sábado, 5 de julho de 2014

QUEDA LIVRE



 
OH!
AONDE IREI?

Um ADEUS as pupilas que 
refletem as estrelas! 
A  se desabarem nos morangos
 radiosos, e onde suas polpas 
afloram multicores brilhosas.
São cores a habitarem serenas
 no partir do seu 
"ADEUS".
Sagrada é a flor que corre 
na cachoeira solitária.
Uma donzela a consagrar a sua chama
 de pólen que nas suas pétalas
 sedutoras espera quem dela
 irá beber.
- És tu Romeu?
Sublime a surpreender férvido
o beijo de outrora do cintilar
  sonho espargido dos 
olhares inspirados.
- Sim, sou "EU"!
 
oZtfSYl

A palpitar uma "coisa estranha", 
mas de pureza e com a sua finura 
sutil a se alegrar com a fita 
que coloco nos seus cabelos.
Adorando-lhe a face com as 
preces que saem dos meus
 lábios.
Vislumbrando a glória da 
luz de uma lua que me adora.
Oh! Mas ADEUS!

TRISTE PORQUE TODA 
A CAMPA CHORA.

Uma vaga que morre e esmaga
 os seus últimos suspiros 
diante de uma corça 
que se molha.
São as flores que morrem nos
 climas das suas roupagens 
tão frias.
Oh! Que gentil e arrebatadora
 é a MUSA que lá do seu céu 
se despede e chora com o 
seu manto róseo!
E a primavera se rasga.
Um cântico de um perfume
 na noite que se perde.

- Onde eu vou agora?

Um fulgor a semear as 
reminiscências tenras de um 
momento que se foi embora.
Que boca inocente a chamar
 vibrante os sonhos seus.
E agora eis que...

- Adeus e que assim seja!

A partida de um ensejo!
A ficar somente com o seu 
desejo!
Um olhar de esperança na
 luz da sua alvorada andante.
A vida segue nas suas 
misteriosas transas.
Quem estende as mãos às 
 vezes se alcança.
Ou  então viverá de infinitas
 esperanças.
E o que me cabe na boca:
- Por favor, não vá embora!
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Eros
tecelão e perturbador!
Agitado sobre os ventos dos 
seus mitos.
A estabelecer eróticos tratados
 DENTRO do seu reinado.
Por que mergulhado atravessa
 com sua lança as suas 
eloquentes fantasias.
(RISOS)
Magnifica oliveira de raízes
 brancas e cheias de seiva
 vibrando sobre um odor a 
arrancar suas raízes e
FECUNDANDO DESEJOS.

A infecção não se cura e a
 chama da angústia reclama da
 demora do intenso e íntimo 
vivo ardente desejo.
Que belo ingênuo felino!
Ó grande agitador!
Múltiplos e largos são as 
solicitações de cada membro
do corpo, e dentro de mim se 
espalham os temporais que não
 enxergam, e assim devastam
 as suas linguagens dominantes
 e me leva para dentro e depois
 fora, e desgastados os
 censores de proibições são 
libertos.
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A ordem da síntese do meu 
esforço se desgasta, e a sua
 cúpula de liberdade ouvem os 
cânticos hipnóticos que se 
formam na escuta do meu corpo.
 E o tabu do velho ídolo jaz
 à minha porta, e ainda 
fecundado com a sua teoria 
de que a carne é tão frágil!
Cair sobre o pendor de uma voz 
alheia e exaltar a preferência
 pelos os seus sussurros 
alucinados de espasmos e esparsos,
 e no seu vertiginoso 
sexualismo beber das suas 
ervas e depois ri dos seus joios.
Que bela celeste razão a 
sustentar os prazeres dos 
pecados!
Ele move a vida de um
 principio compartilhado
 pelos os seus 
ruídos de desejos, e que nos
 grunhidos do seu inconsciente
 ativa o cotidiano imaginável
 do objeto de uma inexplicável.

COMO?

Um belo frasco de perfume 
quebrado e uma máscara pintada
 a óleo, e com o seu 
acrílico desmantelado.
 A esconder 
o modelo exato do seu belo 
resplendor de vida.

A NOITE FURTA OS VENTOS

 de um hálito, e 
a sua colina desemparada
 se sobressalta
 diante da angústia de uma
 alma que brilha com o seu
 diamante, e assim liberando 
o seu farol para capturar 
os pulsos de uma mão que colheu
 todas as estrelas de 
JÚBILOS...

