sexta-feira, 21 de junho de 2013

O ALTAR DAS PAISAGENS

 

 O ALTAR DE BELAS

PAISAGENS

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Na elegância do seu timbre de voz.

O espírito com sono

próprio passeia nos ares formosos de uma alma que se

desperta, e dentro do seu jardim recebe os seus bocejos

de louvores das suas fadas, e a fecundação perpétua da sagrada

fascinação de cada tiragem dos seus exemplares,

talhadas em múltiplas cores e sensações de fulgores

luminosos, e das suas idéias, as estrelas na instrução

do corpo quererem alcançar e vestir os ímpetos

infinitos de todos os  orgasmos do seu corpo.

O olhar sensual e o imenso amor nas ações

embebecidos da sua boca a pregar mais uma vez, à luz

incandescente das suas memórias que ainda te ama e

por ti aclama a eterna providência dos

teus mimos e niquices.  

PORQUE OS TEUS OLHOS

SÃO SIGNOS

MÍSTICOS E LINDOS E

TRADUZEM O

GOSTO DO ODOR

DO PERFUME.

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  Por que lindo é te olhar e sentir o coração bater alucinado,

febril pelas as delícias da tua face e o encanto sublime dos

teus olhares. Leva-me agarrado na tua pele e dentro da tua

alma feminina. Enroscado nos anéis dos teus lábios e

bêbado. Tonteado pelo o perfume do teu hálito que é o

portador secreto dos meus delírios. Abra-te e receba a

entrega do meu fluir, e assim sentirá o gostoso de me sentir.

Pois voar…

Voar e ir até ao céu ou então o fazer descer e cair nas

tonalidades dos nossos corpos. Pois a emoção de ficar com

contigo é o meu vivo prazer, e através dos olhares do teu

luar o sol ardente das repetições das peles uma sobre a

outra é que escreve,

E na introdução, antes do primeiro CAPÍTULO, ESSA

será a NOITE DOS TEUS SONHOS, e SEREI AS

ENCHENTES DAS VOZES PARA ARREFECER OS

ÂNIMOS DOS ARDORES DA

TUA ALMA DE MULHER.

É só fechar os olhos, pois sou adepto dos teus cirúrgicos

toques, e que são preenchedores das tonalidades

que realça a minha estonteante

face de amor.  

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Fixar meus olhos e fazer dilatar as minhas pupilas,

e no principio de intimidação de um desejo visualizar

uma sedução se formando, despertando delícias

inconscientes ao contato prolongado dos olhares, porque

a boca é símbolo da sedução, e os lábios fazem brincar

a imaginação que toca sensualmente o flerte das

provocações das atrações, e que são os maiores estágios dentro

de um sensível coração. 

Inclinar lúcido para os seus seios que suspiram?

A aurora das flores e cores de um grande amor?

A rosa fresca que goteja o aroma e delícia de sabor?

O meu sentido é ser fixo e dá um golpe no teu coração,

e produzir nele manifestações sem controle da tua

alma, EIS AÍ A TRAJETORIA RITUALISTICA das

minhas noites que escutam o meu coração, e que comigo

bebem extasiados de um aroma tão celeste.

O seu sol ardente.

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  Entrego-me a cama entre lençóis de insônia, e uma brisa

de um hálito que me alcança com melodias e solfejos de

uma boca faminta. Aroma de sensação de um colírio

que arrepia a língua, porque quando te sentires perdida

os meus olhares poderão te ajudar,

Eles te amam!

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A ereção de um sonho na intensidade do orgasmo

do coração.

O diâmetro dos meus olhos induz uma pequena e tênue

luz que acelera as batidas do meu coração; e sem resistência

ele se entrega aos receptores dos pensamentos, e com

um vórtice que capta a velocidade dos abalos sensíveis.

À noite e o corpo nos delírios da sua própria sedução.

Oh! Acordar com os primeiros reflexos de uma Julieta!

Uma estação de cegueira e profundidade de vícios

estacionários nas emoções de uma alma

prontas a explodir?

Eu te guardei no meu coração, e essa noite eu te retiro

de dentro de mim para viver toda a eloqüência de um

grande e verdadeiro amor.

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Beijar o desejo de um amor é identificar e justificar a

devoção de um espírito que escreve a saudade profunda

na pele das suas asas, e a lança ao luar das suas fantasias,

nos lírios comovidos que mexem e dão vida o paraíso dos

olhares, de largo sol que bebe a graça e o riso que são sentidos

no silêncio a debruçar, entre os olhares, queimando a

harmonia das flores que se deitam e ejaculam seus perfumes,

espargindo aromas no jardim dos cabelos que evocam

fulgores sedentos de ventos purificadores, e que enchem

toda a viva alma. Por que cheia é a tua formosura! É um

tesouro divino e gosto de fios de ouro a delirar no céu da

graça da minha face que amanhece sorridente! Embrulhada

no viço dos teus estonteantes sorrisos que se mostram

radiantes e suspiram ainda mais belo por saber que a

noite mais uma vez chegará e brotará a minha vida

dentro do teu sol radiante.

Tocar-me

Olhar-te é como deitar os olhos em toda a superfície

do teu corpo e beber extasiado de cada

complemento da tua face.

Céus! Assim eu transcendo os limites angelicais e me

levo aos vôos celestiais por dentro de ti e que saltam

para a vida!

Se essa é a tua face certamente ela é morada dos anjos e

sobre ela transita um trono celestial e divino, porque

quando para ti  olho é como vê o céu sobrecarregado

de serafins e querubins, e os meus olhos se tonteiam,

e o meu coração pergunta quem é você?

Eu sei?

Por que te olhar é fazer fluir dentro dos meus lábios o

espelho vivo de todas as tuas delícias.

Prazer maior é te flertar e fazer correr dentro do

coração o néctar profundo de delícias que se agrupam

para depois se espalharem se extasiando com tanta beleza. Pois

belo são os teus olhos cheios de paisagens deslumbrantes,

PORQUE É DENTRO DOS TEUS ABRAÇOS que o

rouxinol domina e conquista o espaço da tua alma,

e a mulher sonha ajoelhada com a sua aureola de pérola

onde começa o seu céu até o descanso dos seus abraços

agora nos dois sóis eloquentes!

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Por que beber de uma fonte pura e dela sorver o

ingrediente ímpar? Jamais viram os meus olhos beleza

assim igual a tua!

É completa e faz o coração tombar em êxtases de

sonhos eloquentes, isso porque os teus ardentes lábios

pulsam por um licor sublime, e a tua boca só é desejos.

Céus!

Alcançar os teus vôos e contigo subir a um átrio é

como nascer de novo, isso porque tu és a própria vida

dentro de uma vida que tanto sonha contigo! Como

você é linda e tudo que é teu jamais sairá

dos meus pensamentos.

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Existe na tua face um doce atrativo cheio de esplendores

e que faz os olhos dançarem quando para ti se dirigem.

Porque transitam olhares açucarados e resplandecem o

absoluto grau infinito de uma delícia que se desloca

pelo o interior da tua alma.

Olhares QUE SE MOLDAM nos anseios que incitam

as sensações que analisam o que ver a menina dos olhos

que designa o seu próprio espelho, e que abriga os

reflexos dos seus sentimentos, fazendo sacudir o grande zéfiro

do Eros Órfico de um Cântico que abriga o detentor

dos seus sopros e o arqueiro que o acerta.

Ardente e imortal é o mundo da minha noite que

brinca astuto com as chaves do meu coração e soltam

os seus múltiplos suspiros, insuflando-lhes vidas, e

em cada sopro um desejo nutriente de uma bem-aventurança

para sacudir um espírito que alto voa, e os seus dons

fazem brilhar milhões de estrelinhas que explodem

em outros milhões de arco-íris cheios de açucares.

Que delícia receber assim uma estrela que se deslocou

do seu universo e causa estonteamento aos meus olhos?

Que delícia receber os seus fluxos e depois fechar os olhos

para receber por definitivo as suas visões.

Novamente o teu ÊXTASE... Isso me rodeia e causa

ferimentos na minha pele que grita pela a delícia do fechar

dos teus olhos e os segredos que dentro deles habitam.

A minha-água viva tem fonte eterna e o seu

ciclo é imortal.

Um espaço fechado. O prazer dentro de um

universo evocando confessionários de lembranças com

dormências à língua na exposição evidente da consciência,

convertendo a emoção dentro dos desejos aromatizados,

extasiados e contagiantes do júbilos sensuais. Efeito da

pele que entra na boêmia sublime de delícia e elege como

ímpar cada sutil olhar.

Como é doce penetrar nos teus olhares e dentro dele

recolher cada reflexo pulsante do teu perfume, e ainda

alocado na luz da tua visão fazer desenhos cheios de

imaginações, ficções e ampliar os teus sorrisos, elegendo

os teus lábios, porque os meus olhos fazem confidências

um para o outro da delícia da tua boca com o complemento

da tua língua que atiça vida.

Exibir esboços de idéias românticos na personagem

que consola a leitura dos lábios, os cenários excessos do

amor exaltado na noite que consome as tempestades

realizáveis dos sonhos, e que experimentam as reencarnações

dos cândidos fantásticos desígnios sensuais do gozo

que se entrega aos prazeres.

