segunda-feira, 21 de julho de 2014

UMA SINAGOGA DE ACUSAÇÕES


Recolher 
as 
instruções 

de uma alma e
 comparar as suas acepções 
que são sentidas
 NO SEU ÍNTIMO, 
e nas 
significações dos seus sonhos
 em 
movimentos, e nos seus estados
 ainda
 livres, e de elasticidades 
de uma
 grande vontade…

Preencher aquilo que quer 
sentir 
o coração.
Medimos exatamente o seu 
tamanho
 quando cheio de dores
 profanas. 

32

Eis a minha 
província!

A oficina dentro de uma 
SINAGOGA 
que me acusa e me mostra o 
seu Vulcano.
A derramar as suas cartas 
proféticas e mentirosas diante 
dos meus olhos.
Ah! 
Que ardente administração 
sentimental!
E que nas suas conversões não
 praticam suas orações puras, e
 sim, as fazem lhes abrirem os 
olhos e glosam com risos de 
escárnios do meu estado
 emocional.
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As deambulações 
das emoções
da serpente são tão monótonas, mas a
 sua música, à surdina SEMPRE
 causa um rebuliço 
E A QUEBRA DOS OSSOS.
Espraiando nos olhares a 
culpabilidade da entrega da 
inocência.

 Entretanto devo descer mais com 
a minha águia e devorar a cobra 
que na sua toca se insinua ao meu 
astro que se prepara para 
mergulhar no seu íntimo de 
prosperidade.

Só tenho medo de um Abutre que 
de mim não se afasta!

Um ócio... Um mar... E ao seu lado
 o Amor a sorrir visível e 
desacostumado da eloquente 
meiguice e simplicidade que não 
mais vivem enroladas uma na outra.

A possibilidade de fuga de um 
só círculo de fogo do amor pela a
 minha alma será impossível.
Por que eis que abrirei as suas 
portas e por elas passarão 
todos os meus cavalos.
ESMAGANDO-OS.
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E A VIBORA ESPREITA, 
e depois se aloca para fugir da
 águia que espera o momento do
 seu ataque, e assim consumir o
veneno da sua discórdia.

Mas dentro de mim a 
víbora não sai.
E  SONHA a minha águia com o 
sabor do seu veneno. 
Enquanto
 isso o abutre caminha seguindo
 o meu astro.
Mas o astro deseja possuir a 
serpente, e voar como a águia.
 E todos se fundem em um só. 
Querendo usufruir um do outro.
Voamos? 
E sentimos o que é a 
carne. 
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Por que a agulha se 
equilibra no
 seu poder, e a balança da sua
 potência é dotada de um sucessor de
 expansão para tornar mais divino o 
seu peso. 
A sua efígie é um
 emblema de uma dor a se cravar 
paulatinamente nas veias do amor,
 e a sua cisão ameaça o novelo 
cansado que não pode mais dar 
corda para as tapeçarias do 
envolvimento das suas cores.

Espetamos os dedos
 por que o novelo
 de linha estar a se acabar. 
E a agulha tonta jamais se 
esconde no palheiro, e sim, ela
 vem na pele para espetar e 
assim sugar a seiva da sua 
realeza. 
DEPOIS 
A AGULHA REALMENTE
 SE ESCONDE
NA CARNE VIVA.
DERRAMANDO-AS-LAGRIMAS
 

E sou espetado pela 
a agulha e 
lanço meus olhares e vejo
O Abutre que do seu penhasco
 me olha sarcástico com a 
sua morbidez.

A tratar CONSIGO MESMO o futuro
 julgamento da minha alma.
Por que dentro dos seus 
olhos estão os sintomas que 
não me largam e que se alargam 
nos meus pecados.
Oh! Quando pararei!
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Eu grifo as ligações 
de cada um 
dos seus pensamentos, e na carência
 de um só mediador de amparo EU 
arranco o meu título de satisfação,
 e no processo de espera da 
sua fantasia...
 Eu sou também o criador das suas 
riquezas, e lhes mostro possui 
a análise do afastamento da sua 
vinculação por dentro de mim.

Por que a consolação me entrega 
as suas mãos, e assim experimento
 do seu divino rosto com as suas 
sarças que se queimam, e sem 
desviarem do aço da espada
 do meu medo.
 Sagradas a arderem
 na presença de um espelho que
 não mais reflete a sua imagem.

Sarça ardente é assim o
 coração doente? 
Apenas palhas secas! 

Devo soprar o cálice das suas
 melodias e encher o bendito.
 O infinito de um milagre que 
se deita e não ouve os meus 
sussurros.
Prazer em conhecê-los!
Assim em mim voa a águia, e no
 seu anônimo de pureza flutua sem
 a influência dos fortes ventos 
dos meus vendavais.

