ENTRE
Signos Abstratos
E
Concretos
Oh! Anímica alma!
Evocação do poema na canção do
poeta!
A forma vindoura
do plural das lágrimas para
a criação cósmica de uma só característica
de transposição no olhar escaldante de um
Aedo!
- Não percebes que o anjo tece a sua beleza
e me joga a meiguice da estrutura dos
seus voos angelicais?
Ouve-me:
"EU TE AMO..."
Sob os signos
que regem
os complexos diálogos cheios de fusões memoráveis.
O seu protagonismo
que
realça outorgada a felicidade ou falsidade, e com a sua honra e posse na sua maior lição, e também com tendência absoluta de que não é artificial.
OU SERÁ?
Projetar as
cores escolhidas da confiança
e nela tecer o psicológico da sua bela metáfora.
Uma alma
com o seu foco de luz
a procura da sua
estrela.
A FORÇA
DOS IMPULSOS DOS FLUXOS predominantes das
pinceladas desenhadas no topo do seu
coração.
O misto florido
da bondade que se
instala nas popas dos lábios, e que canta uma serenata que fora bem guardada, e
a sustentar a vibração do coração que se fixa na emoção tão apaixonada.

Partilhas cambiantes
e sem domínios de um
tema que tanto guardo em segredo, e que na sua reflexão existe uma distinção de
uma teoria doutrinária, e que instigante no seu recheio de temporalidades
constrói o outro lado da sua luz sem as “sombras
das mentiras”.
O NU?
Porque
se transita pelos
os meandros das formações dos pensamentos, e no nascimento corpuscular dos seus
desejos se criam as ramificações de abalos.
Admoestar
a flor com o
seu córtex de cartas genuínas. A cunhar sua esfinge de um céu feminino
totalmente entregue ao deleite dos sonhos no ágil sinal glorioso e purificador,
pois no jardim do amor os espaços dos olhares se prontificam a piscarem pela a
fundação de um santuário de fé no seu crescimento curioso, e com influência de
uma santidade que engendra no corpo a espera da essência cristalizada por
substâncias sensíveis.
Plasmada
pela a atuação da apreciação dos impulsos
titânicos da dimensão efetivada da grande façanha da articulação, e bem no
efetivo desenrolar do fluxo de embriaguez da sua vontade.
Que excelso
domar de
aparência consignada do belo e feio a vivenciar o conflito das tonalidades do
preto e branco!
Oh!
Onde nasce a
linhagem da aparência de emergência que converte o elã vital no desenrolar
crescente dos púlpitos de formas exemplares para a pulsação sedenta de mais e
mais vida?
Provém a
vida destes
emaranhados suspensos e desfiguradas penúrias de desesperos?
A florescência
de um
apelo que fora jogado diante dos olhares, e que não teve a sua devida piedade,
e o campo do âmbito humano não sorveu com peremptório a resposta de potência
com a sua máxima religião: o amor é sublime!
O que é significativo
na alma
humana?
A visão
do Eu e Tu
inspirados! Lindo e criativo o perceptivo espontâneo com a sua inteligência de
otimismo, e bem articulado na sua forma afetuosa do doce energético e racional
das medidas dos seus sentimentos.