TE-DESEJO

O prazer supremo de sentir é uma forma sagrada de alcançar

em uma ligação de olhares, o íntimo universo para a

liberação do equilibro de um espírito que realiza com

a sua deusa o pleno ato romântico da ejaculação do

amor, estimulando a finalidade principal de se amar

e ser amado.

Então te agita, ó coração! Bebe os bálsamos de licores

e das delícias íntimas deixando flui a eloqüência

dos toques profundos de sensações elevados nos

estímulos sensoriais de uma pele tão doce! 

Voando sem fim nos espaços da sua alma luminosa,

braços pelejantes de querubins, despertando os róseos

sonhos nas suas noites que antecedem as suas fantasias.

Arrastando gentil o esposo na aurora azulada dos seus

olhos e nas flores do oriente da tua ceia. Aspergindo perfumes no

brando leite onde o trono escuta canções serenas e

cândidas, exaltando a princesa que nas  suas aventuras vaporosas

festeja serena e sorrindo com os seus lábios palpitantes, desfradando doces a

cintilar entre sono que chora de felicidade, e saudando

a noite que não se finda, e gotas trêmulas dos efeitos

das delícias clareiam ímpetos as bocas se abrindo,

hospedando o vicejante retocar das pétalas que

crescem ao fumegar do fogo que desabrocham

sonhos festejados e tão lindos.

rasgo

Juro-te amor eterno e beijo a tua face com olhares de

escravo, porque nos crepúsculos formosos dos teus risos

me embriago melodioso no lindo, lindo… Lindo céu do teu

rosto que exalto, enlouquecendo a mulher formosa que

ressoa no seu alargado corpo a vibração viva e embriagada

de olhares em gotas deleitosas e úmidos de prazeres  repletas

de delícias e gostos.

E os meus sinais revelam que eu estou

enamorado por você!

Por que os meus olhos sorrirem quando me olha e se eu

te rondo, sonda-te os meus olhares, e quando me olhas

eles se afastam para depois te enxergar ainda mais

bela e doce quando me perdes de vistas.

Na dança das seivas de vitalidades eu bebo no teu leito

os perfumes que se derramam, pálido e convulso nos

teus seios trêmulos abro a tua fórmula que me aperta,

e feroz no teu colo pego o teu sudário e rasgo o véu, e

súbitos caem todas as tuas estrelas, reanimando a forte

luz que incendeia os braços que se rasgam em apertos

e faz os suspiros ondearem a boca molhada de mel.

Pálpebras se fecham na Imortalidade de sonhos de

brisas e perfumes nus entre flores que alvejam peles,

no sono que emudece espíritos e nos alcances não

restritos das suas mãos que circulam ajoelhados exalando

amor, banhando de lágrimas ardentes que pertencem

tanto a um como ao outro.

E aos ruídos dos sonhos uma valsa que se deita nos

prazeres das formas belas dos seios quentes a queimar

o corpo nos festins de murmúrios soluçantes,

entrelaçados por dois amantes nos vivos soluços que

mistifica o sentimento

SIMPLESMENTE ESTONTEANTE AS VISÕES

SECRETAS QUE SE DESLOCAM

POR DENTRO DE MIM!

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  Formar dentro de mim e não confundir os momentos

de liberação da grande razão do mover do meu

livre-arbítrio.

Forçar a educação dos meus suspiros e retirar

deles o meu alimento, conhecendo-os e constituir

como exercícios livres para a minha respiração

que goteja inclinações extraordinárias aos desafios

que se alinham dentro do meu coração para tornar

o homem mais sensível e mais profundo de sentimentos.

Vem a mim a tua medida?

Um ritmo evolutivo dentro de uma estrela que nunca

envelhece, pois a via láctea têm ordens e o sol da

interação do seu nascimento desencadeia anéis de

pérolas reluzentes no seu observatório de prazer e

delícias que propulsionam e capturam os empuxos do

coração na exploração do Sol e Lua das seduções,

pois nos seus truques crescentes, estendidos pela

face, boca e olhos,  as suas flores gustativas disparam

açucares que se ligam a substância, porque sempre

me sondas e procura sentir a minha força, entretanto

  vou me fortalecer para vencer a tua resistência,

conquistar o teu castelo e obter como prêmio

exemplar a princesa que nele habita.

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E quanto mais a águia aperta o meu coração,

EU sinto

O seu ritmo respiratório que me envia os seus tremores

dos fluxos de um odor feminino, e a sua vibração efetiva

medita nos laços de um corpo que se entrelaça dentro

de si mesmo para receber o cosmo que liberta o ambiente

fechado, e move o óleo da boca fazendo uma massagem

intensa no tabu de uma língua que explora o seu corpo

  no ápice da sua posição unificadora.

Enquanto isso uma águia aqui veio e roubou o meu coração.

Por que me atacas e tenta alocar no meu coração as

ardências da tua face e o perfume íntimo da tua pele?

Céus assim eu morro!

E a águia aperta o meu coração.

As palmas dos entusiasmos na alma movimenta

o mundo aberto da formosura da face que recebe as

mirras odoríferas que adornam as pálpebras

molhadas de ardentes lágrimas, e dispensas, alegres

e coroadas do crepúsculo da noite que cumpre o

seu papel de me fazer sonhar na fonte vivente que

adorna coroada a alma que se reclina nos extremos

dos pensamentos e saúda o seu coração:

SOU EU!

VOLÚPIA

Teu salto é alto mas circula em cada andar do meu espírito os teus rodopios

E BEBER CONTIGO É VIVER ABRAÇADOS ENTRE DELÍCIAS DE PERFUMES E NOS FÔLEGOS DOS SEUS SUSPIROS ressuscitar uma nova vida. 

DOCE É TE OLHAR E APRENDER A VOAR CONTIGO, E NOS TEUS BRAÇOS SE LANÇAR NOS ALTOS SONHOS DO CORAÇÃO, sendo aquecido pelo o sol dos sonhos.

Noites ardentes que causam visões cheias de delícias ao corpo trêmulo que ensaia os seus primeiros risos intensos, e a fusão de um elixir avassalador de emoções decifra que o silêncio é insaciável por que dentro de mim,

Doces lábios molham minha língua,

Mãos de urgências arrepiam meu corpo,

Agita respiração e que excita,

O beijo que queima o coração,

E as vozes das volúpias se derramam

Entre olhares e sedução...

E as suas ações?

EU ESTOU VIVO!

E VÊM OS GRITOS!

 

“Estou no décimo quinto andar de uma torre e será aplausível que eu suba mais um degrau, e aí alcançarei todos os seus desígnios e suas maravilhas.

Céus! Espero que o meu elevado não chegue para me levar de volta!

Não quero descer!

Preciso sentir e ver!

Devo voltar ou esperar o céu?

 

Carlos Alberto

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“Fiz boa viagem entretanto eu vou decifrar esse enigma”

 

Brasília, 21/06/2013

23:12

 

domingo, 16 de junho de 2013

SIMPLESMENTE M DE BORBOLETA

 

ENIGMAS DOS SINAIS

 

Ouve o espírito do meu ser e faz saltitar em ti as suas delícias, pois a articulação das palavras que saem da sua boca são carícias suaves, e pela a sua voz exalta a liberdade do amor dos teus olhares e dos teus entusiasmos cheios de desejos. Elas irão para o teu colo onde tudo é só luz radiante.

Joias reluzem no teu corpo e me apraz a inclinação da tua face que se debruça tocando a água da minha boca que sente a floração da tua beleza ímpar.

E os júbilos dos teus sorrisos sobre eflúvios de delírios é uma efígie que move o andar do meu coração nos suspiros de existência da minha alma, e que segue vibrante e radiante com a bela mulher onde aflora entorpecido e fascinante a sublime forma de um anjo.

ENTRE SIGNOS E SIMBOLOS UTOPICOS E NO MEIO DE

“M”

FACE A FACE

FOI REAL?!

Eu sou sei que

Os meus olhos pasmos volteiavam na vertigem da sua valsa corpórea que fez vibrar os castiçais dos meus desejos!

E vi que o bombom que me foi ofertado estava cheio de recheios! 

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Fazer rolar na boca o bombom ate chegar ao seu licor a mais!

E o que ele faz?

Saudar os relâmpagos que cobre a tua face e nela fazer jorrar harpas de ardores de melodias devoradoras que brincam com a graça dos teus olhares tão extasiados! Doce claridade que vem das estrelas dos teus olhos, e na exposição da sua luz, converter o súbito projetor ao postulado dos seus atos, e na lucidez da tua boca que não comete transgressão viver e sentir a competência de uma visão da ação do ardor que se liga no cósmico de uma delícia.

Pois eu vou aos seus doces arrancos.

Ganhar batalhas e espargir seus perfumes.

Ousar embebedar a força e depois cair no seu êxtase.

Ferir a sua instância para brotar mais mel e lume.

E nos seus sábios lábios me ornar com todos os seus anéis!

E fazer cairem avulsos os teus papeis!

Todos aos meus pés! 