Por que se banha no fluído das
 lágrimas, e frescas e com 
as gentis raízes de um tesouro,
 e que ao lado de um segredo,
 em um momento Sou Eu, e que 
se apercebe que esse grande AMOR
 nem eu sei quem me deu.

MAS SOU EU!

Abrem-se fendas e são 
lançados os vestígios,
 mas será senhor que
 as luzes de um espelho que 
reflete a saudade sejam 
lançadas no ouvinte, e que 
espera de si mesmo os seus 
bens nunca alcançados.
À luz branda derrama no seu
 domicilio um sopro pelo o 
vento que a norteia, e 
agitada se banha em um poema
 magnifico sendo dirigido 
Para quem?
Oh! Por quê? Não é nada?

Pois tremulantes são as 
vozes de um piano a espalhar
 manso e suave o seu consolo.
 A executar dulcíssimos 
e voluptuosos langores de
 um corpo que se embrenha 
torto; e que depois se abre 
na sua espera, e se lança no 
vazio, mas com cores de um mar
 a agitar um vaso, e que exposto
 aos seus próprios olhares 
as mãos não conseguem 
alcança-lhe o seu cheiro.
E uma lágrima se derrama.  
A desfolhar do seu vale o 
enlaço das pálpebras com 
uma nota de pesadelo. 
A definhar no suspiro da
 saudade endoudecida e pálida 
DO SEU FÔLEGO.

E o amor dorme com suas visões
 geradas a se entumecerem de 
ensejos pelas as palpitações das 
harpas dos desejos, e nas suas
ânsias de fragrâncias trêmulas,
 e nos carnais dos seios se 
arpejaram lívidas 
claridades.
DEVO FUGIR?
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- Aonde irei?!
Inflado, convulsionado a gargalhar 
o riso vazado. Trespassado 
pelas as convulsões de um 
espiral de sensualidade.
Por que a estrela se banha com 
o seu ar.
Os enluarados jardins de
 veludos insinuantes, 
descontrolados a se 
oferecerem todos enfeitados,
 impulsivos aos diluídos lácteos
 dos seus lírios 
de alvuras cristalinas.
 A se confessarem
 no seu lugar tão alto.
É um prazer se 
encostar a um 
arrebatamento e se 
intrometer
 na sua música, e ainda 
capturar a sua mistura. 
À flor do sol da sua estância, 
e no seu crepúsculo banhado
 da sua formosura beber do seu
 cérebro e
dos seus beijos que são 
artesanais, e não contém a 
síndrome da mesmice.
Eu vi o seu rosto e nele um
 lugar onde repousam todos 
os meus sonhos.
 E nas suas 
órbitas paralelas o 
movimentado do penetrado 
da sua delicadeza.
Por que ardente e inspirada é
 o rosicler de uma lágrima 
que no seu coro sempre canta e
 exalta os horizontes gêmeos 
do seu EU a sua namorada,
 e tão apaixonado, embebecido 
e fugido a chorar pela a sua
amada no louro azul de uma 
fonte, e entre águas de um mar
 e um rio e pelo o sal do 
seu doce separado.
Para onde ir desfraldado do seu 
olhar que rola pelas as graças? 
A rasgar-se o pavilhão dos
 risos e enflorar o peito
 cheio da saudade? 
Ter luzente o seu cheiro dentro
 da alma, e a se alastrar pelo
 o jasmim dos seus lábios e
 dele semear a sua serena calma? 
Flamejam e florejam celestes
 suores sobre a pele das suas 
paisagens.
Sim, é verdade!
E cai um dilúvio de pétalas
Embebecidas pela as 
labaredas de um repuxo.
Um luar de brancura a rir e
 brincar com os perfumes
 de luxos.
Oh! Postamos o deslumbramento
 de um altar e nele o sacerdote
 a fazer seus sacríficos.
 Encalcar coradas e bradas 
e finas e espontâneas os
 belos saudares de uma amizade.
Chegar ao ponto da lógica 
e com a teima e as 
multiplicidades dos contos 
e fábulas.
 Remendar os guizos
 de um juiz sem a carapuça,
 e assim obter o enredo de uma 
aparição em forma...