Há um ASTRO que foge a 
subir pelos os
 seus degraus plenos de luzes. 
E lá do seu alto olha a sua 
ascensão. A gerar pavor na canção
 que foi composta pela a sensível
 boca que se desmancha pelo o
 chão e ninguém a ouve.
E o meu
 próprio coração me pisa!
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A índole da minha mente
anima
 as figuras alegóricas e 
fantasmagóricas, e os seus 
efeitos de tendências e motivos 
consome a minha entranha 
de seiva amarga.

Por que as lendas dos seus 
pensamentos jorram  pelas as
 páginas condutoras das suas fábulas
 de afins inclinações de ressonâncias,
 e nas inquietudes da data da
 manifestação de uma víbora que se 
modela dentro de mim...

NASCERÁ?

 Eu vejo a
 forma exata do esconderijo das
 suas próximas gerações.

Sinto-me tão frágil e sem uma
 saída de fuga.
Incendiar e aniquilar as voltas
 de um mundo que se multiplica
 dentro da sua loucura e se 
apossa do meu recinto.
 Por que 
as tempestades dos coitos 
do seu coração caminham atônicas
 e cheias de enlaces convidativos
 para me afagar.

A estrela se enverga e o palácio
 real não me veste com as suas
belas cores, e a luz de um
 verdadeiro monarca não brilha,
e no meu quarto um vestido 
manchado de lágrimas onde a 
serpente observa as argumentações
 de equilibro da minha alma, e as 
fundem com o áspide dos seus 
desejos e faz as suas 
ramificações com tentáculos 
eróticos e perigosos.

- Ele cairá! 
 Assim pensa a áspide.

Devo cair nos seus braços
 porque 
cego estar o meu apetite, e 
a sensação
 de vazio com a sua força 
irresistível me arrasta para os 
princípios internos da sua fome.

Oh! E a boca fala:

- Eu estou tão frágil!

 Mas o corpo
 se vende a serpente, e lente aos 
seus olhares até deseja os 
seus afagos, e mesmo que depois
 diante de mim tombe a morte.

Apenas um VIVERÁ! 

Por que o mundo é uma bela 
prostituta nua a oferecer as 
suas revoluções orgásticas.
Isolando um apetite no seu 
signo e dando 
duas medidas a uns beijos, e 
assim define o estranho vazio
 do seu sexualismo. Ou as 
aderências do cálculo do amor
 para mentir melhor ao coração 
frio e cheio da astúcia da sua 
articulação de êxtase.

Oh! Camuflo a minha serpente e 
vou ao seu jardim realizar viagens
 exóticas. E na altura das 
formações do seu veneno procuro 
o altar para sacrificar a minha
 águia debaixo de um céu sem 
evidência da consciência,
 e onde se concebe 
entoado um isolamento para o 
aniquilamento dos seus suspiros.

Que grito íntimo alcança o 
caminho de um súbito
 ardor de prazer?

E nele a aparência da dor a soar 
o frêmito de uma embriaguez de 
satisfação tão deliciosa?

A cegueira do meu EU se desloca 
e projeta os seus sintomas no jogo
 formativo dos conteúdos de 
símbolos sexuais, e os seus 
rituais pedem passagem para ativar
 a doença dos princípios ingênuos
 que me cercam a existência.

Os seus ruídos se equilibram nos
 meus ouvidos, e a vertigem do
 órgão da serpente informa ao 
meu olfato a inflamação do bêbado
 êxtase do meu desequilibro.

Que bela comoção sensível aos 
seios nervosos que chamam para 
o colapso de uma chama, e que 
precisa do combustível para a 
queima dos seus 
atos de luxúrias!

Saliente e estreito é o ventre
 do seu súbito feminino, pois
 parada estar a sua respiração, 
e as contrações das dores do
 seu parto inflamam os braços 
que se agarram nas suas 
fantasias.

Devo cravar as minhas unhas na
 abrangência do meu estado e fazer
 o que devia com a minha águia?

Como anseio voar alto!
Jamais arrancarei as suas asas! 

E enquanto isso vibram as formas 
dos elementos da carne que 
saltitam em uma frequência líquida,
 e também gasosa a transportarem 
as energias diferenciadas que se 
aplicam nos estados de um 
corpo em delírio.

Tudo é transitório, mas os seus
 moveres deixa na lâmpada a secura
 do seu óleo que é consumido. 

Por que o abutre gira e
 finge não me ver. 
Entretanto 
flerta e aguça os punhais do 
seu bico férrico para beber 
da flor de luxo que escorrerá pelos 
os meus lábios
quando fluir em mim o pecado.
E também ri de escárnio do 
meu estado!

