meu título estético de efeitos

evasivos e cheios de mistérios?

Cantar a minha malograda companheira os vespertinos da anímica

consumação precoce

do fatal epigeníssimo da sua face?

Aleluia, porque

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FEBRIL é o caminho que atrai o encontro de uma sinfonia

lírica na identificação do ideal da minha carne na primaveril

emoção do seu imediato lírio virginal, embrechado na mente

do olhador, e sem nenhuma distânciao seu licor para que a sua boca anseie

mastigar a flor soluçante. Eu deixo nela o amor abrasador, o

sol permeado dos vestígios prodígios dos dedos que a toca

o seu mel fresco no azul profundo das suas flores

purpureadas, bebendo e contemplando o dourado vestígio dos

seus ardores. Banhando no seu místico

olhar e na volúpia de

um oceano de sentimentos que bóia no infinito

sonho dos meus olhares.

E como eu amava a minha carne. 

Oferecer a corrente dos suspiros um lampejo de êxtase, e ao

espírito de um retrato que me tem cerceado, e na sua catedral

de amor, afagos delirantes a luz crepuscular dos seus arvoredos

poéticos e vibrantes a chorar momentosamente dos seus

bardos transcendentes na exaltação da aparição das suas

vertigens que diluem as formas dos olhos emocionais e

signos simbólicos de razões, e apegos ao seu deslumbramento,

e o seu agir de prole criadora de sonhos colossais.

Sonda o coração aquilo que se passa pelo o seu interior, e

a luz de um campo originário das belas figuras das lágrimas

que no seu interlúdio o belo do seu leito emana

ondas que vêm do seu peito.

Aconteceu a separação da minha própria carne. 

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Eu te avisto!

És tu?

Essa noite não dormirá comigo!

O estímulo vivificado do olhar sereno entre gotas de

sensibilidades vêem os anseios de um quadro de um rouxinol

a beber o cântico de afeição nos desejos que passeiam pelos

os galanteios dos aromas do seu perfume.

Vinde às janelas, pois inegáveis é o despertar das minhas

fantasias, e a volúpia do ímpeto da atração, os seus namorados

arrepiam o louro olhar de veemências dos seus corpos que

ousam se despertarem e nos lençóis do seu disfarce,

e a sua face me saúda.

Volve-te e atreve pedir os seus sinais e partilhar a sua

bebedeira desgrenhada a beijar cantando a sua voz

na aurora sincera que começa a chorar!

São ardores DA LUZ CHEIA E SINCERA que se

dispensam e depois se adentram na alma.

Entro, pois as suas portas se abrem e as primícias

dos palpites do amor são uma provisão hospitaleira na

peça íntima do primogênito a beber do seu sol, e o úmido

coração, o sacrificador se abre em curiosidade, determinando

o instante momento da indução

de um frescor.

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Veste de adornos os meus olhos

Com teu jeito de elísia beleza

Ferve as ocupações da minha mente quando me deito

Quando para ti lanças bosquejos

Mãos delicadas fluindo beleza

Quadro que te acompanha cheio de desejos

Vapores deliciosos dentro dos teus beijos.

É

FEBRE QUE  

Adormece os lábios nas cinzas consumidas

Convulsa e insana a DOR agita

Cogitações e melancolias de um calor emunctório que

se fixa colérica e forte.

E mais uma vez morri.

Expulsar?

O cântico predomina e as expressões dos seus dramas de brasas

interligadas na ópera convencional, e o cenário de ações dramáticas

é um mero suporte onde na sua estrutura devo ser o seu representante,

e no seu novo modelo de reação eu canto e danço,

Fantoche dos seus rodopios.

Eis que se volta à velha rotina, e

Estéril e arraigada é a arte frívola de um amar profundo, e

a moda efêmera das suas repetições causam dores e não

mais restauram a caricatura copiadora dos extremos dos

meus pés e a ponta do meu nariz

garboso que derrama sangue.

Vi-o tão inocente e me mantive fascinante ao seu primeiro choro,

e as evoluções dos seus suspiros eram as minhas ostentações

de respiros, e dele eu fiz o som visível, e audível fiz

transitar a luz de admiração como também escrevi o seu nome com um

bisturi no meu coração, e na significativa justaposição da

sua alma e espírito eu citei a mais sublime das expressões,

condensando na sua pele a síntese de uma música romântica

que a ele ensinei, entretanto o meu anel de

aliança me foi devolvido.

Por favor, saia!

Titãs do universo e trovões.

Raios de um deus furioso que me oprime.

Possessões simultâneas de dores e lágrimas.

Monumentos de noites que não se findam.

Senhor essa noite a matéria se origina.

Receba gracioso o teu menino.

Nove meses, assim nasceu o divino.

Temporal variante do senhor olimpo?

Estou sujo e o meu sangue não se limpa.

E das minhas narinas algo escorre e não é tinta!

Será sangue? 

Míticas tragédias retumbantes que alucinam.