Oh! Mas sou um belo Logro! 

em fuga do seu quotidiano e a
podar as vias e os vestígios
 do circo mirabolante do seu amor.
 A trabalhar no seu céu
 simbolizado PELOS os
 brilhantes que não são 
aceitos.
Espraiar-se na exaltação do
 alvo místico do amor, e com 
o seu odor perfumado, e com
 os lábios a roçar a fluidez
 das suas primeiras águas 
doces, e assim alisando e 
aumentando
 as suas ondas, pois a emoção
 suscita a beleza de um 
espanto; e na surpresa dos
 seus olhos se bebe das 
suas doces lágrimas. 
Porque os cabelos misteriosos
 é um belo fluído 
impregnados de fragrância
 angélica e 
melódica, e cheia e também
 influenciada por uma dor da
 saudade.
É QUANDO SE OLHA.
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Por que a imaginação é a
 percepção das primeiras 
emoções a se derramarem 
dentro de um coração romântico,
 e sob os olhares da íntima 
meditação a alçar os seus voos 
nos ventos de um hálito 
tão sublime e doce.
E ver as pérolas adormecerem 
as doces canções de cada dia 
do divino coração, e com as 
suas vozes de outras 
tantas vezes saudosas, e
 com o calor da força do amor.
A auto inserção de um diálogo
 efetivo a condensar o 
cenário imaginativo,
 e a 
subdividir a sua produção 
na formação ilusionaria
 de um ato, e que corre 
demasiadamente medroso, e a 
repudiar o avanço de um real.
Que belo sonhador nas 
vagas das plagas! 
Face a face
 com a sua dor e ainda a 
espera de ser alargado pelo o
 odor!
As sensações sonatinas
 silenciam as recepções do
 amor, e com a sua alteração e 
inclinação de línguas de 
desejos e ternuras que não me
 completa a parte que me falta.
 A escapar o mosaico 
extraordinário do seu
 eterno fascínio.
E durmo inerte nos véus 
intensos que empanam 
cheiro do seu incenso, e
 suspenso e ínfimo nos 
turbilhões de visões 
que palpitam criações do 
Ser e Luz. 
Indecifrável a subir 
através de mil formas genuínas.
 E dentro dos seus poemas
 o seio do cálix a voar 
imarcescível. Fundindo e 
fazendo flui o acessível APENAS
SONHADO.

Aonde vou agora?
Radiante de harmonia. 
Serenado 
e pausado com extrema maestria.
  E com seus beijos de ramos
 a se estenderem nos coros 
imensos dos desejos 
que espreitam, anseiam os 
erguidos e agitados espasmos
 dos sopros herdados de
 tantos braços, entretanto
o meu jejum nasce ao nascer 
do dia e ao pôr do seu sol.

Ah! Queda livre!

Que bela dormência com 
queimação de luxúrias entre o
 cérebro e o sensitivo de um
 olhar, pois o corporal é um
 córtex de estimulação ao 
nervo envolvido nas áreas 
amputadas a palpitarem os
 zéfiros dos seus pensamentos.
E persiste a sua memória e
 o cirurgião com a sua teoria
 enigmática não corta o meu 
fantasma.
Para onde vou?

 Estou anestesiado, mas vejo
 distorções de intensidades 
semelhantes aos gritos, e
táctil a língua corta os
 dedos das extremidades
 dos desejos.
Oh! Doloroso é o volume da 
temperatura espontânea 
da pele, e que se movimenta
 com a sua queimação pelo 
o interior e abarca sem 
anestésicos os voluntários
 movimentos de um amor 
puro e ingênuo.
Por que nasce o imenso sob
a névoa de um piscar formoso,
 e o mundo é a consciência da
 impotência do seu universo
 imenso em fadigas, porque 
as queixas de quem
 verdadeiramente ama é 
duvidosa aos ouvidos 
insaciáveis que zelam apenas
 os prazer dos indomáveis 
ardores sexuais.
E SÃO TANTAS IMAGENS
ENTRELAÇADAS.
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Que belo Hamlet!
 Errôneo nos seus complexos
 e dentro de uma efusão 
simbólica a vascular no seu 
labirinto o translúcido
 ímpeto de um afeto sem 
rédeas, e onde a sua inteligência
 é a sua própria loucura.
As frestas dos olhos 
não abrem as pálpebras, e
 desfigurado o entusiasmo 
se aquece em uma espera
 insensata.
Para onde vou?

Judas é o súbito do púlpito 
que batem as suas palmas, e o 
seu riso de sacrifício
 é um mero espetáculo da 
sua felicidade.
É claro, e brilha e cheira 
e é perfeito!
As maravilhas estreitas do
 perfume que se abrasa.
As fontes de volúpias a se 
derramarem de desejos.
A escorrerem largamente 
pelos os seus belos seios.
São mágicos e estreitamente
 ligados neles se assemelham
as belas dádivas dos 
contatos que se espalham.