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Advirto-te que a coleta das manifestações das minhas emoções vai assinalar a matéria do teu corpo, e sobre ele derramará os teus risos interiores, sendo triunfo das expressões dos meus e teus lábios,

Pois te afasta os teus braços e desfere golpes de avanços no cenário do teu coração que será o alvo na mulher que é grande.

A sua fonte é a inspiração do amor e a natureza dos seus campos é o abrir do manto calmo nas noites que se entreabrem e desabrocha a pétala perfumada da sua alma que bóia no veio do paraíso dos seus seios, e que aclama pelo o amante que rasga o véu da tua palidez, percepcionado com olhares das mãos a virtuosa marca da imaginação dos teus desejos, conciliando o teu dom virtuoso com a exposição das delícias dos teus tremores, pois a fonte da tua alma não vedará as vertentes dos teus peitos que se derramarão na formosura do encanto dos teus sorrisos e lágrimas de felicidades e encantos.

Fogosidade é a medida de cada membro do teu corpo, e a impetuosidade dos insultos dos seus elementos criam o meu prazer estético que acorda o meu inconsciente.

E eu aperto com os dentes o meu bombom

dentro da boca até espargir o seu licor a mais!

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Eia! Vivo estar o que foi morto!

Pois ele recolhe os ecos e os modos de sustentações das várias fases da mudança de uma língua que abraça o silêncio, e os exercícios das suas sensações no mundo que povoa os seus sentidos!

Oh! Que delicias os efeitos dos beijos de amor na alma romântica enamorada que ouve até sons despercebidos dos ouvidos mas sentidos pelo o seu coração!

Oh! Ouçam a coroa de glórias das aparências de um silêncio que é possuidor de tão doce ardor, e que brinca com os lábios e fazem os olhos repousarem dentro de uma boca tão deliciosa?

- De quem vos fala doce amado? Do bombom ou do seu licor?

Trovões e gritos de fogos que golpeiam um rosto que saltita na sua calma e nas cenas das suas estrelas caem gotas de amor no bosque dos sorrisos viventes!

A propósito quem é M? Pois ela sempre te inclina às mãos e o seu bracelete faz a união de duas almas eternas? E a ti permites que suba nas suas estrelas!

E que inclina a tua cabeça e observa um dom de onipotência de um sintoma irresistível que permite um olhar ao interior alado de um coração?

Acolhe-me e foge para a tua liberdade, despertando o teu sensível e não me negues os efeitos da percepção da tua alma nos feitios do doce dos teus lábios de duplos significados, um que falas que me amas e outro que sonha com a tua entrega.

Devo outra vez apertar o meu bombom?

Na vibração do mundo dos teus sonhos, e nas revelações mágicas do transportar da seiva dos beijos, e nas mordidas de uma língua que pausa no céu de uma boca e raspa na sua toca as delicias das flores perfumadas, transfiguradas e românticas na sensualidade até dos olhares, os dentes trituam o licor.

Deve sussurrar a boca ou cantar os doces efeitos dos símbolos triunfantes?

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Perscrutar os mergulhos de um corpo e nele capturar a preservação da água incrível da grande pesca do coração, nadando dentro do seu santuário, a sua bela fonte de amor termal, e com um colar de ouro ao pescoço, e na temperatura da pele que enfeita a sua jóia, uma borboleta que é o seu pingente, e ela se solta do seu cordão e voa em busca do alimento para trazer até a sua dona e alimentá-la no seu esconderijo.

Entro para o mundo da tua matéria, e na cadeia dos teus sentimentos empurro a chave e ela abre a tua porta, e a vista do seu interior se prende nos círculos emocionais dos teus olhares que sente prazer em ser admirada e exaltada como linda mulher.

devo me deitar sobre ti?

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 O coração sente o vinho e ingere o gozo alegre em pedaços de sentimentos. COMAMOS E BEBAMOS E DEPOIS ENCONTRAREMOS o ri da luz de um coração que mistura sabores de alegrias para cingir de prazeres a dança do ventre que semeia a própria fantasia do ritmo da sua festa!

O céu de aroma beija a primavera da tua boca. Carícias bordadas de estrelas que saltitam quando são tocados pelos os teus lábios.

E a borboleta folha um hino sereno e dourado nos azulados braços nus, e o peito na campina rápido se abre como uma várzea de cachoeiras, asas ligeiras, pois fluindo o sutil fogo da língua no teu pescoço é a asa que voa e que pede e implora o vagar de um fôlego que sobre teu corpo se entrega sem forças... E forças crescem, quebrado os teus ouvidos, iluminado o prazer de um vinho forte e suave na extensão do teu corpo que preenche a tua alma e nos pólos vela a luz do teu prazer.

O licor do bombom estar quase chegando! 

É O MEMORIAL BRILHANTE DOS TEUS PEITOS QUE carregam secretamente a borboleta de ouro que eu te dei para ficar por definitiva encostada aos teus seios a juntar o teu mel.

E ela só voa quando mando que ela venha até a mim e traga de ti o suor adocicado pelo o licor do teu bálsamo.

E o moço chora de felicidades! Gozar do lirismo das DELÍCIAS DO LUAR do teu corpo e se deixar estrangular os soluços, reconhecendo o sentimento que escreve na pele os desejos que esmaecem em glórias de ardores que se arremessam e se debruçam no coração que se desprende e arranca o seu último botão florido em suspiro.

E a flor da tua boca me roçou!

Rodeados de apetites e mordidas que tocam o jardim onde está escrito no seu manuscrito e se destina ao vento que rasga fogo das narinas.

Eu nunca tinha visto!

M entreaberta para minha face olhava, sorria e vivia!

O momento do nascer de um mundo face a face e a hora que ela descansou com olhos fechados, pupilas ardentes, lábios lubrificados a espera da aurora.

Resplendores singelos e translúcido de perfume azul com fronte sereno de amor e flores rendadas que entornam emoções submersas no odor de mulher, céu que não se contém dentro de um mar imenso que flui a existência dos cânticos repletos de súbitos decorados suspiros, e que selam o leito do imperador que rasga o sudário dos dedos em hirtos à luz dos olhares que arqueiam decorados pelas as fantasias dos delírios, e ela se entrega.

O BOMBOM SE PARTIU E O LICOR CHEGOU.

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 Uma fada comovida e graciosa que inspira os sonhos que ardem e que se abarcam aturdidos pela a noite que e suave, e atraída à morada que se ajeita para receber os mimos que contemplam a sua espera, e que sem paciência já jorra a graciosa beleza.

Pintar a nau e deixa-la correr nos doces reflexos das ondas gigantes que se formam, e capturar arfares e balanços em todo o seu corpo! Um viço triunfante ao coração que eterniza as suas vibrações, tocando com as mãos de titãs de pérolas no fundo do seu vaso, e em uma longa e ardente viagem desfrutam dos orvalhos doces de M. Um espírito nublado de paisagens e o pranto correm na suave paz.

Banhar a calma misturada em flores, e no infinito cheiro da sua essência usar o seu idioma de sussurros e múrmuros, tecendo os odores vertentes do langor da estrela que invade o vinho que tonteia a mente, e que na sua volúpia arfante do peito, onde o vapor intenso de pensamentos se incendeiam, é o alvo da sua alegre pousada que se estreita em abraços de lírios ébrios no altar crivados de desejos, misturando as flamas das formas corporais que ardentemente se queima e se deleita, arfante, delirante no seu aconchego, e a nudez de gotas em diademas sobrevoam a cabeça do cetim dos seus olhos, e nos círios de cristais do fremir por dentro de ti são todos os ensejos.

Misturam-se ondulantes os vapores da tua boca e róseo há de talhar no teu hálito

os faróis do belo que te pinta a luz dos teus sorrisos, e no inteiro comovido do teu corpo ímãs que atraem sacudindo os ritmos,

dividindo o corpo.

É uma delicia beber dos teus olhos e seguir os mistérios dos quais me convida.

E rola a gota expressa de reflexos dos sóis que aquecem as razões orgulhosas e febris, e que cismam dos mistérios das insolências de uma pele que se aquieta e jamais sobre ela morre o sonho que transita nas leves pálpebras que se abrem e se agitam, e termina os seus sabores dos momentos de delicias rasantes ao deus sábio da esfinge fumegante que arrasta para si o ar dos movimentos dos lábios que bebem a abissínia do seu atrevimento.

Sobe e desce!

E o licor a mais do bombom aparece! 

Olhando M dos pés ou da cabeça ela é a mesma!

Envolvente a calma que contempla o fogo que regressa ao santuário das preces das bocas que embalam ecos inflados de perfumes e incensos que se vestem, e vagueia funda a lágrima que se chega ao artificie de um ruído de um suplicio tocando a ceia do espírito que destemido sussurra na aconchegante inquietude que o aquece.

Convertido pelos os perfumes,

É assim que ela se veste?

E O LICOR DESCE. 

Cartas de amor se arrastam nas proporções fantásticas dos cabelos sobre farturas de fantasias que escrevem na alma o exilio de uma dama em turbilhoes de frascos de aromas.

Qual escolher?

X dos pés ou cabeça?

TODO O SEU LICOR É DOCE!