As revelações
contidas
nas visões das palavras que pulsam vida nos códigos de adoração, e que se lançam
nas adoções dos mitos de um Armagedom com as suas blasfêmias.
PORQUE
Intrigante é a
genialidade de um estereótipo que não se contradiz nas suas andanças pela a
consciência.
A buscar
uma definição absoluta da sua própria existência, e onde
a imanência do seu aspecto não está exilada na soberba, e onde a sua matéria
primordial é o amor sensato e concreto, e sem termos abstratos das fantasias
errôneas das inverdades.
Oh, casualidade!
O teu
manifesto está inserido em uma cadeia sem princípio, e as ordenanças não são
coordenadas e nem cronológicas, isso porque os temporais na latitude é o
profano linear nas idades das ideias que se profundam nas casualidades de uma
arcaica mente, e que concebe o preenchimento ignóbil da construção soberba do seu
coração na luxúria do seu corpo.
Será homogêneo
o
mítico cíclico de uma consciência que se deita nos calendários dos seus últimos
dias no
desamor?
E que
na sua sinagoga faz soar o seu novo exílio para assim se
ocultar chorando das orações sem o pão da preposição?
E que
ao toque da
celebração do louvor se entrega a falsidade do seu coração?
Torturam-me
os detratores
filhos do sofrimento, e que não revelam a sua escritura já surrada na
identidade selvagem, e com o seu positivismo universal como sendo cogumelos
alucinógenos, e bem embaralhados feitos cartas de um baralho maldito onde o seu rei
não respeita a sua rainha.
Que trânsito
no olhar
se agrega uma ideologia onde o ego do seu centro é um deserto de
instabilidades?
E as
imagens das viagens da sua loucura expandem as ressonâncias das suas raízes nômades com a fantástica tortura das enganações da sua língua, e
assim colhendo a gravitação integrada do pensamento que levita criativo em uma
luz do medo de beijar.
Segredos emotivos
e
estéticos de uma paisagem não
revelada.
Referencias
das viagens cheias de
enigmas de um coração entontecido de fascinações.
Musicais
amanhecente das
lágrimas de saudades nas metáforas navegantes da alma, E NOS FASCÍNIOS CONVIDATIVOS e vertiginosos dos espaços por onde os olhos prendem as almas.

Iludir as
confissões
que motiva um Elfo a executar as lições no estrangeiro, e que na fronteira do último
horizonte brinca com as extremidades da sua consciência, entre luzes e sombras
do curioso viandante, e onde as vertigens das vozes eclodem com acusações, e o
cristão em movimento não percebe o platônico entendimento da separação da alma
em comer apenas a carne do seu próprio corpo.
Sinônimos
de
caracteres que causa dissociação do plano da fé em restabelecer as ingênuas
brincadeiras pela a sua mente perturbada.
Dissipar
o sopro e
fazer com que a fumaça do corpo seja dispersa da matéria, e no dualismo do
suspiro ativar a seiva última.
E como
“Eu amo “Aquela” que ocupa o meu silêncio”.
A articulação de radicalidade do percurso de um paradigma solitário, E QUE NOS SUA
APARIÇÃO INGÊNUA SE DERRAMA latente nos símbolos ocultos insondáveis dos
disfarces das constelações que se aninham no umbigo da erupção das entranhas.
Adaptar o
herdeiro das
redundâncias dos meus pensamentos, e captar o silêncio nas narrativas dos
símbolos metodológicos, e assim ampliar os portadores das suas ordens que são
calorosas nos momentos vitais quando se chora e depois se dorme em busca da
justiça.
Filiados
os
imaginários se agrupam no meio das pesquisas associadas pelos os métodos da
loucura, e em uma análise que congrega a falsidade derramada para a difusão da
alma que recôndita nos seus artigos escreve o seu dicionário humanitário.

Renasce a
virgindade
na fonte imaginária do amor, e tresloucada o imenso sonho jamais será expurgado
da razão que faz nascer o verão da espera do coração. Porque restituídas são
as lidas talhadas de suores no pendão de uma frutuosa alegria.
E POR MAIS QUE EU
FALE...
A anomia
desgastada de
um imaginário na criação do aparelho das astúcias é um labirinto de hipóteses
que se armam no seu campo de interpretações com finalidade de um julgamento
errôneo.
Copiá-los?
Que
espectro se abre no exaltado fantástico das imagens retiradas de uma mente
ávida
e fria?
A criatividade
de uma utopia sem vigilância permanente, e sob o
controle dos obstáculos sem as súmulas das formas de convivências exaltadas
pela a santidade.
Desafiá-las?
Quantas
cores exuberantes me tapam
a face?
Onde
palpita
o misterioso artista que se liga nas tapeçarias lá do oriente da alma. A cavar frequentemente no íntimo do seu “eu” a angústia, e a erigir o mundo da morte
a cada dia?
Incrível
é o
multiplicador do tempo que cogita subdividir as partes de um romance tão doce e
ingênuo.
A mesclar
a incandescência nos poemas que compõem o verbo da melodia
que cheira a um belo arpejo
harmônico.
A claridade
do ouro na aura da água que
mata a sede do escravo do seu amor.
ENTÃO,
EU BATO O MEU TAMBOR!
Oh, quem me dará uma
alma?
A devoção cósmica
repletas de místicas transcendências dos voos anímicos existentes e nunca
desconectados dos imensos sonhos humanos?
Os movimentos
de dualidade da visão
que não impede as direções compreensivas nas essências das luzes do
entendimento.
A iluminar
o exílio e a perpetuar um Aedo com as suas
dores?
Gritar e desmaiar
sob
um rio de lágrimas, e depois se deixar levar isolado nos primórdios das
tristezas que vêm como nuvens, e não ser o bem-aventurado da luz que desce do
céu, indispensável no intelectual que não isola o seu criador do entendimento,
e que o ar da temperatura é mais profundo no vórtice íntimo dos brilhantes
fluxos dos clarões que verem a concedida paz sem o “X” da sua cruz.