Gorjeio entre os seus devaneios.
Garimpados e colhidos por um 
líquido da vida a evaporar
 dos seus rios. 
A provocação de 
Vênus entre traços da vitória
 fundante e o receptáculo
 das influências dos 
seus sopros. 
A mover o lugar do coração.
Vapores d’água 
encarregados 
DE CONGELAR UMA 
Estrela no seu trajeto elíptico 
e liberando caldas de gás.
 A iluminar com o seu 
espetáculo, e que bela 
claridade a se corresponder
 com os seus perfumes no
 inconsciente das associações
 dos cosmos fabulosos. 
A expressarem os seus 
belos campos elísios de
 corrente de ar apalpáveis, e
 com a sua musicalidade de
 símbolos de feitios 
intuitivos, e largamente 
com a finesa ligados no
 universal das suas ardentes
 metáforas, 
Por que 
simultâneos são os morderes,
 os passeios da língua
 na boca, e os efeitos dos
 fechares dos olhos. 
 Transitarem acessos na 
apreciação das afeições que 
condensam o coração nas 
formas alvas, fluídas, 
soluçante da rosa suprema 
e trêmula, e dispersa a
 SE ELEVAR na parte que o
 corpo mais treme.

Levantam clarões! 
Eflúvio de delicadeza 
no pólen da correnteza que 
se mantêm acesa. 
A hóstia 
que cintila e asperge
 a Unção Azul das Camélias
 sagradas e regeladas da 
frescura, e dos aromas a 
gorjearem o seu luar, e que
 em festa no incensário 
da alma admoestam por uma
 seresta enfeitada com a sua
 finíssima veste.

OH! PARA ONDE IREI?

Mostra teu mundo atiçado. 
Libertando os significados 
inusitados das tuas 
correspondências para o
processo de imersão do alimento
 que estão nas jazidas 
dos teus mostruários, e 
que sanciona 
o AMOR.
Flutuar na sua existência e  
não beber e viver o seu melhor!
Enrubescer as folhas de um
 beijo e manter 
inalterável a sua memória, e 
circular no seu extraordinário
 cântico de inspiração 
palpável ao coração, 
e assim fazer abraçar todas as
 instâncias das glórias 
dos seus elementos na 
fundação da sua imortalidade,
 e na sua convecção íntima 
construir a oralidades de
 todos os seus efeitos com a
 sua única singularidade em 
viver o seu eterno.

Ora, aonde irei?

A caminhar e recordar, e 
com uma cópia em mãos do AMOR.
 Levando uma imagem 
do ícone da sua memória que 
tanto atrai a minha imaginação. 
E eu devo conjugar as duas 
metáforas da sua sensação,
 e não me esquecer de que
 apesar do medo vale apenas AMAR.
IREI?
DEVO APENAS ESPERAR?
CÉUS!
AONDE IR!

Carlos Alberto
albertoesolrac
silêncioelágrimas

BSB, 05/07/2014

21:00

quinta-feira, 19 de junho de 2014

UMA DECLARAÇÃO DE AMOR



“Fantástico”!

Por que eu imagino voar 
e depois chegar aos teus 
múltiplos perfumes.
“Girar entre as suas estrelas,
 e na via láctea dos 
seus sonhos acordar a virgem.
 Fazê-la enxergar 
transbordante que na 
decoração espontânea 
dos meus
 olhares se 
circunscrevem 
que 
"Eu te amo”.
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A TI VOU 

ENVOLTO NA CONSTRUÇÃO DA 
EXPRESSÃO MÁXIMA DO AMOR E COM UM
 TIMBRE PERFEITO NO SOM DA SUA VOZ.

A CAPTAR ARREBATOR A VIDA MEDIDA 
DO INSUFLAR DE CADA FÔLEGO 
QUE RESPIRO POR TI.

PORQUE ESTOU EMBRIAGADO PELO O
 PÓLEN DO DESEJO.

PARALISADO A ABSORVER TODAS AS
 GOTÍCULAS DO TEU PERFUME.

E SENSITIVA, ENTUSIASMADA 
A AFEIÇÃO CRESCE SORRIDENTE.

E DENTRO DOS MEUS LÁBIOS DORME
 O MANANCIAL DAS SEDES QUE SINTO 
CORRER POR DENTRO DA MINHA ALMA.