Juntar essa noite uma mistura gloriosa de vapores angelicais na criação de um

coração de menino, e nele se imaginar divino de efetiva

transição na arte de se desenhar a inocência, e se fartar

com as suas delícias. Esplendidos sabores ao colecionar todos os

seus pensamentos cheio de grandiosidades dentro de

um coração de menino.

Pare! Estar nascendo e ele vem sorrindo!

Quem?

- Ora, o seu espinho!

Alegramos porque ele já nasceu sorrindo!

Ora, optastes pelo o sexo! Escolhestes no lugar

de uma menina

um menino!

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Com boca de volúpia que entontece

E nas suas asas sombras do teu vulto

Sedutor e lânguido tua alma se fere

Esse é o teu indulto?

Feri-te com as manchas da sua luz

Logo depois ele recoloca o seu capuz

Melancólico amor de morte

Odor que o cerca e tão forte

E morto seu coração cativo foge

Envelhece sua puberdade que erra

Na viva sonolência da sua terra

Seivas de sonos do licor mau se serve

Flores taciturnas de florescências

Pisoteia e mata a inocência

Fosforescem desejos de aventuras

E quem o olha só ver doçura

Congeladas veias frias e turvas

E nelas se derramam angústias

Olhares de masturbações e vício soturno

Dores agudas que não se mudam

Céus a ti acudam!

Esse seus olhares de formosura!

Pois a peste imensa te inquieta

E se arrasta na tua vida

E não te mostra arrependido

Que mal é esse assim tão desconhecido?

Chagas que se movem escondidas

Felinos dentes do pecado

Contigo vive abraçado.

Ele faz parte da tua carne?

Portanto também… Eis em ti o culpado!

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  Arranca-se a flor do campo

Advirto-te que ela animará as festas

E nos jactos de saída dos teus olhos

Levantar-se-ão muitas promessas

Ceifadas os instantes das tuas alegrias

Viços de feitiços tão sombrios

Melodias embriagadas de um véu oculto

E pensará que é a aurora que brilha

E ela as suas pedras te atira

Voz incendiada de hálito curioso

Oh! Tão pura e ditosa e também formosa!

Ela não terá o teu belo rosto

Perfumes que abrasas e move todo o corpo

Pálpebras fugidas aos soltar seus sorrisos

Por que dela não te esquiva?

Dentro da sua alma a serpente é viva

Lânguida, danosa e fugitiva.

Doura sua pele a agonia

E dentro dela não pulsa vida

Coração sem pátria. Anjo caído

Um proscrito na luz refletida

Ansioso no seu interior voa livre

Estéreis e monótonos sopros perdidos

Na sua arena grandes alaridos

Esgotando os seios os gemidos

Fundem-se em estonteantes gritos.

A FLOR DO TEU ORGULHO

É UM MENINO?  

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 “Minha carne sente a chegada da ágil penetração flagelada

da ponta de uma agulha, e na nudez da minha dor se aguçam

os gestos na minha boca e faz bailar as lágrimas nas canções

tristes dos meus olhares, mas dentro de um poema

permeados de angústias e dores, entretanto

ainda avisto o AMOR”.

 

Abro a porta do meu quarto e cerro a sua trava, escodendo-me de todos aqueles que me ferem.

Brasília, 02/07/2013

E que eu descanse em paz.

 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

O ALTAR DAS PAISAGENS

 

 O ALTAR DE BELAS

PAISAGENS

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Na elegância do seu timbre de voz.

O espírito com sono

próprio passeia nos ares formosos de uma alma que se

desperta, e dentro do seu jardim recebe os seus bocejos

de louvores das suas fadas, e a fecundação perpétua da sagrada

fascinação de cada tiragem dos seus exemplares,

talhadas em múltiplas cores e sensações de fulgores

luminosos, e das suas idéias, as estrelas na instrução

do corpo quererem alcançar e vestir os ímpetos

infinitos de todos os  orgasmos do seu corpo.

O olhar sensual e o imenso amor nas ações

embebecidos da sua boca a pregar mais uma vez, à luz

incandescente das suas memórias que ainda te ama e

por ti aclama a eterna providência dos

teus mimos e niquices.  

PORQUE OS TEUS OLHOS

SÃO SIGNOS

MÍSTICOS E LINDOS E

TRADUZEM O

GOSTO DO ODOR

DO PERFUME.

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  Por que lindo é te olhar e sentir o coração bater alucinado,

febril pelas as delícias da tua face e o encanto sublime dos

teus olhares. Leva-me agarrado na tua pele e dentro da tua

alma feminina. Enroscado nos anéis dos teus lábios e

bêbado. Tonteado pelo o perfume do teu hálito que é o

portador secreto dos meus delírios. Abra-te e receba a

entrega do meu fluir, e assim sentirá o gostoso de me sentir.