O exótico florido que sorri e transforma exposto nos seus olhos os acoites ungidos de estrelas QUE OUVEM O MAR DE GOZO A GARGALHAR e ouvem as línguas dos milhares de lábios que se cruzam e vencem ardentes mergulhados na sensualidade e na atmosfera da sua sagacidade!

Existem obstáculos quando se admira um campo?

Então te derrama e tomba o teu perfume frouxo e encantador, e bebe e come da vontade radiante que te incendeia M os olhos no nobre instrumento que sem recesso suas cordas se tocam forte e profundo, o cérebro discreto se infiltra nas vozes que vibram o êxtase das cordas que se tocam sensíveis nos embalos das graciosas façanhas que em sonhos se convertem.

E o licor do bombom tranborda mais doce e sublime! 

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 Embala o arco que morde e não explica o que sente quando a tira a sua flecha, e que vive o seu alvo o seu deleito quando ele acerta.

E nasce assim o amanhã tão lindo e cheio de palmas que despertam os sorrisos que vêm vindos aos montões, resplandecendo os lábios que acordam sorrindo em busca das faíscas cravadas, e que voam na alma do todo poderoso amor, fortalecendo as suas musicas que escutam as batidas do meu coração, e aqueles que me verem dançando não ouvem o ritmo do meu fôlego corajoso que fortalece o encontro da criatura diante daquela que estar aprendendo a voar.

E nem sabem que adoro chocolate com um licor a mais! 

Mas eu te farei alcançar os estágios nítidos dos desenhos coloridos usado para a impressão das tuas emoções, e na paleta do meu pintor misturarei o claro violeta para o nascer do teu sol nos primeiros olhares dos teus olhos quando os meus olhares te encontrarem.

Emudecer o vocabulário da tua boca e pousar na ladeira dos teus lábios um beijo de vulto gracioso e quebrar encostrado ao teu corpo o espaço que me separa de ti, e durará horas o iluminado debruçar de um coração a exprimir com hálito de louvor o teu êxtase de amor!

Sente-se um alvoroço no pélago da alma e faz suscitar o bálsamo de uma essência que percorre o nosso interior. Como é delicioso sentir os calafrios que vêm doces com a sua pintura e nos marca o coração! Como é suave o ouvir ritmado de um cântico sublime que nos arrebata ao céu da sua grandeza! Posso sentir o fluir dos ritmos do meu espírito que se lança nos vôos celestiais dos acordes que abala e tonteia a alma que se agarra no seu perfume! Sinto os meus pés no zéfiro soberano do AMOR A ME TOCAR!

Retorcendo e cortando a veia aberta da garganta, e nos pelos os seus músculos que convulsiona o coração a rugir o íntimo, o palpitante e descomunal de uma atração de contrações caudalosas, fazendo vingar os gemidos nos acesos dos seus olhares que se dilatam para receber os fluxos de ais que se abrigam no fogo, e nos vestígios dos seus gritos não esquivar a boca para soltar o equilibro do seu universo na exuberância das manifestações da sua festa.

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  E ÀS VEZES PARA O CÉU SE OLHA

e no seu colo claro acordam os seios que se vestem de purpúreas rosas, e os dedos na sua fonte roça o ermo da couraça que arde o fogo das chamas dos olhos. Miraculosos e nobres, saciando o arder divino do leito da campina que percorre o coração, e que joga os ventos de hálitos abraçados em um ritmo ritmado, afáveis e cheios de graças, tingidos por uma lua de afrontas de olhares que circulam e depois inundam o amor no latejar dos abraços, e dorme a face nos sonhos que se guarda na alma, e que é tocada por beijos cheios de astros. Cachos de perfumes que explodem e remam seus odores trescalantes para a sede dos sentimentos, e esses abrem os seus braços e bebem do licor da concha que febril se derrama!

Oh! Meu Deus! Eu a adoro e a amo!

E o licor do bombom vem e por fim ele se derrama!

E a boca se enche da sua fleuma!

E, neste momento doce nasce:

“EU TE AMO!”

 

   

Carlos Alberto

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Silêncioelágrimas

Copacabana dorme enquanto me levanto sorrindo!

 

 

terça-feira, 14 de maio de 2013

CARTAS CARIOCAS

 POR QUE

EU TE AMO

TANTO ASSIM? 

Fui ferido

E chora a minha alma pelo o temor da dor do amor. Enquanto isso eu

fujo da sua agitação... Rasgo o meu coração e me escondo nos braços

do meu espírito que me alça e me leva consigo. E nas ordens das

proporções dos seus vôos de sonhos... Sou eu o seu sentido! A simetria

e os efeitos de movimentos de sensibilidade reveladas nas emoções

que o pórtico do mundo de sensações me abrem.

Pois a harmonia de uma visão de um olhar pulsa profundo, e se

deleita na imensidade da graça  dos risos e dos beijos que se

juntam e em alvoroços se deleitam.

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E mesmo ferido

Eu ainda sou o maior dos

sonho! 

174

A ESTRELA DO AMOR 

E o meu universo sou eu quem cria, e faço viver e

pulsar o néctar intenso. O exótico que gira nas minhas

curvaturas é a presença da minha matéria celestial, e EU

não poupo qualquer parte do corpo para desenvolver todos

os seus trajetos.

Faço todo ele tremer, e com a força

do meu impacto crio as montagens que são ejetadas do meu

cérebro, e que se fundem e mostram a formação do meu anel no

coração, e a corrente da minha órbita são os

brilhantes que entontecem os olhos, e eles se prendem

cheios de ações nos aglomerados da minha beleza,

onde rastreio todos os seus dados para que deles eu receba a vida,

porque dentro de mim ainda existe você:

O FOGO ABSOLUTO  

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    Extenua os meus olhos e as suas algemas

rodeiam os meus dedos até chegar aos meus pulsos,

e por completo sou amarrado no seu aço, e o seu

fermento sobe ao meu coração, e prosperam as minhas

lágrimas nas cavidades dos meus olhos.

Porque,

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Eu sinto um ardor que sobe e fosforeia o meu peito,

deixando-o como peregrino entre ares embalsamados

que se despencam com o peso de um perfume que

anuncia que eu não sou mais o seu Éden e nem

o gênio da sua alma que goteja alegria no guia

da sua vida.

Salteando nos seus procriadores eventos, e na

imortalidade dos seus suspiros, e na medida justa do

seu sublime azul Eu gero todas as suas visões, e

engenhosos são os júbilos seus que se inclinam e

soltam suas belas harmonias de lágrimas que enchem

o meu coração.

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Em pleno vôo eu mergulho no seu cheiro e bebo a

sua água floral que se expande no recipiente do meu

espírito, porque o belo se alastra em mim, e do seu

conceito sou eu o passageiro do seu elo. A exposição

do seu interior nas articulações gerais do seu mover

com os seus signos que não são mudos e transportam o

profundo ato vivo de transmissões de tremores.

E sou vulnerável, e o expor do meu coração no seu

apriorístico lugar de sedução me alça as suas asas e

me faz voar.

Frágil e demonstrável na leveza volúvel do seu amor

que ocupa o largo trânsito do seu andar

pela a minha alma.

O lógico contínuo que carrega painéis que se submetem

à fruição de mil possibilidades artísticas, e criativas

criações são abertas nos expositores dos olhos que edificam

as suas áreas gigantescas e concentra no seu espaço o

hospede que espera a imersão dos seus sentidos, e o

seu evento principal na minha alma:

os beijos.

Consciente e expectador o seu ruído é um sinal explicito e

circuncial no grau de associação do entrelace da força

dos meus dentes nos meus lábios, e a tentativa de calar

o seu som me faz experimentar do nascer de um viés

escultura-cognitivismo nos módulos de uma anatomia

amor-criação que vêm aos meus pensamentos.

Simplesmete nele

Estou e Sou o Seu Vivo!

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Por que eu te amo tanto assim?

A análise do teu impacto e dos perceptos das delícias

que são tuas  e são grandiosas, entretanto é em mim que

habita o teu modelo de sensação que pulveriza o vidro

da tua lógica, e que embalsa a minha visão, e mesmo

assim te sigo quer seja sorrindo ou chorando.

Eu me prendo ao teu juízo e ao gosto de sensibilidade

dos teus gestos que é a razão pura do meu agir nos

seus dois lugares:

Amar–Viver os líquidos dos teus frascos, e nos sentidos

das suas informações que transitam a fórmula viva dos

pedaços das suas coleções nos campos sensórios do

seu ego de intelecto, e que pintam as suas idéias no tecido

da minha pele e alinha a sua cognição com a sensação

do córtex do meu coração.

Quem sou eu que em mim procuro,

As glórias de um amor tão puro?

Eu levo no vento dos meus olhares, e no receptáculo da

minha alma o seu elixir, e eu o divido em vários fragmentos

e faço as manipulações do seu instruído investigador com

o seu ouro perfeito, e o brilho constante do pó de fluidez

de grande volatilidade que se precipita no interior

do seu ser é a minha luz sentimental.

Acendem os meus olhos que tanto te ama.

A boca que pelo teu doce nome chama.

Dentro do cristal do Coração se derrama.

Os beijos que vêm à tona e me inflama.