Envio-te 
os meus próprios 
suspiros 
grafados. 
Pendentes e 
apreensivos e 
confeccionados 

COM UM BELO BORDADO,

 e nele o teu nome exaltado.
Oh!
 Hóspede enlaçada 
que respira e carrega 
sobre si a submissão 
do meu amor!
Atende os meus sentidos
 porque neles os teus 
sinais se arrastam!
Escuta a arguta sucessão
 livre da presteza diária 
que tecem os meus 
pensamentos valiosos, 
e agradeça os
 momentos em que eu me 
exponho com amor para 
obter os significados 
de uma manifestação
 cognitiva. 
A estudar a sua integração,
 porque coletados são 
as influências 
detectáveis dos mesclares 
de vários 
ornamentos dos teus doces, 
e eis que aqui vai o
 meu coração. 
Submisso e onde as suas
 luzes clareiam os desejos
 dos meus dedos que
 querem te tocar.
 Por que a eleita dos meus 
sonhos é um fôlego de 
fragrância desenhada 
nos contornos 
dos meus olhares, e que 
na sua plena euforia se 
exprimem exauridos, 
exultados e rastreando 
as belas 
formas do reconhecimento 
da MULHER que é o próprio
 espelho da minha 
Imagem e semelhança. 
Porque nasce em ti e 
depois se
 nomeia o verbo da 
criação de encantamento
 mágico a 
soletrar na sua forma 
e essência do meu
A M O R.
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 Alegro estou porque 
a ti mostro a totalidade
 do encanto que é manifestado
 no fogo sagrado da 
alquimia do teu carisma.
 A proporcionar o fermento
 harmônico, e as instruções de materialização dos 
teus afetos a se 
mostrarem tão radiantes.
 Assim em ti vislumbro
 a planificação da 
tua consciência, 
acessando o reverencial
 do guardião 
dos selos dos teus belos
 beijos que duram e 
liberam momentos de 
construções sublimes,
 e que são solícitos a um
 coração que confirma o 
fogo de um corpo presente.
 A proteção do sustento 
evolutivo e afetuoso 
das grandes extensões do 
belo solo 
tonteado pelas as flores 
que pisam os teus pés 
delicados e soberanos.
O teu amor é o 
meu instinto!
 E que não se apaga uma 
só prece dos teus pedidos
 nos meus ouvidos 
incendiados por uma 
carícia do teu hálito. 
Um afeto de núpcias, enlaces 
e beijos faceiros, emoções
 diversas e dispersas nas 
constelações íntimas dos
 meus sonhos, atordoantes, 
crescendo e batendo no
 esvoaçar da alma que se 
derrama.
 A descobrir na sua 
distração ingênua a 
luz do ouro que seduz.

ENTÃO...

Abrem-se os bordados dos 
lírios a se vestirem 
com as suas flores  
cada gota dos teus 
sorrisos. 
Um ar que no giro do 
seu grito circulante 
e erguido... 
Torna-se um céu de gestos
 infinitos de belos 
círculos de prazeres.
Por que é bom sempre 
te ver como pérola 
radiante!
Ó criação da vida! 
Cheia de eternas estrelas! 
Vê-la festiva, elegante 
e ousada à porta dos 
meus olhos azulado, e 
em feixes
 de delícias de cores. 
Transfigurados de rumores
 e bando de odores. 
Esplendor glorioso a
 falar a minha alma
 do cheiroso oriente do
 meu amor que espalma 
e estende quentes as 
pétalas que esperam ser 
pisadas pelos os teus
 pés quentes. 
A vibrarem as folhas, 
as fibras das palmas das
 minhas mãos que te 
suspendem, espraiando 
a brasa do 
aconchego, a desmaiar 
bêbado pelo o vinhedo 
dos teus seios, um vaso 
 de ânsia a preencher 
a boca que se enche com 
a água de uma sede.
Incansável é o novo efêmero
 que agita cada pedaço da 
minha carne, e que por fora
 se tempera com o sal 
sagrado das minhas 
lágrimas
 líricas, por que na
 véspera do meu choro, 
eis que me unge com o 
teu óleo para receber 
as tuas lembranças doces.
 E semeado estar o meu 
coração por onde escalo os 
seus degraus para te ver
 bem elevada, porque 
a tua flor é significativa 
a brilhar nas minhas
 pupilas, e que amolecidas
 ardem e sentem desatinadas
 o anjo de língua suave a 
roçar a minha boca e falar
dos seus licores.