Pois voar…

Voar e ir até ao céu ou então o fazer descer e cair nas

tonalidades dos nossos corpos. Pois a emoção de ficar com

contigo é o meu vivo prazer, e através dos olhares do teu

luar o sol ardente das repetições das peles uma sobre a

outra é que escreve,

E na introdução, antes do primeiro CAPÍTULO, ESSA

será a NOITE DOS TEUS SONHOS, e SEREI AS

ENCHENTES DAS VOZES PARA ARREFECER OS

ÂNIMOS DOS ARDORES DA

TUA ALMA DE MULHER.

É só fechar os olhos, pois sou adepto dos teus cirúrgicos

toques, e que são preenchedores das tonalidades

que realça a minha estonteante

face de amor.  

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Fixar meus olhos e fazer dilatar as minhas pupilas,

e no principio de intimidação de um desejo visualizar

uma sedução se formando, despertando delícias

inconscientes ao contato prolongado dos olhares, porque

a boca é símbolo da sedução, e os lábios fazem brincar

a imaginação que toca sensualmente o flerte das

provocações das atrações, e que são os maiores estágios dentro

de um sensível coração. 

Inclinar lúcido para os seus seios que suspiram?

A aurora das flores e cores de um grande amor?

A rosa fresca que goteja o aroma e delícia de sabor?

O meu sentido é ser fixo e dá um golpe no teu coração,

e produzir nele manifestações sem controle da tua

alma, EIS AÍ A TRAJETORIA RITUALISTICA das

minhas noites que escutam o meu coração, e que comigo

bebem extasiados de um aroma tão celeste.

O seu sol ardente.

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  Entrego-me a cama entre lençóis de insônia, e uma brisa

de um hálito que me alcança com melodias e solfejos de

uma boca faminta. Aroma de sensação de um colírio

que arrepia a língua, porque quando te sentires perdida

os meus olhares poderão te ajudar,

Eles te amam!

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A ereção de um sonho na intensidade do orgasmo

do coração.

O diâmetro dos meus olhos induz uma pequena e tênue

luz que acelera as batidas do meu coração; e sem resistência

ele se entrega aos receptores dos pensamentos, e com

um vórtice que capta a velocidade dos abalos sensíveis.

À noite e o corpo nos delírios da sua própria sedução.

Oh! Acordar com os primeiros reflexos de uma Julieta!

Uma estação de cegueira e profundidade de vícios

estacionários nas emoções de uma alma

prontas a explodir?

Eu te guardei no meu coração, e essa noite eu te retiro

de dentro de mim para viver toda a eloqüência de um

grande e verdadeiro amor.

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Beijar o desejo de um amor é identificar e justificar a

devoção de um espírito que escreve a saudade profunda

na pele das suas asas, e a lança ao luar das suas fantasias,

nos lírios comovidos que mexem e dão vida o paraíso dos

olhares, de largo sol que bebe a graça e o riso que são sentidos

no silêncio a debruçar, entre os olhares, queimando a

harmonia das flores que se deitam e ejaculam seus perfumes,

espargindo aromas no jardim dos cabelos que evocam

fulgores sedentos de ventos purificadores, e que enchem

toda a viva alma. Por que cheia é a tua formosura! É um

tesouro divino e gosto de fios de ouro a delirar no céu da

graça da minha face que amanhece sorridente! Embrulhada

no viço dos teus estonteantes sorrisos que se mostram

radiantes e suspiram ainda mais belo por saber que a

noite mais uma vez chegará e brotará a minha vida

dentro do teu sol radiante.

Tocar-me

Olhar-te é como deitar os olhos em toda a superfície

do teu corpo e beber extasiado de cada

complemento da tua face.

Céus! Assim eu transcendo os limites angelicais e me

levo aos vôos celestiais por dentro de ti e que saltam

para a vida!

Se essa é a tua face certamente ela é morada dos anjos e

sobre ela transita um trono celestial e divino, porque

quando para ti  olho é como vê o céu sobrecarregado

de serafins e querubins, e os meus olhos se tonteiam,

e o meu coração pergunta quem é você?

Eu sei?

Por que te olhar é fazer fluir dentro dos meus lábios o

espelho vivo de todas as tuas delícias.

Prazer maior é te flertar e fazer correr dentro do

coração o néctar profundo de delícias que se agrupam

para depois se espalharem se extasiando com tanta beleza. Pois

belo são os teus olhos cheios de paisagens deslumbrantes,

PORQUE É DENTRO DOS TEUS ABRAÇOS que o

rouxinol domina e conquista o espaço da tua alma,

e a mulher sonha ajoelhada com a sua aureola de pérola

onde começa o seu céu até o descanso dos seus abraços

agora nos dois sóis eloquentes!

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Por que beber de uma fonte pura e dela sorver o

ingrediente ímpar? Jamais viram os meus olhos beleza

assim igual a tua!

É completa e faz o coração tombar em êxtases de

sonhos eloquentes, isso porque os teus ardentes lábios

pulsam por um licor sublime, e a tua boca só é desejos.

Céus!

Alcançar os teus vôos e contigo subir a um átrio é

como nascer de novo, isso porque tu és a própria vida

dentro de uma vida que tanto sonha contigo! Como

você é linda e tudo que é teu jamais sairá

dos meus pensamentos.