Oh, o sensível do entusiasmo exprime a receptividade,

e a sua intuição determina o ativo espontâneo que

atravessa o seu jorro de luzes, e o seu açúcar adoça o

seu perfume ardente, porque sonâmbulos, abrem-se e

contemplam-se os meus olhos do lavrador que acende as

minhas pálpebras e eu não tenho repouso na sua brusca

corrente. 

Delírios nos perfumes que flutuam nas ondas do mar da

minha boca, e o transe dos meus sorrisos correm nas

areias e bebem com línguas quentes.

A liberdade da minha oração e a magia da sua

dança me encontrou quando solitário bebi água com

sal das minhas lágrimas.

Eu penso e em mim se precedem as apreensões dos

efeitos da existência nas passagens instantâneas da

consciência, e à esmo no sopro incisivo da liberdade

eu decora o égide do sonho subterrâneo do coração.

O ser se mistura a paisagem e ela percebe as vias da

luz do afeto que age nos sonhos, e conhece e acredita

viver cada pulsar dos seus gemidos.

A verdade!

A aparência!

Dois mundos!

O ego na dúvida cartesiana!

O senso entre a razão o seu significado!

A luta interna e o olhar do expectador na retirada

da visibilidade de um mundo real e outro de aparência

tão loquaz e que afoga a sua esperança no peito.

E o amor não muda de moradia e volta sobre mim os

seus períodos intensos.

Sussurrante é o seio que embala o vento.

O clarão que escorre na face de quem espera.

A terra e a areia que sujam os meus árduos pés.

O êxtase que eu exijo será o meu sacrifício, pois o meu

descanso é inominável dentro de um mar absoluto que

cabe em mim e se torna tão pequeno

quando eu choro.

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E com os olhos e sobre os olhares

lacrimejados de uma pedra vêm as minhas

CARTAS CARIOCAS.

A divindade usa a frase: eu te amo e a mulher imóvel

com a sua consciência transpessoal não planeja por

dentro de si sentir os transitórios estelares de forças da

misericórdia que por excelência balanceia a polaridade

da alma.

Eu que a ti fui supremo, intuitivo no mais alto

grau da

percepção divina de todos os movimentos do teu âmago.

Eu abordei o teu íntimo átrio e divulguei no teu coração

o mestre das tuas emoções entre o céu e a terra. Aos teus

pés alinhei os símbolos incisivos de todo o teu ser,

interpretando e simbolizando em todos os teus gestos as ordens

abrangentes de todos os

sussurros da tua boca, e no

diagrama das suas estruturas, e nos graus que

abrangem cada respirar iniciei os segmentos da

árvore da tua existência.

O nu das tentações é um liquido do silêncio.

O fulgor da febre que alucina a alma.

Falando de emoções para si e dentro de alguém oculto

as canções que fazem variações e recolhem aquela

para quem se fala.

Há um corpo único e aplausível que justifica o regresso

poético das mãos que importunam às criações da alma,

e um êxtase triunfal é guardador das chuvas que agora

caem dentro de mim.

Vislumbro o mar e aparição acesa dos meus

desejos que se transformam em um corpo qque passeia

solitário, e me apercebo do seu fascínio e sempre me

vem a boca o febril vapor que brota do fogo da

idealização da mulher amada que sustenta o ar que levo

nas narinas para sentir o seu cheiro.

Minha mão é tocada e eu sou arranhada por ela.

Eu nasci e fui canalizado pelas as correntes íntimas de

um silêncio superior, eis que são irreconhecíveis, mas que

transitam na vontade e na espera.

Meus olhos estão abertos.

Os chicotes fazem soam lágrimas e dores, e nas alturas, a irreverência de

uma asa que fora do seu campo observa

o íntimo pensamento no meio de um céu transcendente de fenômenos, e

que são inseridos no coração que se afasta

para um infinito cujo ponto de plausibilidade é o seu

esconderijo.

Nas ressonâncias das vozes o sútil movimento palpita e

abraço a corporeidade majestosa da presença da sedução

que olha o paraíso da ternura, e o amante cheio de um afeto

suave sente prazer no êxtase da construção do teu feminino.

Alerta-me as caricias das brisas e desterram dos meus

olhares a música. Tua presença densa é o esplendor, e

na força do silêncio bebo o cosmo explosivo dos princípios

geradores das bebidas de glórias

de um corpo tão distante.

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  Fluídos rios descem pela a minha face e sobre copiosas

chuvas de lágrimas rasgo as folhas trêmulas do meu medo.

Não me deixes!

Pois as tuas flores ainda cingem a minha alma e triste

caminho o órfão na brisa que espalha grande extensão de

solidão que faz pulsar meu coração, e não é possível não

escutá-lo!

Descobri com ele coisas que nunca senti e nunca tinha visto.

Na minha boca a bebida que atormenta a flor que se

arrebenta, e forte e também profunda é a rija onda que bate com

violência por dentro de mim como um reino de um mundo que vem

vindo com fortes ventos que tonteiam os meus pensamentos, e

suspenso nos espaços dos meus olhares o contentamento de

uma voz que emana seus largos braços suspensos.

O que faço do meu coração?

Uma fonte que se queima entre seivas de fragrâncias

e molda febres ardentes que acende a alma, mas depois

ela cai doente e o vinho súbito reanima e seca e alcança

as bênçãos dos orvalhos que chuviscam nos meus lábios,

estonteantes com a delícia do teu gosto.

Meras fantasias!

A lua está sonolenta e gotas se envolvem nos fios da

tristeza, e o órfão no seu labirinto se perde nas visões das

ardências, e nos significados das formas suavíssimas

embriagadas pela a vontade dos braços.

Agarrar a luz que

dá forma a vida?

A fonte da minha alimentação?

Oh, onda cintilante!

As alucinações em pedaços voam e a mariposa da praia

me consola!

Não vais morrer sonho!

Onde está o conciliador que se deita no colo do prazer e

gaba das suas luxúrias, e secreto no Eu-Fogo salta nas reminiscências

que brotam prazeres,

porque no meu coração

arroja o olhar doce da tua suavidade, e os meus soluços compadecidos

rugem pela a salvação da sua calma no profundo da

sua espera. Faminto espio a ventania da noite que

carrega o teu perfume,

Por que eu sonho oprimido com o melancólico sonho vago.

Um sortilégio espanto que carrega para o oceano meu

maior sonho ainda a mercê do irreal.

Angustia que caminha nas areias solitárias, e para a água

se mistura ao sal.

Descambam também as lágrimas salgadas.

Bebo os nardos celestes das ilusões vazias.

Espasmos de desejos nos crepúsculos das encantações

que jazem flutuandos sobre a superfície das águas, e eu

não sei nadar para pegá-las.

Estremecendo as vertiginosas ações

De uma alma que não mais ri, e em pé aclama em

querer saber que tamanho é o seu mar!

Eu devo enterrar essas cartas nas areias

ou jogá-las ao mar?

Devo me sentar e olhá-la.

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Sonâmbulo é a escrita de um coração que tanto ama!

Situações de degradações são inerentes a uma alma

tão cândida e que foi submissa à inocência de uns lábios

radiantes, transfigurados pelo o angelical divino de

um sonho tão inocente.

Eu fui fino aos múltiplos radiantes do teu espírito

feminino, e compreendi os iniciativos dos cuidados que

sempre a ti foram ofertados, e de mim foram ocultos o

belo sublime de uma imaginação que traçou os seus

desvarios prazerosos.

Fostes místicas no meu noturno e desenfreada fostes

portadora de uma porção estranha.

A tua sinfonia me fez chorar, e fremente ao assar na

tua quimera de sensações, a purpúrea mão imperial que

te pedia a fantasia da arte de amar, e o meu coração

no trajeto erguido por uma conspiração foi alvo de um

ofertório de impulsos doloridos e que me fez chorar.

Eu só queria te amar!

Na volúpia preciosa de uma sensibilidade harmônica

cujos nervos produzem o tilintar dos dentes. É a emoção

diáfana de um coração sonoro na partitura do choro de

felicidade, e na pintura postada dentro do corpo a coabitar

com o infinitíssimo de esplendores radiantes.

Onde devo colocar os meus braços e fazer a circulação

da alta e entontecida água que só sobe e não me convida

consigo beber?

O mar me chama e devo nele me afogar?

Devo calçar os meus pés porque a areia esquenta

e a serpente bíblica me acolhe nos seus extasiados

braços.

(é a mulher da minha solidão)

Eu fui expurgado da sedução e os braços virgens

declararam a sua acepção que meu corpo não era místico,

e que os meus atrativos não eram semelhantes às explosões

dos gozos de prazeres das delícias orgásticas das

constelações da sua face, e que nem poderia contorcer o

luxo da luxúria do prazer, e para ti fui erguido

apenas como um monumento destinado as tuas blasfêmias.

Reaparecem os teus papeis transgressivos e o teu

regaço

de mulher é póstumo de dores.

Devo levantá-la pelo o vestido e escavar os teus sentidos,

e elevar a tua ressuscitação para o céu, e denotar a

luz que jaz escondida e entorpecida pelas as mostras das

verdades?