Imaginá-la ousada?

Alcançar o seu descanso
 mesmo molhada e cansada,
 exausta e transformada,
 e ainda faminta a se 
afogar no distinto vinho 
a me guiar.

 A escutar-me!

Por que permanece o 
enchimento das eternas
 formas das louças raras
 que completam o 
firmamento
 da tua existência.
Vastíssimos são os trânsitos 
intensos que são 
descobertos nas misturas
 de todos os teus 
elementos,
 e isso causa mudança
 tantas mil vezes da cor 
da minha pele enrubescida.
 Por que o róseo dos 
teus olhos se fecha e 
o meu peito cobre o fogo 
da febre de tantas visões
 do teu amor.

Oh! Misturar os teus 
suspiros na viração do
 frescor?
Belas cenas das tardes a 
descreverem os prazeres
 da plenitude dinâmica 
dos teus moveres. 
Um mundo com um paraíso
 de perfume embebecido a 
embalsamar marcante os
 meus gemidos tonteados
 pela a gestação 
dos teus odores.

Ostentar o teu visual. 
Fixar a paisagem da 
sensibilidade, e nos 
espetáculos de 
arribação 
dos teus dotes se deixar 
ser levado pelo o seu 
manancial de sabores.
As mensagens dos teus 
sopros na pele do meu
 rosto a se encrustarem. 
A sublimação das linhas 
dos meus pensamentos a se 
posicionarem para receber 
intensamente os teus 
beijos.

Oh! Vênus escultural! 

Tomar-te-irei nos meus
 braços,
 e pintá-la-irei 
 cada fluir talhado de 
felicidade dos meus
 sorrisos.
 Mostrando-te 
perfeito e vivo a alma a 
brincar com as graças
 da tua formosura, e nos
 teus lábios cor de rosa 
cravar os hinos da rica 
e pródiga primavera 
trêmula dos teus 
instintos,
 por que teu olhar 
sereno é uma densidade 
de brumas e saudade do
 alvo esparso da beleza 
que é homenageada em 
toda a sua singeleza.

O espaço infinito dos 
teus 
abraços me faz voar, e
 o mundo maravilhoso
 intangível transmuta de 
desejos.
Torna-te sempre para os 
meus olhos o frescor do 
verso e das suas fórmulas,  
e na proporção da expressão 
dos teus afagos sempre
 quero me derramar aos 
teus pés como essência 
soberana.

Os troféus da arte e 
perfeição cintilantes 
em cada forma 
de te amar.
Ouço estrelas ditosas e 
venturosas a se 
apartarem e se estremecerem.
 Delicadas pelos os golpes
 dos olhares que se
 retalham 
e alisa a tua forma de 
ser diferente.
Ergo o teu coração 
no seio
 fraternal e assim comovo
 a tua alma feminina.
A encher os teus dons 
e ouvir
 o cantar de gratidão
 dos teus lábios. 
A erguer diante da 
tua face 
tocante o provérbio 
sagrado do amor 
quebrantado, 
convalescido a bordar
 no molde do teu coração
 um doce espírito sempre 
apaixonado.

Ilustre e magnífico é o 
tratamento que ofereço
 aos teus bálsamos regados
 das graças e excelências 
do acrobata, e que se farta 
das suas luzes douradas
 e sonhadoras nas suas 
siderações que aclamam 
de braços estendidos pela 
a canção do ouro místico 
que te cala os gemidos.

Uma flor serena de 
aparição a soltar com 
audácia as vivas cores
 de eternidade. 
Cingidas e prateadas 
pelos os cachos de 
suspiros a se diluírem em 
avalanches de delícias 
fosforescentes e fluentes,
 e de amenidades doces na
 claridade sideral por
 onde cismam diluídos 
as minhas pálpebras 
luminosas de 
saudade!
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Saltar-me na fluidez 
múltipla e cheirosa, voraz
 a lampejar cintilações à
 sombra da tua paisagem 
com um belo antídoto 
nos órgão...

ENCANTAMENTOS.

Vem para os meus braços! 
As aderências das formas 
que se instalam é um 
espetáculo 
virtuoso de um corpo que
 a ti fala.
Revolto e confuso a morder 
os pulsos soltos e
 possantes de um vento 
com suas metáforas. 
Construindo O táctis 
DAS GALÁXIAS na 
sua outra parte do espaço 
que se desloca por um 
pedaço da sua carne.

VEM CONHECER!