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Existe na tua face um doce atrativo cheio de esplendores

e que faz os olhos dançarem quando para ti se dirigem.

Porque transitam olhares açucarados e resplandecem o

absoluto grau infinito de uma delícia que se desloca

pelo o interior da tua alma.

Olhares QUE SE MOLDAM nos anseios que incitam

as sensações que analisam o que ver a menina dos olhos

que designa o seu próprio espelho, e que abriga os

reflexos dos seus sentimentos, fazendo sacudir o grande zéfiro

do Eros Órfico de um Cântico que abriga o detentor

dos seus sopros e o arqueiro que o acerta.

Ardente e imortal é o mundo da minha noite que

brinca astuto com as chaves do meu coração e soltam

os seus múltiplos suspiros, insuflando-lhes vidas, e

em cada sopro um desejo nutriente de uma bem-aventurança

para sacudir um espírito que alto voa, e os seus dons

fazem brilhar milhões de estrelinhas que explodem

em outros milhões de arco-íris cheios de açucares.

Que delícia receber assim uma estrela que se deslocou

do seu universo e causa estonteamento aos meus olhos?

Que delícia receber os seus fluxos e depois fechar os olhos

para receber por definitivo as suas visões.

Novamente o teu ÊXTASE... Isso me rodeia e causa

ferimentos na minha pele que grita pela a delícia do fechar

dos teus olhos e os segredos que dentro deles habitam.

A minha-água viva tem fonte eterna e o seu

ciclo é imortal.

Um espaço fechado. O prazer dentro de um

universo evocando confessionários de lembranças com

dormências à língua na exposição evidente da consciência,

convertendo a emoção dentro dos desejos aromatizados,

extasiados e contagiantes do júbilos sensuais. Efeito da

pele que entra na boêmia sublime de delícia e elege como

ímpar cada sutil olhar.

Como é doce penetrar nos teus olhares e dentro dele

recolher cada reflexo pulsante do teu perfume, e ainda

alocado na luz da tua visão fazer desenhos cheios de

imaginações, ficções e ampliar os teus sorrisos, elegendo

os teus lábios, porque os meus olhos fazem confidências

um para o outro da delícia da tua boca com o complemento

da tua língua que atiça vida.

Exibir esboços de idéias românticos na personagem

que consola a leitura dos lábios, os cenários excessos do

amor exaltado na noite que consome as tempestades

realizáveis dos sonhos, e que experimentam as reencarnações

dos cândidos fantásticos desígnios sensuais do gozo

que se entrega aos prazeres.

TE-DESEJO

O prazer supremo de sentir é uma forma sagrada de alcançar

em uma ligação de olhares, o íntimo universo para a

liberação do equilibro de um espírito que realiza com

a sua deusa o pleno ato romântico da ejaculação do

amor, estimulando a finalidade principal de se amar

e ser amado.

Então te agita, ó coração! Bebe os bálsamos de licores

e das delícias íntimas deixando flui a eloqüência

dos toques profundos de sensações elevados nos

estímulos sensoriais de uma pele tão doce! 

Voando sem fim nos espaços da sua alma luminosa,

braços pelejantes de querubins, despertando os róseos

sonhos nas suas noites que antecedem as suas fantasias.

Arrastando gentil o esposo na aurora azulada dos seus

olhos e nas flores do oriente da tua ceia. Aspergindo perfumes no

brando leite onde o trono escuta canções serenas e

cândidas, exaltando a princesa que nas  suas aventuras vaporosas

festeja serena e sorrindo com os seus lábios palpitantes, desfradando doces a

cintilar entre sono que chora de felicidade, e saudando

a noite que não se finda, e gotas trêmulas dos efeitos

das delícias clareiam ímpetos as bocas se abrindo,

hospedando o vicejante retocar das pétalas que

crescem ao fumegar do fogo que desabrocham

sonhos festejados e tão lindos.

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Juro-te amor eterno e beijo a tua face com olhares de

escravo, porque nos crepúsculos formosos dos teus risos

me embriago melodioso no lindo, lindo… Lindo céu do teu

rosto que exalto, enlouquecendo a mulher formosa que

ressoa no seu alargado corpo a vibração viva e embriagada

de olhares em gotas deleitosas e úmidos de prazeres  repletas

de delícias e gostos.

E os meus sinais revelam que eu estou

enamorado por você!

Por que os meus olhos sorrirem quando me olha e se eu

te rondo, sonda-te os meus olhares, e quando me olhas

eles se afastam para depois te enxergar ainda mais

bela e doce quando me perdes de vistas.

Na dança das seivas de vitalidades eu bebo no teu leito

os perfumes que se derramam, pálido e convulso nos

teus seios trêmulos abro a tua fórmula que me aperta,

e feroz no teu colo pego o teu sudário e rasgo o véu, e

súbitos caem todas as tuas estrelas, reanimando a forte

luz que incendeia os braços que se rasgam em apertos

e faz os suspiros ondearem a boca molhada de mel.