As sustâncias susceptíveis de sensações me são privadas,

e a sensibilidade da mistura da tua alma a minha não

revela a idêntica graça que confere aos olhos o adormecer

dos sonhos no seu leito constante de transmissões de emoções.

Porque os teus corporais são inconfessados fantasmas

dramáticos, e as promessas dos teus ditos são rastreadas

pelo o congelamento do amor frio que apaga um sol

escaldante, e acende depois uma estrela fugidia do teu gosto

absoluto.

É meia noite e a tua estrela fugidia resplandece!

É a lua? Ou é a morte?

Com a sua forma de anjo!

Fronte de bronze que atina o chumbo!

Da escuridão que faz raiar a aurora!

Anuncia seus olhos ao cisne que chora!

Incenso endeusado do sagrado?

Jardim de areia e quem me ouvirá?

Pedras amontoadas e sobre elas gotículas de sal que

tempera o meu assento.

Luzes solitárias que me fletam. Olhares dirigidos para

um ocaso e sobre a vaga errante uma alma que transita

cheia de vida.

E quem me ouvirá?

Mas eu continuo a te olhar.

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Ah! Por que me perturbas?

Eu só vejo as areias que me queimam os pés!

E uma pedra rica na sua interioridade!

 

Leblon

o transeunte pela a minha alma e tu te perdes por não

saber onde me encontrar!

Pois dentro das tuas areias

vejo apenas o teu mar e nele queria entrar.

Devoras-me, ó amor! Nas tuas flores e figuras místicas

e não me quebre os teus vasos, pois as minhas mãos estão

cheias dos teus perfumes e não mais há lugar para as

minhas lágrimas.

Olho a dimensão das construções deste imenso universo,

entretanto sou maior do que ele, pois dentro do meu seio

cabe a grandeza de amar e o teu mar é tão pequeno, mas

consegue me afogar!

Um coração que se rende a tua sedução e não se furta a

transitar nas emanações aéreas dos sonhos e triunfar entre

visões e névoas de recordações, do delirar ao palpitar nas

estremeções que faz chorar o peito.

Aqui nada é palpável! Pois as fantasias não têm gozos

e quem brilha nela é o coração que se afoga, e suas vozes

não mais exprimem triunfante a força que desmaia e faz

vôos se tornarem tão radiantes.

A tua jóia é a ferramenta que abre o festim atordoado

dos meus olhos, e a glória do amor de um parnaso enche a

metade do luxo da minha alma, e a outra metade arranca

o teu cordão e aplaude a Babel da tua língua que

desmorona aflições por não me entender.

Por acaso a pedra que me sustenta me entendes?

Que caiam os teus beijos na minha boca, pois o teu vinho

me cala, e febril me enlaça a perturbação da tua alma

feminina que mesmo sendo violada te dou outra nova

morada.

E nela serei embalado, e beberá a entrega do meu sono indisfarçável

no colo santo dos teus braços.

Entretanto são as areias que aquecem as meus passos!

Uma síntese de relação breve eu tenho com as lembranças, e dentro delas

não consigo afagar teu corpo e a tua alma, pois o termino dos seus

espontâneos não há nitidez e nem sensações, e nem há prova da unicidade

do amor, sem fé e sem razão para construir o meu corpo de ressurreição.

Leblon

quem é o santo?

Calar a minha boca é uma espécie de afecção, e sem a

minha voz não posso nomear, empelar e rutilar o céu

infinito e taciturno que se ergue quando soam os

meus gritos.

Onde estás a minha Cleópatra?

Eu desenho os teus traços e adentro nas fendas de

luminosidade dos teus sorrisos e flagro a atmosfera dos

movimentos dos teus lábios, e também passeio nos

movimentos das batidas do teu coração, recriando os

sentidos cronológicos e lógicos do teu espaço dentro do

meu coração que se lança no degustar da tua

companhia, porque contigo,

Eu alcanço o inimaginável, e no relevo das luzes dos

beijos que muitos fecundaram os meus sonhos, as minhas

asas voando recolhem estrelas dos teus olhos, enfeitando

com o doce todas as palavras para presentear aos teus

ouvidos uma alma delicada, sem deixar escapar um só

ruído do bater da tua língua, saboreando, tateando e

cobrindo de olhares a tua alma doce, arrebatando o

mar de rosas.

E as minhas lágrimas de felicidade é o sol

da tua matutina brisa que te refresca.

Apenas eu, a pedra, o mar e a solidão!

Mas ela está aqui!

Desnudar uma erupção que reina e a delícias das suas

chamas, apagá-las com a boca molhada e fazer crescer

o fogo no íntimo de um frescor das esfregações dos beijos

que se rasgam na volúpia invasora! Inebriantes e dançantes

dos teus olhos, equilibrando as paisagens criadas na mente

e nos afagos que murmuram ansiosas pelos os tragos do amor que

enlaçam os braços abertos! E sentados no horizonte às

recordações que imploram por mais levantes.

Oh! Agitação interna! A fresta do teu céu se abre e eu

vislumbro o conflito do meu coração e os seus sentimentos,

pois a gestação do teu universo desce e teus anjos recolhem

maravilhosamente as primícias dos frutos.

Onde estás a minha árvore? Onde estás o seu fruto?

Perseguir os sonhos românticos e atravessar o seu invisível,

e no seu processo ideológico agir e pensar na emanação

do seu personagem, vitalizando os seus desejos.

Lembrança no azul da alma e esperanças tristes que levam

a pomba forasteiro a fugir. Os meus desejos transpõem o sono gentil

que guarda a lua da aurora com o seu hino elegante, e

saúdam os sorrisos luminosos despertando a súdita formosa

de manto cândido no trono festejado do sereno perfume, a

cintilar límpido e vaporoso. Efeito translúcido de um etéreo

aroma das canções que se sentem no abrir do peito,

festejadas pelas as escutas do espírito que baila na fronte

da amada. O fumegante incenso que viceja o crescimento

da aventura na prece inquieta e ansiosa do hálito de fulgor

da imensa Hosana do éter do anjo que exalça a rósea

lira que faz adormecer e sonhar com o amor.

Oh! A planície vem com o êxodo do sal das águas e

eu devo enterrar essas cartas nas areias e distrair as

minhas lágrimas e fazer suceder depois delas os meus

sorrisos!

Ou devo atirar ao mar os baluartes dos meus sonhos e

lançar a sua chuva nos golpeados instintos de amarguras

que enlaça a minha alma?

Infindáveis e febris anseios são correntes e os olhares

deste vasto mar são cegos, pois o refluxo das suas águas

toca apenas os meus pés e não vem me conhecer por dentro.

Bebes-me, ó mar!

Vem nadar dentro de mim!

Vem sentir o que é o amor e isso acontece quando estou

cheio e as pálpebras se embebedam de uma imigrante

néctar filtrada pelo o púlpito coração que se enrosca para

espremer de si mesmo a sua própria delícia.

Pois a sua expiração é irresistível de perseverança e a

predestinação dos seus eventos é suscitar vida nas orações arrependidas

pela a sua inocência. Rompe a sua

transgressão e circunscreve nele os botões que exalta

o seu novo vestido.

Oh! Esmorecem tingidos pela a pintura dos lírios o

cismar dos teus lindos olhos que vagam envolvidos pelo o

aroma que assola o licor balsâmico dos seios, cheios de

afetos, e transforma a minha tristeza com a tua chegada.

Em raios escaldantes de místicos prelúdios que inspiram

meus suspiros a pipocarem como balões coloridos, e raios

de esmaltes que provam a minha boca! E trêmulo infiltro

por dentro de mim ramas cintilantes das tuas flores que

espargem a mansão dourada dos beijos silenciosos, e que

se abrem e clareia a meiguice da calma com suas madeixas

esparsas, sombreiado o principio de um enlace dos anéis

dos lábios que alumiam onde eles deverão ser selados!

É a tua boca meu amor?

Vem me amar!

Vem conhecer o que teu coração desconhece!

O feio é tão belo!

Atrevas-te a ver o outro lado pelas as frestas dos meus

olhos doces!

A viabilização de uma liberdade emancipativa na

energização dos manipuladores dos açucares é que me fez

entender as suas luzes, e dos ricos arsenais das suas

graças a fervilharem a sua vocação no primeiro olhar que

desnudou admiração e louvor pela a fascinante captura

da entrega do poder para outras mãos.

Eis a formulação da ordem exposta e significativa

dos meus abstratos que evoluem e faz nascer à idéia

platônica e sensata para a multiplicidade do atar de dois

laços no eterno da sua existência.

Amarras-me porque eu soltarei a tua imaginação!

E que jamais se separe!

Oh! Solo fértil! Impulso que é gradativo conforme

a produção dos olhares, dos gestos, dos toques,

metamorfoseando o sangue frio em ardência e aderença

do seu licor de produção para o seu centro dinâmico de

circulação de profundos gozos.

A minha felicidade nasceu nos dotados talentos da razão

eloquente da tua vivência, e nos domínios de purificação

do meu ser, e na programação dos meus gemidos pude

compreender que eu não mais posso viver sem você.

Céus!

O que eu falei!

Devo enterrar as minhas cartas

nas areias ou devo jogá-las no mar?