Ó noiva do meu canto!
Vínculo
da fé que penetra nos cânticos dos cânticos e programa as suas vozes
diante de um Rabi do amor.
Ó consolação
enaltecida por um paraíso e com o seu mártir revelado, e bem nos escritos da
santidade, e no pórtico da explicação aplausível, e nomeada ainda por ousados
comentários superiores, a estudar a origem daquele a quem eu o sou?
O QUE FAÇO?
EU BATO O MEU TAMBOR!
O remorso
é tão
frágil e real são as “Coisas” preparadas no esconderijo das suas mentiras. Porque
se corre para os seus quartos, e nas suas formidáveis vertigens, inquieto o
abismo olha sem cessar a luz que oscila na escuridão da vida. A sorrirem
estridentes os risos ardentes como grilhões a se levantarem nas inquietudes dos ouvidos que se queimam.
VESTIMOS-NOS?
Que belas
coroas
afeiçoadas de referência cheia de inocência nas flores ingênuas do amor!
Reveladas
providências na paisagem jovial da sábia veracidade dos beijos, e com
direções alinhadas e bem pronunciadas pelos os lábios dos clamores intensos da
paixão!
Um ensaio
as
observações que são mentoras de uma realização na introdução não especulativa
de um ato, e que se encontra na sua totalidade exporto no discurso de um
doutorado, e sem o seu certificado de esplendor, conferências sobre uma
fenomenologia, e onde o niilismo é a tarefa de bloqueio de uma identidade que
ninguém o compreende.
Oh!
Onde está o meu
solo?
O principio
universal da partilha da vivência que goza da compreensão
humana?
Quem é obsoleto?
Porque
os loucos se elevam e mais distante se fica do ser e se convertem em
feras?
E não
se rebaixam os lugares elevados por onde pensam que pisam os seus
pés.
Que fórum
obsoleto
desta discussão de corpo sem
cérebro!
Reconfigurada
sensação de um processo
construído por uma relação que canalizam falsas emoções!
Ansiedades
que deixam
escaparem os triunfos dos sentidos de uma mente infensa à corporação sem saída,
e que transitam para trás das informações já violadas dos desejos da dedicação!
E esses
três anos de
recordações foram de mágoas.
SUS!
Tripulados
estágios
que prognosticam sustentados sonhos descorporificados no voluntário mecanismo
da maldade, e que rege a confinação instalada de uma interatividade no seio do
seu humano tão
insensato.
Que bela veia
sedutora
nos eventos cristalizados dos doces caramelos!
A emancipação
dos atos de níveis
profundos na associação dominadora que programa a autorreflexão ao âmago!
Ouvir a
respiração de
uma identidade, e que com o seu símbolo de equilibro identifica a bela artista
a se comunicar com o otimismo emoldurado na tela sensata de uma euforia, e que
na sua harmonia não é sufocada pelas as mórbidas cores das tristezas.
Porque intenso
é o convertido dos seus
sentimentos que sob um céu encoberto suspira ainda pelos os fenômenos do amor,
e assim impulsionando as misturas das composições mediadoras, e bem dentro do seu
coração para a entrega total dos afetos soberanos do seu verdadeiro amor.
A captação
aprendida
de um acesso imediato da esperança na manutenção da consciência, e que pulsa um
ensaio intenso em uma lealdade da atração.
Carlos Alberto
albertoesolrac
silêncioelágrimas
Brasília, 01/08/2016
10:40
'Uma manhã ferida pela a soberba de um coração injusto."