Pálpebras se fecham na Imortalidade de sonhos de

brisas e perfumes nus entre flores que alvejam peles,

no sono que emudece espíritos e nos alcances não

restritos das suas mãos que circulam ajoelhados exalando

amor, banhando de lágrimas ardentes que pertencem

tanto a um como ao outro.

E aos ruídos dos sonhos uma valsa que se deita nos

prazeres das formas belas dos seios quentes a queimar

o corpo nos festins de murmúrios soluçantes,

entrelaçados por dois amantes nos vivos soluços que

mistifica o sentimento

SIMPLESMENTE ESTONTEANTE AS VISÕES

SECRETAS QUE SE DESLOCAM

POR DENTRO DE MIM!

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  Formar dentro de mim e não confundir os momentos

de liberação da grande razão do mover do meu

livre-arbítrio.

Forçar a educação dos meus suspiros e retirar

deles o meu alimento, conhecendo-os e constituir

como exercícios livres para a minha respiração

que goteja inclinações extraordinárias aos desafios

que se alinham dentro do meu coração para tornar

o homem mais sensível e mais profundo de sentimentos.

Vem a mim a tua medida?

Um ritmo evolutivo dentro de uma estrela que nunca

envelhece, pois a via láctea têm ordens e o sol da

interação do seu nascimento desencadeia anéis de

pérolas reluzentes no seu observatório de prazer e

delícias que propulsionam e capturam os empuxos do

coração na exploração do Sol e Lua das seduções,

pois nos seus truques crescentes, estendidos pela

face, boca e olhos,  as suas flores gustativas disparam

açucares que se ligam a substância, porque sempre

me sondas e procura sentir a minha força, entretanto

  vou me fortalecer para vencer a tua resistência,

conquistar o teu castelo e obter como prêmio

exemplar a princesa que nele habita.

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E quanto mais a águia aperta o meu coração,

EU sinto

O seu ritmo respiratório que me envia os seus tremores

dos fluxos de um odor feminino, e a sua vibração efetiva

medita nos laços de um corpo que se entrelaça dentro

de si mesmo para receber o cosmo que liberta o ambiente

fechado, e move o óleo da boca fazendo uma massagem

intensa no tabu de uma língua que explora o seu corpo

  no ápice da sua posição unificadora.

Enquanto isso uma águia aqui veio e roubou o meu coração.

Por que me atacas e tenta alocar no meu coração as

ardências da tua face e o perfume íntimo da tua pele?

Céus assim eu morro!

E a águia aperta o meu coração.

As palmas dos entusiasmos na alma movimenta

o mundo aberto da formosura da face que recebe as

mirras odoríferas que adornam as pálpebras

molhadas de ardentes lágrimas, e dispensas, alegres

e coroadas do crepúsculo da noite que cumpre o

seu papel de me fazer sonhar na fonte vivente que

adorna coroada a alma que se reclina nos extremos

dos pensamentos e saúda o seu coração:

SOU EU!

VOLÚPIA

Teu salto é alto mas circula em cada andar do meu espírito os teus rodopios

E BEBER CONTIGO É VIVER ABRAÇADOS ENTRE DELÍCIAS DE PERFUMES E NOS FÔLEGOS DOS SEUS SUSPIROS ressuscitar uma nova vida. 

DOCE É TE OLHAR E APRENDER A VOAR CONTIGO, E NOS TEUS BRAÇOS SE LANÇAR NOS ALTOS SONHOS DO CORAÇÃO, sendo aquecido pelo o sol dos sonhos.

Noites ardentes que causam visões cheias de delícias ao corpo trêmulo que ensaia os seus primeiros risos intensos, e a fusão de um elixir avassalador de emoções decifra que o silêncio é insaciável por que dentro de mim,

Doces lábios molham minha língua,

Mãos de urgências arrepiam meu corpo,

Agita respiração e que excita,

O beijo que queima o coração,

E as vozes das volúpias se derramam

Entre olhares e sedução...

E as suas ações?

EU ESTOU VIVO!

E VÊM OS GRITOS!

 

“Estou no décimo quinto andar de uma torre e será aplausível que eu suba mais um degrau, e aí alcançarei todos os seus desígnios e suas maravilhas.

Céus! Espero que o meu elevado não chegue para me levar de volta!

Não quero descer!

Preciso sentir e ver!

Devo voltar ou esperar o céu?

 

Carlos Alberto

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silêncioelágrima

“Fiz boa viagem entretanto eu vou decifrar esse enigma”

 

Brasília, 21/06/2013

23:12

 

domingo, 16 de junho de 2013

SIMPLESMENTE M DE BORBOLETA

 

ENIGMAS DOS SINAIS

 

Ouve o espírito do meu ser e faz saltitar em ti as suas delícias, pois a articulação das palavras que saem da sua boca são carícias suaves, e pela a sua voz exalta a liberdade do amor dos teus olhares e dos teus entusiasmos cheios de desejos. Elas irão para o teu colo onde tudo é só luz radiante.