Reflexivas de alegrias e subjugados foram meus lábios

que no brilho das fantasias incendiou o seu coração

e sondou tempestuoso o delírio de uma consciência

cheia de sensações.

Faço meus atos de fé e o fluxo da água viva se desloca

no transito do meu coração, e sobe o seu cheiro santificados de virtudes

que se engendram na recepção da índole, e que

causa alucinações aos olhos espirituais dos sonhos que se

agitam na meditação nostálgica inserida no

infinito do otimismo que ainda espera.

Céus! Devo buscar razões na pedra que me assenta, e

entender que a sua interioridade não é vazia, e que o

mito do descanso que ela me propícia é mais divino

e santo no compreensível

do meu mundo?

Mulheres-Nuas

Oh! Não fuja, ó desejo!  

A tua existência têm exaltações, e o misticismo do teu

liberalismo explicam as descobertas dos mistérios de sentidos

inquietos e sonhadores na imaginação envolvente da

decolada ornamentações dos prazeres.

O período precipitado

do meu verão tem incredulidade e a sua bobagem seca o

amável avanço do amor, e a construção de um sensível

equilibro se perde na ambivalência despercebida das

formas insinuantes da intuição que quer se aprofundar

nas raízes românticas.

O fixo e o infinito de um impulso criador assola a

grande vastidão do meu espírito. Por que

O teu código é uma atração de maravilhas de

segredos que desvendam licores tão doces.

Eu queria uma só noite fascinante no vivo lendário

dos teus dentes e suplicar por vida se debatendo na tua

boca e me afogando nos pesadelos da loucura escura que

louvam os meus anseios.

Perdido, palpitante, ensandecido a se misturarem nas

carícias latejantes e pulsantes das agarradas áreas da

minha pele de praias vazias, dedos dedilhando os fortes

passos do vulto de um fôlego de uma escuridão que se

debate pela a vida, camuflando os suspiros flamejantes

nos ritmos intensificados e exaustivos das narinas que pouco

respiram.

Quem é o meu guia e o essencial pleno de responsabilidade

da minha sobrevivência?

O mar chora e não vem beber do meu refrigero!

Ou quem chora sou eu? E dele não bebo com medo

de me afogar?

O mito do meu coração têm significados, e os seus contos

de fadas desempenham diversas explicações dos ciclos das tempestades

que abrange a visão das forças invisíveis que o

cercam o mítico mundo dos seus afetos, e eu abordo as

questões nos argumentos de existências da sua estética e

das suas teorias sagradas, e nos dogmas do uso celestiais da

alma que se ocupa com a imortalidade que apregoa os

ideias concretos de belezas sensíveis.

Onde está a árvore desta praia? Nenhum coqueiro se

ocupa fazer sombras para o meu descanso!

Os meus olhos escutam a voz e sobre influencia dos seus

sons soltam grandes ecos de lagrimas, elevando a

capacidade do seu nível mais alto ao meu coração.

Meus olhos estão cegos e se apegam ao ídolo da

escuridão e aos rituais fanáticos e místicos das replicas

vazias de bocas emudecidas que não praticam a

sensibilidade sentida do seu original.

E aqui estou e a vida se liga,

Equilibra nos materiais de bons agrados à ordem do

cosmo que cogita sentir os atrativos de emoções dos

meus pensamentos.

Leblon 

não me conhece!

O mundo não me conheces!

Somente a pedra sente e chora os meus afetos.

Onde está a árvore nesta praia deserta onde eu possa

me ajoelhar e elevar as minhas orações para confortar o

anjo que me detêm diante de uma arte orgulhosa que é

a solidão!

Cairá da árvore uma bebida angelical?

É arte praticar a mistura dos frascos

solitários e não fazer

a língua se deslocar para receber os seus fluxos?

Age o vivo em mim com a sua indiferença e não

aborda a obediência da salvação do meu coração que

segue reto nas incandescências do amor, e submisso

orienta os mensageiros dos sentidos a tocar um só fruto,

e adorar os seus juízos, e obedecer as orientações das

peregrinações das emoções para o meu espírito, que está

a espera de uma ceia divina com as reencarnações dos

sorrisos para evoluir a total alma que plaina ainda na fé.

Tu fazes parte do meu logos, e devo obediências à

aliança que comanda e produz forças superiores no

mundo das meditações da minha alma que desterra

os meus desejos e aviva as delícias dos prazeres do

amor no privilégio de todas as suas sensações exemplares.

O Homem não morre uma só vez?

Entretanto parece-me que mil vezes foi abatido a minha

vida, e o meu espírito tem fugido do meu fôlego e não

completa o seu circulo de vida porque tem medo da morte

da minha carne.

A pedra é tão sensível e chora!

E da árvore não brota o fruto puro!

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Abraças-me e deixes o amanhecer extasiado se aperceber

do meu licor que vem do eterno e escorre para o céu de

um leito risonho que toca os corpos frementes, e dá

prazer aos anseios dos lábios que se esquentam para fazer

o doce descer na eterna austeridade dos sonhos, pois

os meus olhos enxergam a imaginação caprichosa que

testifica que eu ainda tenho vida.

Eu ainda nem fechei os meus olhos e já distingo

uma luz semelhante à aurora celestial no seu instante de

alegrias, e no Oriente o fogo com um traje que colore

a minha imaginação. Um encanto resplandecente e

digno de espetáculos ao coração que glorifica o novo

renascimento, e na marcha da luz divina que inunda

e traz a preparação dos efeitos do cimo glacial dos seus

raios cheios de júbilos, e tocantes, eis que se abrem o

paraíso.

Se tu me ordenas eu me fixarei em ti, e tudo poderá

acontecer quando a mim tu te entregares, e será infinitamente

bom a criação de um oásis cheio de atrativos e pulsares

onipotentes e benevolentes que permitirão que eu respire

definitivamente dentro de ti.

Eu sou o senhor do teu assento e formo a força ativa que

domina a encarnação do meu desejo, e no altar do teu

coração, em forma de fogo adoras o livre ar que salta

dos meus olhares que domina o teu mundo sem o

livre-arbítrio.

Devo apalpar a pedra e examinar cuidadosamente o seu

silêncio, e na sua aparência tentar suscitar a minha

própria vida.

Devo enterrar as minhas cartas nas areias?

Ou devo jogá-las no mar?

Eu sou um homem sem ordens! E o conjunto do meu

universo oscila nos princípios metafísicos e intuitivos de

um coração solitário que como uma pedra nada fala.

Os meus sonhos são criados com sucessões de efeitos,

e neles eu mostro o cosmo a um artesão que acende os olhos

deliciosos dos meus desejos, e diante de uma face os estímulos

se fundem em um clímax de fantasias.

O auto da graça dos impulsos mais altos escava o seu

ninho e tece um vestido de orquídea com clamores de

lágrimas e ventos perfumosos de um hálito desejoso.

Gritos e soluços te saúdam, e na sua cogitação bordam

os aplausos que te recebem com esplendor.

Oh! Faça a coloração do teu vermelho batom, e

deixe uma freqüência cheia de aparência do teu êxtase,

porque o seu espoliante fará reagir os meus lábios,

e com a pigmentação da tua delícia,

Destaca surgindo a minha face.

Entre turbilhões de sorrisos ardentes.

Marcas feitas pelos os dentes.

Volúpias sagrada da tua graça.

Abrasando a sede que viceja.

Beber extasiado o elixir dos teus beijos!

Quem me dera!

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Enxergo asas e o mágico sagrado cântaro que mergulha

na minha paixão e se enche de aventuras, e se armazenam

nele as substâncias aglutinantes de murmúrios divinos,

vigor autêntico da fonte que manipula a memória ativa, e

que canta e faz circular ao encalço do sabor a sua atração

prendedora. Um mundo inserido no seu corpo, espalhado

na carga da sua pele os sabores que aclamam por um

punho firme para desvendar os signos emotivos da arte

de construção de um sonho, pulsando vida e latejando

o coração lendário onde habitam as emoções e as

pulsações do seu mundo.

Oh! Afiada é a nítida oração que se curva, e no seu

último suspiro sepulta as suas cartas nas areias para

viver o seu último sono.

Uma alma intensa que é constante na busca de um

olhar vibrante, tentando encontrar estrelas que produzam

forças e flores com abundâncias de perfumes, e que

possam movimenta a borboleta que por sobre

ela flutua.

Graciosas as águas do mar vêm aos meus pés e saúdam

com júbilos o febril olhar do amor que banha a

minha face,

Por que bendito é o olhar nascente que restitui a calma

ao espirito, fazendo-o pulsar vida!

Basta!

Não afogue as tuas cartas nas águas,

enterre-as, e a pedra onde te assentas vigiará o altar

nascente das tuas emoções, a deusa linda do teu pranto,

o aroma suavíssimo que cinge a insígnia do nome amor,

e que se alimenta de ti, e o encanto mágico, requintado

de uma face serena que aclama por amor.

O ar requintado que vem de ti

É caçador de um colo da verdade!