MÍSERO POBRE DIABO!
( QUEM? )

Sanguessuga é o papiro anatômico
 com as suas moedas falsas, e que
 são cunhadas nas fichas das
 palavras que sustenta a serpente.

Por que olhando para ela sei que
 zomba das multidões. 
Entretanto
 mescla o gosto da sua luxúria no
 trajeto até ao seu coração, e que
 se mistura na anatomia de
 um pensar a produzir a síntese 
visionária das formas das 
suas fantasias
 de nudez recôndita e fria.

MAS QUE BALANÇA A PELE.
 
Eis a probabilidade de um esforço
 maléfico de uma só FACE a 
captar o induzido dos seus
 suspiros.
cabelos 
Oh! 
Eu sou 
tão inocente!

Devo cortar as madeixas dos meus
 cabelos e ouvir o 
“velho deitado”

 Que sempre fala:

“Quando uma matilha de lobo te 
cercar corra e suba em uma árvore
 de costas para que não fique o 
teu rabo a mercê dos dentes 
famintos dos ferozes”.

“Por tanto cuida mais do teu rabo
 que serve como trampolim para 
as unhas dos caninos”.

Olhar o poder E NELE as separações
 que sem ordens se deixam
 serem tão frágeis!

Que bela geração ameaçadora a se
 converter ao olhar do seu senhor!

O preço de um poder que não 
divisa o que é certo!
Oh! Mas o caracol não usa as suas 
antenas e paga o preço da sua
 burrice!

( Aqui é recôndito)

E o seu músculo frouxo não suporta
 o peso do seu corpo. 
E a sua cegueira estagnada
 somente lhe aponta o 
caminho de uma víbora que o 
espera nas compulsões dos seus 
sapatos altos. 
A emitirem sinais
 de vontade para o seu amor secreto.
Assim 
isolado entre risos e lágrimas.
 
Acende-me a carne e chego 
a pesar mais do que um elefante.
 Entretanto quero obter as façanhas 
da minha pele e com os meus pés 
não posso jamais…

Jamais pisar o meu rato!

Mas a bacante rola pelo o chão, e 
a dominação do seu chapéu serve de
 véu para a fúria sede de isolamento
 das suas caretas.
 E a megera
 mutilada ajeita as suas formas
 modeladas para o encaixe do fóssil
 barro que se JUNTARÁ para ficar 
mais molhado e grudento.
 E assim 
a exibição do capital do fogo entre
 façanhas e incêndios de desejos 
NASCERÁ.

Que bela e coerciva e diversa razão
 dos sintomas a subirem por um 
juízo, e entre compulsões, e sem 
intervalos, e secretos BEBEM das 
infecções com um subtil 
idioma de sutileza!

UMA VOZ TÃO DOCE!

Melancólicos são os olhos 
fúlgidos sem o esclarecimento do
 mito da alma, mas
 converte as suas denominações
 em fantasmas
e fábulas, e que são retalhados 
de um enredo ilícito e absurdo a
 construir o cretino de um
 caráter!

Uniformizado o abutre organiza
 uma marcha para a castração dos
 meus risos em lágrimas.

- Deves morrer e assim matar
 a minha fome!

E eis que o quebra cabeça aqui foi
 montado.

A substância da tua luz me usurpa 
a mão, e a sucessão dos teus 
oficiais são fogueiras 
PARA A QUEIMAÇÃO 
da minha misericórdia.

EIS UMA MEMÓRIA CANSADA!

 Uma flórea névoa e lasciva
 a penetrar nas ilusões das
amarguras.

 A procura ainda do oriente dos
 braços morno tão transitório,
 mas enorme, e que ainda dorme 
nos soluços dos prantos de
 um coração.

Ameaçadora! 
Sacrílegos céus a vos
 olhar, e na coincidência da 
sua matemática meus termos 
proporcionais preenchem o seu 
UNO.
Por que a sua aritmética reduz os
 sonhos meus, e sobram somente 
a destruição dos números 
quebrados sempre abaixo dos seus 
denominadores 
comuns.
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Preciso alcançar 
a sétima
 metamorfose da magia do seu 
paraíso e manipular o processo 
teórico dos seus olhares.

Pois os olhos 
têm orgasmos! 

Oh! Mero ponto de uma criatura 
que engolfa as suas distinções! 
Tendo apenas como única referência
 um Homero a guiar a sua lua 
de criaturas estranhas,
 e a serpente
 arranca a máscara do seu mundo 
e oficializa ao seu feiticeiro com a 
sua conjunção de denominação

QUE EU AGORA 
TENHO UMA DONA!

A 
"ser semelhante ao seu arrastar 
com a vértebra pelo o chão".