Joias reluzem no teu corpo e me apraz a inclinação da tua face que se debruça tocando a água da minha boca que sente a floração da tua beleza ímpar.

E os júbilos dos teus sorrisos sobre eflúvios de delírios é uma efígie que move o andar do meu coração nos suspiros de existência da minha alma, e que segue vibrante e radiante com a bela mulher onde aflora entorpecido e fascinante a sublime forma de um anjo.

ENTRE SIGNOS E SIMBOLOS UTOPICOS E NO MEIO DE

“M”

FACE A FACE

FOI REAL?!

Eu sou sei que

Os meus olhos pasmos volteiavam na vertigem da sua valsa corpórea que fez vibrar os castiçais dos meus desejos!

E vi que o bombom que me foi ofertado estava cheio de recheios! 

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Fazer rolar na boca o bombom ate chegar ao seu licor a mais!

E o que ele faz?

Saudar os relâmpagos que cobre a tua face e nela fazer jorrar harpas de ardores de melodias devoradoras que brincam com a graça dos teus olhares tão extasiados! Doce claridade que vem das estrelas dos teus olhos, e na exposição da sua luz, converter o súbito projetor ao postulado dos seus atos, e na lucidez da tua boca que não comete transgressão viver e sentir a competência de uma visão da ação do ardor que se liga no cósmico de uma delícia.

Pois eu vou aos seus doces arrancos.

Ganhar batalhas e espargir seus perfumes.

Ousar embebedar a força e depois cair no seu êxtase.

Ferir a sua instância para brotar mais mel e lume.

E nos seus sábios lábios me ornar com todos os seus anéis!

E fazer cairem avulsos os teus papeis!

Todos aos meus pés! 

Entregue

Advirto-te que a coleta das manifestações das minhas emoções vai assinalar a matéria do teu corpo, e sobre ele derramará os teus risos interiores, sendo triunfo das expressões dos meus e teus lábios,

Pois te afasta os teus braços e desfere golpes de avanços no cenário do teu coração que será o alvo na mulher que é grande.

A sua fonte é a inspiração do amor e a natureza dos seus campos é o abrir do manto calmo nas noites que se entreabrem e desabrocha a pétala perfumada da sua alma que bóia no veio do paraíso dos seus seios, e que aclama pelo o amante que rasga o véu da tua palidez, percepcionado com olhares das mãos a virtuosa marca da imaginação dos teus desejos, conciliando o teu dom virtuoso com a exposição das delícias dos teus tremores, pois a fonte da tua alma não vedará as vertentes dos teus peitos que se derramarão na formosura do encanto dos teus sorrisos e lágrimas de felicidades e encantos.

Fogosidade é a medida de cada membro do teu corpo, e a impetuosidade dos insultos dos seus elementos criam o meu prazer estético que acorda o meu inconsciente.

E eu aperto com os dentes o meu bombom

dentro da boca até espargir o seu licor a mais!

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Eia! Vivo estar o que foi morto!

Pois ele recolhe os ecos e os modos de sustentações das várias fases da mudança de uma língua que abraça o silêncio, e os exercícios das suas sensações no mundo que povoa os seus sentidos!

Oh! Que delicias os efeitos dos beijos de amor na alma romântica enamorada que ouve até sons despercebidos dos ouvidos mas sentidos pelo o seu coração!

Oh! Ouçam a coroa de glórias das aparências de um silêncio que é possuidor de tão doce ardor, e que brinca com os lábios e fazem os olhos repousarem dentro de uma boca tão deliciosa?

- De quem vos fala doce amado? Do bombom ou do seu licor?

Trovões e gritos de fogos que golpeiam um rosto que saltita na sua calma e nas cenas das suas estrelas caem gotas de amor no bosque dos sorrisos viventes!

A propósito quem é M? Pois ela sempre te inclina às mãos e o seu bracelete faz a união de duas almas eternas? E a ti permites que suba nas suas estrelas!

E que inclina a tua cabeça e observa um dom de onipotência de um sintoma irresistível que permite um olhar ao interior alado de um coração?

Acolhe-me e foge para a tua liberdade, despertando o teu sensível e não me negues os efeitos da percepção da tua alma nos feitios do doce dos teus lábios de duplos significados, um que falas que me amas e outro que sonha com a tua entrega.

Devo outra vez apertar o meu bombom?

Na vibração do mundo dos teus sonhos, e nas revelações mágicas do transportar da seiva dos beijos, e nas mordidas de uma língua que pausa no céu de uma boca e raspa na sua toca as delicias das flores perfumadas, transfiguradas e românticas na sensualidade até dos olhares, os dentes trituam o licor.

Deve sussurrar a boca ou cantar os doces efeitos dos símbolos triunfantes?

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Perscrutar os mergulhos de um corpo e nele capturar a preservação da água incrível da grande pesca do coração, nadando dentro do seu santuário, a sua bela fonte de amor termal, e com um colar de ouro ao pescoço, e na temperatura da pele que enfeita a sua jóia, uma borboleta que é o seu pingente, e ela se solta do seu cordão e voa em busca do alimento para trazer até a sua dona e alimentá-la no seu esconderijo.