Por que saudoso é soletrar 
a epopeia dos teus beijos
 de pasmos incitados, e
 das suas conchas peregrinas 
de beleza admirá-las por 
onde quer que fluam o seu
 cheiro nos mares dos 
licores enamorados.
Adorando o arcano que bate 
as asas, e no horizonte 
supremo chora 
demasiadamente
 pelos os outros, e por eles
 não terem um pedacinho 
deste amor 
TÃO APAIXONADO.

Que elixir unicamente 
envelhecido pelas as 
delícias de um amor! 
Um vulto ardente feito 
de gozo das volúpias 
peregrinas de um desejo!
Encanto sedutor 
aquebrantado de 
estremecimentos de 
brilhosos cílios feitos 
talismãs leves e 
oferecidos as harmonias
 de um ar 
que se compele. A tossir
 de austera flórea 
emudecidos
 sobre os efeitos de 
difusões a um coração 
tão garboso e gentil.

Viva a minha sonolência 
quando para ti olho.É
 essência de florescência
 de uma 
aurora a se renovar cada 
vez que eu te olho, e com 
os meus olhares coalhados,
 dançando em um suplicio 
de um sonho que por 
ti aclama. 
Vórtices de volúpias a 
se contorcerem veladas 
pela 
as agitações dos 
teus impulsos...

Oh! O que mais poderia 
eu a ti dizer?

Abismar-me vaporoso e
 deslocado a vagar cheio
 de espumas dos idílios 
dos teus cânticos que 
embalam e 
falam as clemências de 
uma ninfeia astral com o 
seu belo luar cheio de 
enlaces e tanto amor
 para dar?

Choro porque é doce! 
É a saudade! É o supremo 
anseio de tê-la nos meus 
braços! 
São os lábios que
dormem na senzala
 apaixonada!
 É a auréola do teu perfume 
de pérola a irradiar celeste 
a ermida fonte forte que 
chora as chuvas das risadas! 

É o êxtase do céu de 
delírio 
exilado no lirial.

Esclareço a ti uma 
necessidade
 de uma canalização da arte
 sensível para a compreensão
 calorosa de um conduzir
 nas ações 
sublimes da entrega de 
um afeto das edições dos
 meus poemas, e que me 
inspira a tua alma de mulher.

A Aparência elegante
 bem acentuada e florida
 a externar o íntimo, 
a se expandir pelos os 
pensamentos abundantes...

Não percebes?

Eu só vejo a ti a brilhar
 nas associações do álbum 
dos meus sentimentos.
A penetrar fluída nos 
tesouros de enlaces do 
meu espírito. Por que vasta
 é a garra da guia 
nostálgica que me prende.

Falas, - o ideal que 
resvala plácida na
 penteada
 delícia que se escova 
para receber os fluxos 
de um hálito virginal.

Correm e se derramam as 
vibrações ardentes que
 estalam quando te olho.

 O doce gozo a exalar 
frescos aromas alvejantes
 na reluzente luz nua dos 
contornos que se deitam, 
e que a mim se mostram os 
seus sermões com estímulos
 dos deleito das suas ações, e 
que são proporcionadas 
pelas as 
sequências dos teus 
perfumes de contrações 
provocativos.
 A brincar com os cabelos
 que se enroscam ao teu 
pescoço, e assim espalhando 
o cheiro 
suado e oleoso de uma 
delícia.

Suavíssimas pálpebras 
esplêndidas deitadas nas suas
 formas de Vênus aveludadas.
 A resvalar o seu luar 
de exclamação. 
Tonteado no flux aberto 
e tímido das debandadas 
dos seus soluços que 
chamam e se apegam no 
seu inverno
 para depois trazer a 
sua ardente primavera!

Que belas cores!
A percorrerem o caminho
 sagrado da dança dos
 teus olhares! 
A evocar um autógrafo 
no vento do arrebatamento 
do teu hálito que transita
 livre no céu cândido 
da tua face!

Oh! Alma de grandes desejos!
 Supremo anseio de um verbo
 de olhos tão belos. É 
como uma 
sonata de sorrisos a se
 rasgarem cheios de 
siderações de brilhos!

Estalo meus lábios em 
saudações a ti, e regenerado 
levanto as piruetas que 
fazem o amor a se pintar 
por dentro de um arco-íris 
de cores.

 Por que o riacho que é 
meus olhares banha o pomar
 floral do fidalgo botão 
de rosa que se aquece, e tão 
convidativa dentro de um 
coração de fruto soluçante.