Dádiva do vinho elucidado, pois

Azul é o teu coração perfumado. O jardim que anima

frágeis beijos que sempre emudecem o teu espírito que se

entrega a voz que vibra radiante. A sedução do fogo que

incita a luz que se inclina e vem até a ti ouvir

pausadamente e cheia de encantos, os devaneios dos

teus seios.

O prazer dos sonhos que onde surgem o desabrochar das

pousadas brisas nas flores caridosas dos ouvidos que se

entregam com tantas delícias.

E a voz corrente que ecoa.

É a ansiedade que suspira a boca.

Leite ansioso rangendo o hino.

Bramido torrente que ressoa.

A brisa do oriente expande ardor.

E todo jardim suspira com clamor.

O róseo efeito da pele feito lira.

Arpejam canções que geme o peito.

Cintilantes olhares se cruzam esparsos.

Sombreiam nos lábios o clarão do anjo.

E as tuas cartas deverão ser enterradas, porque assim,

existe uma possibilidade de nascer, brotar e florescer

mesmo nas areias o verdadeiro

amor.

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Eu acordo entre flores e lágrimas, e duas almas se debatem dentro da minha carne.

Uma divergindo do meu mundo, e a outra com olhos sensíveis se dirige para

o seu conquistador e faz elevar as suas orações. É a audácia alcançada

pelos os sons ardentes que pulsa vida.

Não ouso me calar senão eu mesmo me esquecerei e o meu santuário cairá.

Não sei se estou desperto. Não sei se vivo dormindo ou sonhando,

ou se os meus combates estão apenas nas sensações e percepções de

uma ilusão mental na minha própria consciência. Mas sinto olhos

que me olham e mãos que me afagam, portanto, não será fantasia tudo

a quilo que sente o meu coração, e também não é um mundo de aparências.

Ele faz parte de uma metade da minha criação que ainda prova de

um vasto estoque de sensações deliciosas.

Retorno ao meu santuário e aos atos de maravilhas que viajam atentos,

cheios de belos tributos, e eu procuro buscar e compreender as soluções

práticas e teóricas para ter o domínio total do meu arco quando arremesso

a flecha para atingir o seu alvo.

Eu vejo o homem real com traços tão simétricos que fluem do seu

interior como um ouvido secreto.

Quem é o objeto ativo dos meus olhares? Com idéias

particulares que

provêm do seu interior?

Bebo a feiura do belo que extravasa uma pedra

que se abisma da sua própria companheira.

Modelo o critico significado da minha estética que é conhecedora de

uma sensibilidade que espreita o campo dos seus sentidos, e circula

o irreal em busca de uma realidade concreta, e que se apropria

da essência do seu ser para a fecundação precisa de um transplante

consciente que laça o testemunho de beleza de um corpo que suplica

recôndito no seu esconderijo.

Age enrustido o aço que está fadado a me causar uma decepção, pois

as afirmações de autoridade do testemunho da minha vontade estão a um

passo da busca que embala os seus pés para correr para o ídolo da

indução dos sonhos destruídos.

Eu devo enterrar as minhas cartas nas areias ou jogá-las

todas elas no mar?

Opúsculo à luz é a minha audição, e os ruídos da minha tristeza

são caracteres de cópias falsas impressas em uma tábula de pele

envelhecida e furada por onde ofegante ainda respira o espírito.

Ó copias modificadas! Os teus jejuns não fazem a apropriação

dos juramentos celestiais do entendimento que fortifica a alma, e a faz

apreender o objeto mediador do campo sensível do magnetismo

de um sonho romântico!

O meu coração conserva o passado vazio e o seu legado abre as

fronteiras do meu ser, e eis que um vento afinca as unhas nas minhas

carnes, e eu sou enganado pelos os argumentos de raciocínios que vêm

do seu exterior, e a sua pressão salta a vista de quem me olha, e a

minha cisterna já começa a brotar um bálsamo tão preciso, mas que

será esquecido até por quem me conhece.

Eu mesmo.

Estou sob uma tese de interrogação, e a explicação sugerida é que

eu também me tornarei pedra e pedra também semelharei.

E ela me olhou tão abrupta e gritou com veemência:

- Não me toque!

Não foi a pedra, ou foi?

Eu descobri a iluminação que se fez súbita em um artista lógico

que sentiu o empuxo das suas queimaduras, e se mistificou no pélago

do meu ser a sua seiva antes dourada agora negra.

Devo fugir?

O observador escutou uma força e depois a interrogou, e as suas leis

e efeitos não foram constantes, e sem domínio a força de exploração

não se expandiu no campo de um olhar suave e que escorregava na

doçura dos lábios para obter estabilidade na face que reanima cada

fechar dos olhos para sentir a respiração do

Eu-Vivo.

Encontrar um lugar na cadeia doce e desconhecido do sábio que

adapta a sua rainha a auxiliar o seu andar,

Pois os meus sonhos são realidade, é agora são palpáveis e eles mergulham

nas areias

ardentes em busca de paz.

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  Induzir o passado ao seu retorno e fundar uma realidade

que possa penetrar nos estratos mais profundos do método do meu

intelecto, e nele fecundar com transitoriedade um admirável mundo

cheio de estrelas. Fenômeno visível à flor da face, entontecendo os

olhos e fazendo cair suavemente às partículas de brilhos na atmosfera

de um céu que se prostra diante do meu coração, proliferando,

carregado de concepção artística, obtendo assim a refração das

gotas de luzes que traz o arco-íris a alma recôndita, ajudando

a visibilidade do espírito aos olhos humano.

Observar as paisagens sensatas e registrar novos aspectos doces, e

diferentes, privilegiados e suaves para um coração que tudo sente e

tudo vive nas formas e cores dos sentimentos.

Uma lâmina me cortou e do meu sangue coletou as afecções para

solucionar o vazio do amor errante que chorava desesperadamente.

“E tudo foi feito”

As vistas do perplexo gênio

que se sucede nas investidas análises do meu oxigênio fazendo a

sua síntese me banhar em águas turvas e profundas.

Viável e inteligível o meu coração experimentou a variação de um

plano que estava em repouso no meu ser, e submetido a uma

experimentação dolorida pelo o ciclo de uma indução no seu

período fértil e não espontâneo, e dispersivo atraiu o ferro da minha

angustia e eu o aceitei como verdadeira e cai dentro de uma

decomposição ardente.

Eu não sou mais eu.

Os princípios da minha psicologia se debatem no ente imóvel

das recordações que apreende o meu sensível mundo e não

me deixa respirar.

O meu corpo um dia foi extenso e se exprimia pelos os

estímulos dos toques.

Em uma bela manhã enquanto eu a olhava e fazia declarações

de amor ela repetiu mais uma vez:

- Não me toque!

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 Entretanto nela ela me amarrou! 

Por isso eu nutro a bordo do meu coração um desejo de possuir o

símbolo da sua flor que bebe a seiva do prazer, e o seu excesso extraordinário

do seu mel que faz pulsar a minha vida.

E agora o sol dentro do meu coração acordou o guerreiro, e que sairá

em busca do seu alimento, e rastejará no seu íntimo os primeiros

olhares da criação insensível que o machuca.

outra vez a sonolência.

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LEBLON

QUATRO DA MANHÃ E AS LEMBRANÇAS DAS NOITES SE CURVAM COM OS SEUS

TÍMPANOS ATENTOS. POUSA NAS AREIAS E DEVAGAR ENTRAM NAS ÁGUAS

SALGADAS DE UM MAR.

Saem todas molhadas e vêm dividir comigo o meu assento e

nada falam.

Asas molhadas?

Sem voos?

Mantêm a sedução com olhares contínuos, e em um nível de excitação lançar os

gestos de amor carregados de fantasias no meu espírito.

Expectadores elegantes porque na sua íris elas me verem nos fundos

dos seus olhos.

Anelante desperta desdenhoso o meu seio palpitante.

Exaure em mim o que não é bastante.

Se para o muito necessito de mais.

Jogue aos meus pés todos os teus diamantes.

Pois combalido ao teu altar me prostro.

E depois nada será como antes.

Por ti é só espera e o que resta?

Um coração que não mais me serve!

A alma perdeu o seu espaço e flutua sobre um signo estranho,

e preso dentro de

mim uma língua que me banha em um exílio involuntário.

Desmanchar-me em lágrimas?

Dentro de um pulso sem fôlego e morrer de amor?

Eu não ouvi o orador quando pregou sobre a cólera das perturbações

das emoções, e

da flor que pelos os meus olhos foram visto, e selou no meu coração os

espinhos e me

levou para a eternidade dos mortos.

Serei pedra e devo enterrar as minhas cartas

nas areias e não jogá-las no mar?

Eu sei a língua dos anjos e tenho amor, mas nada sou.

Só permitem que eu seja aquilo que agora sou.

DOR.

Estranho! As lembranças

Parece-me que também insinua um

NÃO ME TOQUE!

 

Carlos Alberto

albertoesolrac

silêncioelágrimas

 

Brasília,  12/05/2013

Domingo

21:00

 

 

“Saudade é tão doce e faz chorar!

A senhora Maria Selma que me deixou um rasgo no peito,

e na sua ausência eu me completo com as lágrimas de saudade…”

JAMAIS TE ESQUECEREI

FELIZ DIA DAS MÃES!