E as suas glândulas venenosas
 vêm nos ferrões da compreensão 
de que o chocalho da minha cauda
 desperta apenas os seus instintos 
intensos, e que serão abandonados 
assim que a víbora sentir o 
seu orgasmo.

Lanço a substituição dos seus
 passos, e o sacrificial da
 CERVA oferecida será inabalável 
ao teu mundo astucioso e 
cheio de magia.

 Com as tuas práticas ocorrendo
 desajustadas pelo o curandeiro 
falso da tua consciência, pois 
a moeda mítica será paga para 
calar os teus lábios, e assim 
será lançado o teu inimigo
 dentro de ti, e esse exibirá 
a sacralidade escolhida 
dos atos da tua identidade que 
vive às escondidas.

TUA LÍNGUA SERÁ CORTADA!

Distinções e vestígios recalcados 
de um doador que no seu estágio 
sombrio olha o ENTE do ser no 
significado do seu sonho.

Por que insosso é o seu sol. 

E as suas descobertas sofrem 
adaptações dos pensamentos que 
cessam os seus abstratos, e 
libera a indústria das cartas
 profanas nos instrumentos de 
liquidação da língua, e que  
rejeita depois o veredito da 
sua própria ruína.

ESCONDEMOS-NOS!

Subjugado se fixa o advindo dos
 cânticos da víbora, e nos ciclos 
instaurados e dominados dos 
seus ardores. A noite o 
ladrão resguarda apenas os seus
 prazeres, e expulsa o proprietário
 do palácio ocioso da 
sua consciência.

Insólito é a transcendência 
dos seus gritos. 
Emaranhados pela 
a sua face e a duplicar a 
substância que adere na sua 
SOBERBA.

Bastado é o carismático da sua 
flecha que no êxito do seu ritual 
expressa um animal abatido 
e totalmente exposto à tempestade
 dos seus delírios, e que no 
seu celeiro prende o cordeiro 
com a sua magia e feitiço, e 
assim estoca a sua colheita
para os seus próximos delírios.

É um fervor mágico o vivo,
 o pulsante 
dos seus ciclos de áspides.

AMÉM!

Legislam apenas as tuas 
repartições e me 
faz votar o meu direto!
 Por que
 chocado o juízo supremo me atiça 
com as suas convicções de uma 
imutabilidade lenta a produzir
 um aspecto perfeito para o
 deslize das tuas nádegas 
sobre os meus seios. 
Por que o 
caráter da tua Babel é um emaranhado
 de línguas a beberem do Éden 
os pecados que foram imputados 
a um coração tão frouxo e 
ingênuo, e que cultua as 
tuas falhas?

Oh! Ciência de uma explicação 
inerente ao fenômeno primordial
 de um novo paraíso!

A serpente molda as suas
 argumentações, e os talismãs 
usados para despertar o espírito
 puro são as suas vozes de coro 
doces, e que sem ponderação se 
derramam da sua astúcia, e sem 
escrúpulos para depois assistir 
o grotesco das sensações 
envolvidas nos molambos da 
 pele, e que se arrasta a murchar
 a alma carente.

O VAZIO SEMPRE VEM DEPOIS!

O teu veneno se situa dentro do
 meu mundo, e a autonomia da tua 
decisão rege meus pensamentos 
que sem liberdade se acercam do
 teu veredicto falso.

Que olhar blasé a procriar 
uma atitude infeciosa e sem 
a suspeição sagrado da aura 
razão viva e exata!

Por que enche tuas entranhas a
 pedido do totem que te sustenta
 e esse cai aos teus
 pés.
medo
 
  Oh! 
A expressão da 
alma é o medo!

Pois a insólita 
se fixa e a 
transcendência da duplicação 
das suas ações transporta a
alma para um maná sobrenatural,
 e sem a substância espiritual do preenchimento do puro sentimento.

Apenas apazigua o dualismo 
da carne, e que no sangue, e
 sem a restauração dos afetos
 puros e retos. Vacilam sobre
 os olhares mórbidos e
 bêbados a se derramarem 
pelas as suas orgias.

Estende-me a tua divina
 providência! 

Pois quero ser alheio ao
 mítico da sua imanência, e ao
 seu assassino que distribui as 
suas sortes ao mover do acolhedor 
nascimento das suas marcas 
profundas pelo o corpo!

Oh! A minha fé é tão privativa!
 E o seu protestantismo não 
encontra as emanações da víbora
 feiticeira metalizada na 
etnologia da sua existência!
E que belo embuste é a 
sua cerimônia!

SERÁ QUE NÃO QUERO VER?

 A dança do seu ventre alocada na 
insígnia da sua perdição!

Que belos desígnios a serem
 desmascarados. 