Oh! Sentimento acalorado
 pela a dignidade de 
uma virtude 
infinita e sem o 
vórtice de um pecado! E 
também sem as 
pressões de um coração mal
 amado! 
Por que tolhida é 
a vontade de uma razão 
que se joga no repouso 
ocioso do 
CERNE DIVINO DE UMA
 EXULTAÇÃO,
e na paisagem
 de fidelidade de um ato 
sublime capaz de comover
 o o fluir da liberação 
de um espírito de grande 
prosperidade. E vasto
 são os laços de fascínios
 dos braços que se prendem 
para te sentir, ó minha amada!

E canta a minha
 canção com o tamborilar maravilhosamente
 rítmica
 dos pingos das minhas
lágrimas líricas. 
Integradas pelo o 
poético
 dos códigos dos cenários 
de um grande amor.

Por que deito a flauta
 na minha boca e faço 
fumegar 
comigo essa noite 
o teu incenso.
E brilha o meu rosto 
a procura do cheiro da 
flor perfeita de
 maravilha e dourada.
Desfalece-se queimando 
a chama do convite que 
estremece e palpita, e 
com as suas evidências de incandescência...

SOU EU O FOGO 
E QUEIMO.
Abraçando a sua favorita
 e lhe dando às rédeas 
do seu trono a mística do 
vigor de um alimento que 
sustento.
 Como te olhar
 Assim...
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Tão bela!
Lábios tão vermelhos! 
O que espero para 
neles mergulhar?

Dissolve-me na sua 
composição,
 e os seus flutuantes 
contornos pintados
 me enloquece.

 O ritmo de 
um trecho da formação 
do sabor.
 Porque ele se evapora 
igual a um incensório, 
e a sua valsa de vertigem
é um grande oratório dos
 meus desejos, e por onde 
os dedos tão belos se 
afogam na sua imensa 
força de prazer.

Entretenho-me com as 
emoções que pulsam, e que 
se explicam na escrita 
dos meus olhos.
A grafia apaixonado e 
o manifestar da túnica
 do meu coração que para 
ti se abre, e nas suas 
palestras entornam belas
 ânforas de elos de glória 
do linho da minha pele,
 pois flutuantes e em 
névoas nas alturas,
 deslumbrantes de 
aventuras...

 Vestem-me os gases 
ungidos do teu perfume 
que vêm lá do oriente da
 tua boca, e me presenteia 
com as suas especiarias 
de cheiros e incensos.

O que espera?
Vem e bebe o aroma da 
minha boca. A água de uma 
fragrância genuína 
encontrada nos vulcões 
dos meus beijos.
 A chover 
ensurdecidos pelos os lábios
 DOS PALPITOSOS ENSEJOS.

Pois bendito e bem ornados.
 Radiantes e rolantes 
a ondearem suspiros 
soluçantes são os golfos
 de luzes do teu coração
 que fazem acenos
 congelados de perfumes
 andantes, e com a graça 
medrosa e ingênua a 
escorrerem nos momentos 
quentes das tuas pálpebras, 
e onde uma ansiosa âncora
 é jogada ao barco 
que espera receber 
os faróis iluminados
 de quem por 
ti tecem um estandarte
 de arte, e assim outra vez
 deslizarem os teus 
olhares molhados de 
admirações por ser
 Assim...

Tão bem amada!
Eu te cortejo! 
Desmaio entre
 raios de fulgores dos 
teus sorrisos. 
A sombra serena da 
tua simpatia. 
A vagar no lago sonâmbulo
 de um sonho de fantasia,
 e as claras a deixar
 prender nas estrelas dos
 teus beijos divinamente
 cheios dos bálsamos 
etéreos de maestrias!

JURO MINHA AMADA 
QUE POR TI A MINHA 
BOCA SE ENCHE DE ÁGUA!


Elevo a balança do meu coração
 e me peso
E eis que contigo fico mais leve
Um confete de suspiro feito neve
No brilho dos meus olhos teu 
nome se escreve

No íntimo do abrir dos meus braços 
eu te pego
Na força mágica que balança teu coração singelo
Eu - um arco-íris de tremor amarelo

Tu - um colar de pérola que meu pescoço carrega.

E no poder espiral dos meus olhares te levo
Inflamado de um desejo que flameja

A beber sereno o teu beijo que viceja.


Carlos Alberto
alberto e solrac
sillêncioelágrimas

Brasília
                      
19/06/2014

21:30
               

"UFA"