Entro para o mundo da tua matéria, e na cadeia dos teus sentimentos empurro a chave e ela abre a tua porta, e a vista do seu interior se prende nos círculos emocionais dos teus olhares que sente prazer em ser admirada e exaltada como linda mulher.

devo me deitar sobre ti?

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 O coração sente o vinho e ingere o gozo alegre em pedaços de sentimentos. COMAMOS E BEBAMOS E DEPOIS ENCONTRAREMOS o ri da luz de um coração que mistura sabores de alegrias para cingir de prazeres a dança do ventre que semeia a própria fantasia do ritmo da sua festa!

O céu de aroma beija a primavera da tua boca. Carícias bordadas de estrelas que saltitam quando são tocados pelos os teus lábios.

E a borboleta folha um hino sereno e dourado nos azulados braços nus, e o peito na campina rápido se abre como uma várzea de cachoeiras, asas ligeiras, pois fluindo o sutil fogo da língua no teu pescoço é a asa que voa e que pede e implora o vagar de um fôlego que sobre teu corpo se entrega sem forças... E forças crescem, quebrado os teus ouvidos, iluminado o prazer de um vinho forte e suave na extensão do teu corpo que preenche a tua alma e nos pólos vela a luz do teu prazer.

O licor do bombom estar quase chegando! 

É O MEMORIAL BRILHANTE DOS TEUS PEITOS QUE carregam secretamente a borboleta de ouro que eu te dei para ficar por definitiva encostada aos teus seios a juntar o teu mel.

E ela só voa quando mando que ela venha até a mim e traga de ti o suor adocicado pelo o licor do teu bálsamo.

E o moço chora de felicidades! Gozar do lirismo das DELÍCIAS DO LUAR do teu corpo e se deixar estrangular os soluços, reconhecendo o sentimento que escreve na pele os desejos que esmaecem em glórias de ardores que se arremessam e se debruçam no coração que se desprende e arranca o seu último botão florido em suspiro.

E a flor da tua boca me roçou!

Rodeados de apetites e mordidas que tocam o jardim onde está escrito no seu manuscrito e se destina ao vento que rasga fogo das narinas.

Eu nunca tinha visto!

M entreaberta para minha face olhava, sorria e vivia!

O momento do nascer de um mundo face a face e a hora que ela descansou com olhos fechados, pupilas ardentes, lábios lubrificados a espera da aurora.

Resplendores singelos e translúcido de perfume azul com fronte sereno de amor e flores rendadas que entornam emoções submersas no odor de mulher, céu que não se contém dentro de um mar imenso que flui a existência dos cânticos repletos de súbitos decorados suspiros, e que selam o leito do imperador que rasga o sudário dos dedos em hirtos à luz dos olhares que arqueiam decorados pelas as fantasias dos delírios, e ela se entrega.

O BOMBOM SE PARTIU E O LICOR CHEGOU.

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 Uma fada comovida e graciosa que inspira os sonhos que ardem e que se abarcam aturdidos pela a noite que e suave, e atraída à morada que se ajeita para receber os mimos que contemplam a sua espera, e que sem paciência já jorra a graciosa beleza.

Pintar a nau e deixa-la correr nos doces reflexos das ondas gigantes que se formam, e capturar arfares e balanços em todo o seu corpo! Um viço triunfante ao coração que eterniza as suas vibrações, tocando com as mãos de titãs de pérolas no fundo do seu vaso, e em uma longa e ardente viagem desfrutam dos orvalhos doces de M. Um espírito nublado de paisagens e o pranto correm na suave paz.

Banhar a calma misturada em flores, e no infinito cheiro da sua essência usar o seu idioma de sussurros e múrmuros, tecendo os odores vertentes do langor da estrela que invade o vinho que tonteia a mente, e que na sua volúpia arfante do peito, onde o vapor intenso de pensamentos se incendeiam, é o alvo da sua alegre pousada que se estreita em abraços de lírios ébrios no altar crivados de desejos, misturando as flamas das formas corporais que ardentemente se queima e se deleita, arfante, delirante no seu aconchego, e a nudez de gotas em diademas sobrevoam a cabeça do cetim dos seus olhos, e nos círios de cristais do fremir por dentro de ti são todos os ensejos.

Misturam-se ondulantes os vapores da tua boca e róseo há de talhar no teu hálito

os faróis do belo que te pinta a luz dos teus sorrisos, e no inteiro comovido do teu corpo ímãs que atraem sacudindo os ritmos,

dividindo o corpo.

É uma delicia beber dos teus olhos e seguir os mistérios dos quais me convida.

E rola a gota expressa de reflexos dos sóis que aquecem as razões orgulhosas e febris, e que cismam dos mistérios das insolências de uma pele que se aquieta e jamais sobre ela morre o sonho que transita nas leves pálpebras que se abrem e se agitam, e termina os seus sabores dos momentos de delicias rasantes ao deus sábio da esfinge fumegante que arrasta para si o ar dos movimentos dos lábios que bebem a abissínia do seu atrevimento.