A se derramarem os seus mistérios
 frente a sua face. 
Ingerindo os
 seus malogros nos obscuros 
extratos dos seus pensamentos, e com
 a feitiçaria das práticas dos 
seus contágios, e que se 
debruçam nas áreas tão sensíveis 
e sem as devidas guardas dos 
sentimentos cândidos.

E o ritual da serpente lança
 seus grunhidos. 
E o bebê 
transfigurado pelo o fogo da sua
 inocência se entrega as 
falácias de um verbo para a 
procriação da mesma cópia 
infiel da sua vindoura semelhança.

Sentencia-me por que o 
teu tempo tem distinções,
 e a eficaz do teu
 veneno agora me é tão monótono.
 E o compasso do teu tambor se
 repete no fetiche da tua língua 
com saliva misturada de
 tantos autores.

SINTO NOJO!

Irreprimível! 
E eu devo exorcizá-la 
e unificar o processo do seu
 veneno para a auto conservação
 atiçada das crises das reformas 
dos momentos de transição das suas
 fantasias. 
E assim levar para 
a quimera insensata das 
suas ilusões as IMPUREZAS 
capturadas pela a herança 
deserdada de um título amoroso.

Por que disfarçada nas ânsias da 
aventura voa a águia. 
Secreta e
 velada, ditosa e sossegada a 
olhar o guia da serpente no coração 
que arde o sítio imenso do pecado.
 E na grande solidão escura 
espreita a víbora a iluminar o 
ASTRO privado.

 E NO ESCURO DA MENTE
 risos de sarcásticos de um
 abutre que sonha comer a carne.

 E sem obstáculo sonha a águia 
a voar alto com a serpente ao seu
 lado.
 Levando nos seus manuscritos 
 os comentários de uma VÍBORA 
de agouro a desejar 
possuir a alma.

Devo deixar a serpente engolir 
a sua própria cauda.

Engendrar o 
seu sopro de transmutação no metal
 quente e depois fundir o símbolo 
torturado do seu enfado em gelo!

É UM BELO DISFACE!

Entretanto no meu pulso existe uma 
tatuagem de uma serpente e uma 
águia a bicar sua cauda. 
E o abutre
 desenhei as minhas costas para que 
EU 
não veja o seu sorriso de 
escárnio.
Agora fugir do seu pútrido odor
SERÁ IMPOSSÍVEL!

"Decifra-te o meu enigma"!
 
 
Carlos Alberto
albertoesolrac
silêncioelágrimas

Brasília, 21/07/2014

São oito horas e todas inteiras. 

"Uma segunda-feira toda retocada
 com as suas máscaras"


sábado, 5 de julho de 2014

QUEDA LIVRE



 
OH!
AONDE IREI?

Um ADEUS as pupilas que 
refletem as estrelas! 
A  se desabarem nos morangos
 radiosos, e onde suas polpas 
afloram multicores brilhosas.
São cores a habitarem serenas
 no partir do seu 
"ADEUS".
Sagrada é a flor que corre 
na cachoeira solitária.
Uma donzela a consagrar a sua chama
 de pólen que nas suas pétalas
 sedutoras espera quem dela
 irá beber.
- És tu Romeu?
Sublime a surpreender férvido
o beijo de outrora do cintilar
  sonho espargido dos 
olhares inspirados.
- Sim, sou "EU"!
 
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A palpitar uma "coisa estranha", 
mas de pureza e com a sua finura 
sutil a se alegrar com a fita 
que coloco nos seus cabelos.
Adorando-lhe a face com as 
preces que saem dos meus
 lábios.
Vislumbrando a glória da 
luz de uma lua que me adora.
Oh! Mas ADEUS!

TRISTE PORQUE TODA 
A CAMPA CHORA.

Uma vaga que morre e esmaga
 os seus últimos suspiros 
diante de uma corça 
que se molha.
São as flores que morrem nos
 climas das suas roupagens 
tão frias.
Oh! Que gentil e arrebatadora
 é a MUSA que lá do seu céu 
se despede e chora com o 
seu manto róseo!
E a primavera se rasga.
Um cântico de um perfume
 na noite que se perde.

- Onde eu vou agora?

Um fulgor a semear as 
reminiscências tenras de um 
momento que se foi embora.
Que boca inocente a chamar
 vibrante os sonhos seus.
E agora eis que...

- Adeus e que assim seja!

A partida de um ensejo!
A ficar somente com o seu 
desejo!
Um olhar de esperança na
 luz da sua alvorada andante.
A vida segue nas suas 
misteriosas transas.
Quem estende as mãos às 
 vezes se alcança.
Ou  então viverá de infinitas
 esperanças.
E o que me cabe na boca:
- Por favor, não vá embora!
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Eros
tecelão e perturbador!
Agitado sobre os ventos dos 
seus mitos.
A estabelecer eróticos tratados
 DENTRO do seu reinado.
Por que mergulhado atravessa
 com sua lança as suas 
eloquentes fantasias.
(RISOS)
Magnifica oliveira de raízes
 brancas e cheias de seiva
 vibrando sobre um odor a 
arrancar suas raízes e
FECUNDANDO DESEJOS.

A infecção não se cura e a
 chama da angústia reclama da
 demora do intenso e íntimo 
vivo ardente desejo.
Que belo ingênuo felino!
Ó grande agitador!
Múltiplos e largos são as 
solicitações de cada membro
do corpo, e dentro de mim se 
espalham os temporais que não
 enxergam, e assim devastam
 as suas linguagens dominantes
 e me leva para dentro e depois
 fora, e desgastados os
 censores de proibições são 
libertos.
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A ordem da síntese do meu 
esforço se desgasta, e a sua
 cúpula de liberdade ouvem os 
cânticos hipnóticos que se 
formam na escuta do meu corpo.
 E o tabu do velho ídolo jaz
 à minha porta, e ainda 
fecundado com a sua teoria 
de que a carne é tão frágil!
Cair sobre o pendor de uma voz 
alheia e exaltar a preferência
 pelos os seus sussurros 
alucinados de espasmos e esparsos,
 e no seu vertiginoso 
sexualismo beber das suas 
ervas e depois ri dos seus joios.
Que bela celeste razão a 
sustentar os prazeres dos 
pecados!
Ele move a vida de um
 principio compartilhado
 pelos os seus 
ruídos de desejos, e que nos
 grunhidos do seu inconsciente
 ativa o cotidiano imaginável
 do objeto de uma inexplicável.

COMO?

Um belo frasco de perfume 
quebrado e uma máscara pintada
 a óleo, e com o seu 
acrílico desmantelado.
 A esconder 
o modelo exato do seu belo 
resplendor de vida.

A NOITE FURTA OS VENTOS

 de um hálito, e 
a sua colina desemparada
 se sobressalta
 diante da angústia de uma
 alma que brilha com o seu
 diamante, e assim liberando 
o seu farol para capturar 
os pulsos de uma mão que colheu
 todas as estrelas de 
JÚBILOS...

Por que se banha no fluído das
 lágrimas, e frescas e com 
as gentis raízes de um tesouro,
 e que ao lado de um segredo,
 em um momento Sou Eu, e que 
se apercebe que esse grande AMOR
 nem eu sei quem me deu.

MAS SOU EU!

Abrem-se fendas e são 
lançados os vestígios,
 mas será senhor que
 as luzes de um espelho que 
reflete a saudade sejam 
lançadas no ouvinte, e que 
espera de si mesmo os seus 
bens nunca alcançados.
À luz branda derrama no seu
 domicilio um sopro pelo o 
vento que a norteia, e 
agitada se banha em um poema
 magnifico sendo dirigido 
Para quem?
Oh! Por quê? Não é nada?

Pois tremulantes são as 
vozes de um piano a espalhar
 manso e suave o seu consolo.
 A executar dulcíssimos 
e voluptuosos langores de
 um corpo que se embrenha 
torto; e que depois se abre 
na sua espera, e se lança no 
vazio, mas com cores de um mar
 a agitar um vaso, e que exposto
 aos seus próprios olhares 
as mãos não conseguem 
alcança-lhe o seu cheiro.
E uma lágrima se derrama.  
A desfolhar do seu vale o 
enlaço das pálpebras com 
uma nota de pesadelo. 
A definhar no suspiro da
 saudade endoudecida e pálida 
DO SEU FÔLEGO.