Sobe e desce!

E o licor a mais do bombom aparece! 

Olhando M dos pés ou da cabeça ela é a mesma!

Envolvente a calma que contempla o fogo que regressa ao santuário das preces das bocas que embalam ecos inflados de perfumes e incensos que se vestem, e vagueia funda a lágrima que se chega ao artificie de um ruído de um suplicio tocando a ceia do espírito que destemido sussurra na aconchegante inquietude que o aquece.

Convertido pelos os perfumes,

É assim que ela se veste?

E O LICOR DESCE. 

Cartas de amor se arrastam nas proporções fantásticas dos cabelos sobre farturas de fantasias que escrevem na alma o exilio de uma dama em turbilhoes de frascos de aromas.

Qual escolher?

X dos pés ou cabeça?

TODO O SEU LICOR É DOCE!

O exótico florido que sorri e transforma exposto nos seus olhos os acoites ungidos de estrelas QUE OUVEM O MAR DE GOZO A GARGALHAR e ouvem as línguas dos milhares de lábios que se cruzam e vencem ardentes mergulhados na sensualidade e na atmosfera da sua sagacidade!

Existem obstáculos quando se admira um campo?

Então te derrama e tomba o teu perfume frouxo e encantador, e bebe e come da vontade radiante que te incendeia M os olhos no nobre instrumento que sem recesso suas cordas se tocam forte e profundo, o cérebro discreto se infiltra nas vozes que vibram o êxtase das cordas que se tocam sensíveis nos embalos das graciosas façanhas que em sonhos se convertem.

E o licor do bombom tranborda mais doce e sublime! 

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 Embala o arco que morde e não explica o que sente quando a tira a sua flecha, e que vive o seu alvo o seu deleito quando ele acerta.

E nasce assim o amanhã tão lindo e cheio de palmas que despertam os sorrisos que vêm vindos aos montões, resplandecendo os lábios que acordam sorrindo em busca das faíscas cravadas, e que voam na alma do todo poderoso amor, fortalecendo as suas musicas que escutam as batidas do meu coração, e aqueles que me verem dançando não ouvem o ritmo do meu fôlego corajoso que fortalece o encontro da criatura diante daquela que estar aprendendo a voar.

E nem sabem que adoro chocolate com um licor a mais! 

Mas eu te farei alcançar os estágios nítidos dos desenhos coloridos usado para a impressão das tuas emoções, e na paleta do meu pintor misturarei o claro violeta para o nascer do teu sol nos primeiros olhares dos teus olhos quando os meus olhares te encontrarem.

Emudecer o vocabulário da tua boca e pousar na ladeira dos teus lábios um beijo de vulto gracioso e quebrar encostrado ao teu corpo o espaço que me separa de ti, e durará horas o iluminado debruçar de um coração a exprimir com hálito de louvor o teu êxtase de amor!

Sente-se um alvoroço no pélago da alma e faz suscitar o bálsamo de uma essência que percorre o nosso interior. Como é delicioso sentir os calafrios que vêm doces com a sua pintura e nos marca o coração! Como é suave o ouvir ritmado de um cântico sublime que nos arrebata ao céu da sua grandeza! Posso sentir o fluir dos ritmos do meu espírito que se lança nos vôos celestiais dos acordes que abala e tonteia a alma que se agarra no seu perfume! Sinto os meus pés no zéfiro soberano do AMOR A ME TOCAR!

Retorcendo e cortando a veia aberta da garganta, e nos pelos os seus músculos que convulsiona o coração a rugir o íntimo, o palpitante e descomunal de uma atração de contrações caudalosas, fazendo vingar os gemidos nos acesos dos seus olhares que se dilatam para receber os fluxos de ais que se abrigam no fogo, e nos vestígios dos seus gritos não esquivar a boca para soltar o equilibro do seu universo na exuberância das manifestações da sua festa.

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  E ÀS VEZES PARA O CÉU SE OLHA

e no seu colo claro acordam os seios que se vestem de purpúreas rosas, e os dedos na sua fonte roça o ermo da couraça que arde o fogo das chamas dos olhos. Miraculosos e nobres, saciando o arder divino do leito da campina que percorre o coração, e que joga os ventos de hálitos abraçados em um ritmo ritmado, afáveis e cheios de graças, tingidos por uma lua de afrontas de olhares que circulam e depois inundam o amor no latejar dos abraços, e dorme a face nos sonhos que se guarda na alma, e que é tocada por beijos cheios de astros. Cachos de perfumes que explodem e remam seus odores trescalantes para a sede dos sentimentos, e esses abrem os seus braços e bebem do licor da concha que febril se derrama!

Oh! Meu Deus! Eu a adoro e a amo!

E o licor do bombom vem e por fim ele se derrama!

E a boca se enche da sua fleuma!

E, neste momento doce nasce:

“EU TE AMO!”

 

   

Carlos Alberto

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Copacabana dorme enquanto me levanto sorrindo!