E o amor dorme com suas visões
 geradas a se entumecerem de 
ensejos pelas as palpitações das 
harpas dos desejos, e nas suas
ânsias de fragrâncias trêmulas,
 e nos carnais dos seios se 
arpejaram lívidas 
claridades.
DEVO FUGIR?
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- Aonde irei?!
Inflado, convulsionado a gargalhar 
o riso vazado. Trespassado 
pelas as convulsões de um 
espiral de sensualidade.
Por que a estrela se banha com 
o seu ar.
Os enluarados jardins de
 veludos insinuantes, 
descontrolados a se 
oferecerem todos enfeitados,
 impulsivos aos diluídos lácteos
 dos seus lírios 
de alvuras cristalinas.
 A se confessarem
 no seu lugar tão alto.
É um prazer se 
encostar a um 
arrebatamento e se 
intrometer
 na sua música, e ainda 
capturar a sua mistura. 
À flor do sol da sua estância, 
e no seu crepúsculo banhado
 da sua formosura beber do seu
 cérebro e
dos seus beijos que são 
artesanais, e não contém a 
síndrome da mesmice.
Eu vi o seu rosto e nele um
 lugar onde repousam todos 
os meus sonhos.
 E nas suas 
órbitas paralelas o 
movimentado do penetrado 
da sua delicadeza.
Por que ardente e inspirada é
 o rosicler de uma lágrima 
que no seu coro sempre canta e
 exalta os horizontes gêmeos 
do seu EU a sua namorada,
 e tão apaixonado, embebecido 
e fugido a chorar pela a sua
amada no louro azul de uma 
fonte, e entre águas de um mar
 e um rio e pelo o sal do 
seu doce separado.
Para onde ir desfraldado do seu 
olhar que rola pelas as graças? 
A rasgar-se o pavilhão dos
 risos e enflorar o peito
 cheio da saudade? 
Ter luzente o seu cheiro dentro
 da alma, e a se alastrar pelo
 o jasmim dos seus lábios e
 dele semear a sua serena calma? 
Flamejam e florejam celestes
 suores sobre a pele das suas 
paisagens.
Sim, é verdade!
E cai um dilúvio de pétalas
Embebecidas pela as 
labaredas de um repuxo.
Um luar de brancura a rir e
 brincar com os perfumes
 de luxos.
Oh! Postamos o deslumbramento
 de um altar e nele o sacerdote
 a fazer seus sacríficos.
 Encalcar coradas e bradas 
e finas e espontâneas os
 belos saudares de uma amizade.
Chegar ao ponto da lógica 
e com a teima e as 
multiplicidades dos contos 
e fábulas.
 Remendar os guizos
 de um juiz sem a carapuça,
 e assim obter o enredo de uma 
aparição em forma...

Oh! Mas sou um belo Logro! 

em fuga do seu quotidiano e a
podar as vias e os vestígios
 do circo mirabolante do seu amor.
 A trabalhar no seu céu
 simbolizado PELOS os
 brilhantes que não são 
aceitos.
Espraiar-se na exaltação do
 alvo místico do amor, e com 
o seu odor perfumado, e com
 os lábios a roçar a fluidez
 das suas primeiras águas 
doces, e assim alisando e 
aumentando
 as suas ondas, pois a emoção
 suscita a beleza de um 
espanto; e na surpresa dos
 seus olhos se bebe das 
suas doces lágrimas. 
Porque os cabelos misteriosos
 é um belo fluído 
impregnados de fragrância
 angélica e 
melódica, e cheia e também
 influenciada por uma dor da
 saudade.
É QUANDO SE OLHA.
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Por que a imaginação é a
 percepção das primeiras 
emoções a se derramarem 
dentro de um coração romântico,
 e sob os olhares da íntima 
meditação a alçar os seus voos 
nos ventos de um hálito 
tão sublime e doce.
E ver as pérolas adormecerem 
as doces canções de cada dia 
do divino coração, e com as 
suas vozes de outras 
tantas vezes saudosas, e
 com o calor da força do amor.
A auto inserção de um diálogo
 efetivo a condensar o 
cenário imaginativo,
 e a 
subdividir a sua produção 
na formação ilusionaria
 de um ato, e que corre 
demasiadamente medroso, e a 
repudiar o avanço de um real.
Que belo sonhador nas 
vagas das plagas! 
Face a face
 com a sua dor e ainda a 
espera de ser alargado pelo o
 odor!
As sensações sonatinas
 silenciam as recepções do
 amor, e com a sua alteração e 
inclinação de línguas de 
desejos e ternuras que não me
 completa a parte que me falta.
 A escapar o mosaico 
extraordinário do seu
 eterno fascínio.
E durmo inerte nos véus 
intensos que empanam 
cheiro do seu incenso, e
 suspenso e ínfimo nos 
turbilhões de visões 
que palpitam criações do 
Ser e Luz. 
Indecifrável a subir 
através de mil formas genuínas.
 E dentro dos seus poemas
 o seio do cálix a voar 
imarcescível. Fundindo e 
fazendo flui o acessível APENAS
SONHADO.

Aonde vou agora?
Radiante de harmonia. 
Serenado 
e pausado com extrema maestria.
  E com seus beijos de ramos
 a se estenderem nos coros 
imensos dos desejos 
que espreitam, anseiam os 
erguidos e agitados espasmos
 dos sopros herdados de
 tantos braços, entretanto
o meu jejum nasce ao nascer 
do dia e ao pôr do seu sol.

Ah! Queda livre!

Que bela dormência com 
queimação de luxúrias entre o
 cérebro e o sensitivo de um
 olhar, pois o corporal é um
 córtex de estimulação ao 
nervo envolvido nas áreas 
amputadas a palpitarem os
 zéfiros dos seus pensamentos.
E persiste a sua memória e
 o cirurgião com a sua teoria
 enigmática não corta o meu 
fantasma.
Para onde vou?

 Estou anestesiado, mas vejo
 distorções de intensidades 
semelhantes aos gritos, e
táctil a língua corta os
 dedos das extremidades
 dos desejos.
Oh! Doloroso é o volume da 
temperatura espontânea 
da pele, e que se movimenta
 com a sua queimação pelo 
o interior e abarca sem 
anestésicos os voluntários
 movimentos de um amor 
puro e ingênuo.
Por que nasce o imenso sob
a névoa de um piscar formoso,
 e o mundo é a consciência da
 impotência do seu universo
 imenso em fadigas, porque 
as queixas de quem
 verdadeiramente ama é 
duvidosa aos ouvidos 
insaciáveis que zelam apenas
 os prazer dos indomáveis 
ardores sexuais.
E SÃO TANTAS IMAGENS
ENTRELAÇADAS.
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Que belo Hamlet!
 Errôneo nos seus complexos
 e dentro de uma efusão 
simbólica a vascular no seu 
labirinto o translúcido
 ímpeto de um afeto sem 
rédeas, e onde a sua inteligência
 é a sua própria loucura.
As frestas dos olhos 
não abrem as pálpebras, e
 desfigurado o entusiasmo 
se aquece em uma espera
 insensata.
Para onde vou?

Judas é o súbito do púlpito 
que batem as suas palmas, e o 
seu riso de sacrifício
 é um mero espetáculo da 
sua felicidade.
É claro, e brilha e cheira 
e é perfeito!
As maravilhas estreitas do
 perfume que se abrasa.
As fontes de volúpias a se 
derramarem de desejos.
A escorrerem largamente 
pelos os seus belos seios.
São mágicos e estreitamente
 ligados neles se assemelham
as belas dádivas dos 
contatos que se espalham.

Gorjeio entre os seus devaneios.
Garimpados e colhidos por um 
líquido da vida a evaporar
 dos seus rios. 
A provocação de 
Vênus entre traços da vitória
 fundante e o receptáculo
 das influências dos 
seus sopros. 
A mover o lugar do coração.
Vapores d’água 
encarregados 
DE CONGELAR UMA 
Estrela no seu trajeto elíptico 
e liberando caldas de gás.
 A iluminar com o seu 
espetáculo, e que bela 
claridade a se corresponder
 com os seus perfumes no
 inconsciente das associações
 dos cosmos fabulosos. 
A expressarem os seus 
belos campos elísios de
 corrente de ar apalpáveis, e
 com a sua musicalidade de
 símbolos de feitios 
intuitivos, e largamente 
com a finesa ligados no
 universal das suas ardentes
 metáforas, 
Por que 
simultâneos são os morderes,
 os passeios da língua
 na boca, e os efeitos dos
 fechares dos olhos. 
 Transitarem acessos na 
apreciação das afeições que 
condensam o coração nas 
formas alvas, fluídas, 
soluçante da rosa suprema 
e trêmula, e dispersa a
 SE ELEVAR na parte que o
 corpo mais treme.

Levantam clarões! 
Eflúvio de delicadeza 
no pólen da correnteza que 
se mantêm acesa. 
A hóstia 
que cintila e asperge
 a Unção Azul das Camélias
 sagradas e regeladas da 
frescura, e dos aromas a 
gorjearem o seu luar, e que
 em festa no incensário 
da alma admoestam por uma
 seresta enfeitada com a sua
 finíssima veste.

OH! PARA ONDE IREI?

Mostra teu mundo atiçado. 
Libertando os significados 
inusitados das tuas 
correspondências para o
processo de imersão do alimento
 que estão nas jazidas 
dos teus mostruários, e 
que sanciona 
o AMOR.
Flutuar na sua existência e  
não beber e viver o seu melhor!
Enrubescer as folhas de um
 beijo e manter 
inalterável a sua memória, e 
circular no seu extraordinário
 cântico de inspiração 
palpável ao coração, 
e assim fazer abraçar todas as
 instâncias das glórias 
dos seus elementos na 
fundação da sua imortalidade,
 e na sua convecção íntima 
construir a oralidades de
 todos os seus efeitos com a
 sua única singularidade em 
viver o seu eterno.

Ora, aonde irei?

A caminhar e recordar, e 
com uma cópia em mãos do AMOR.
 Levando uma imagem 
do ícone da sua memória que 
tanto atrai a minha imaginação. 
E eu devo conjugar as duas 
metáforas da sua sensação,
 e não me esquecer de que
 apesar do medo vale apenas AMAR.
IREI?
DEVO APENAS ESPERAR?
CÉUS!
AONDE IR!

Carlos Alberto
albertoesolrac
silêncioelágrimas

BSB, 05/07/2014

21:00