maneira da imaginação, pois no seu diurno, eis que ficou noite,
e a audácia de um tom mais claro que foi morto
ressurge no
balanço agitado do coração.
O que fez ele de mim? Atrair a uma ilusão absoluta
e retornar aos seus jurados que falam:
- "Estás mais vivo em ti o vivo... Portanto não morra! Confiscaremos os teus sopros vivos para que não
os lancem na soberba solidão que te sondas".
Entretanto a promessa não fora paga e ele volta
para quitar as suas dívidas.
A influência de um mundo
que chega ao seu fim.
E na dança de uma gaivota
a sua alma contracena com os
desejos sensíveis que ficaram
absortos na bebida que
nunca fora
servida à sua sede.
e depois me dispensar das
espessuras largas. E na leveza
dos meus sentidos instalar os
organismos de forças que
expulsarão as desordens do
meu coração, pois as mãos
que me perfuram sempre
vêm com flores e espinhos, e o
cálice amargo da sua carne
é desumano, e ainda o frio do
seu perfume tem ausência do
doce, e sempre vem com elos
que atam os círculos gentis
da inocência do meu espírito.”
voos dos instintos na força
das volúpias
dos lábios que se cortam.
para sobreviverem".
celebrar sintonizada na residência do
seu corpo as oferendas para si mesmo
cheios de anseios ao ar livre das saudações
dos beijos, e que escorrem esplendidos, e que
não se calam na bandeira dos olhares de
explosões que são devotos ao brilho das
plumas do pássaro cintilante, e com
relâmpagos de saudades.
espiritualidade das lágrimas que fazem
a última serenata.
bases profundas das suas estruturas, e
exaustas se voltam para o
chão do seu descanso.
ferida a naufragar, mas é sagrada,
é voraz e altiva no seu
instante de dor.
E são transparentes as nascentes
pintadas das suas asas
sem atividades eróticas.
É a dissolução do fechado
que se abre em
se juntam e se batem. Diante
e dentro dos seus olhares festeja
vinculado na dança
triunfante da harmonia. E o azul do céu do seu íntimo ninguém o conheces...Nem aqueles que coabitaram com ela.
Amor? Dores?
prazer de dançar?
ganância e as mágoas tudo isso são inúteis
Despojar a sua dança nas
meditações das
e depois se despedir das manifestações
que esplandece nas suas plumas,
e o pratear
acho que dança pelo o seu último
solitários, e onde mãos graciosas jamais
rodopia para reger as dádivas
que seriam ofertadas
espada levantada, e o seu corte está tão
espera as gotículas das suas lágrimas, e o
choro da sua ausência.
o corpo no Voo-Balé. A pulsação
distanciando do seu mundo vivo, e
rasga nas desordens que
dos seus sonhos.
pergunta a gaivota vaidosa.
dos seus sentimentos? A interiorização
O avanço do silêncio... O lugar perturbador...
uma carga intensa de imagens
esvai lento nos fluxos entrelaçados de
mundo sombrio, e o condutor da
investigação de um EU lírico.
gaivota os seus últimos gestos de equilíbrio
a ler e identificar o evolutivo da sua
imaginação do corpo ambiente.
A sua ondulação
da luz da sua percepção na dinâmica
também dançante no solo acrobático.
Seu corpo
e veiculado está nele o teórico da sua
alma com a coreografia
O seu molde cria o foragido
esmagam e apertam a sua forma, e
mais constrói o deleito dos
quebrado e gorjeando os lábios,
o seu cansaço e sono. Chegou-se o tempo
olhá-la e derramar
pluralidade infatigavelmente de uma luz que
para sempre do seu vivo.
as suas cenas.
que por muito tempo ficou às escondidas.
coração com tortuosos
trajetória de
do sopro que se apagará.
coordenada através do compromisso
e transbordante de sentimentos.
verticalidade simétrica de todo o corpo,
Roda-Viva continuas de gestos, expressões
porque o seu deleito é feito de luz,
aquece o fôlego do seu coração.
olhares, e no plantio da sua dança
corpo com a fertilidade
executa o seu último Voo-Balé consagrado
mundo das suas formas nos significados
símbolos construídos pelo o seu corpo.
cravejada de diamantes, colares
banhadas a ouro e seda de damasco.
o último fôlego do seu espírito.
sensível modela o sistema de troca
da corporeidade da coreografia
serão de perdões.
sua alma vegeta nas dores.
princípios, e no espírito do seu corpo
dançante se fragmentam as suas formas
nos movimentos de eletricidades, e a sua
aparência expressa as imortais suplicas
que se reorganizam pelos os seus lábios.
Inexplicáveis,
perplexos e abaulados músculos se estendem
rijos e brotam suspiros de uma fonte
que chora no balé do seu arrebatamento.
Uma luz na canção dominadora dos
ritmos dos seus pés inquietos sobre a
volúpia das suas asas. Olhares
arrumados de plumas dispensas.
Momento do seu céu nas sensações a
fluir o infinito dos seus sonhos que tocam
o céu da saudade, acaroando os anseios
que se derramam incendiados. Submersa
a febre nos suores que chora a sua pele,
e às pressas, o punhal da sua dor a gotejar
o lírio que entontece a sua prece que brilha,
e do ninho, a voz celeste que tece o bramido
da sua música que embala o soluçar
das suas lágrimas... E,
é um vulcão em delírio! Os atalhos da
sua aurora escutam os seus pensamentos
e regressam ocultos aos seus últimos suspiros,
e mansinho, o instante da clareira do
bosque da sua beleza desponta e
reconhece nos seus voos magistrais o
silêncio do inexorável caminho que
será percorrido nas suas veias, e que ativa
o derradeiro fluir vivo da sua essência.
Partilha com ela a descoberta do puro
diálogo que fala o sol à lua nas suas
confidências de desencontros, e o indizível
transcende e abre a intimidade da
sua alma tão cândida.
recolher a sua flor maior! Olhai como
ele se retorna para dentro de si mesmo
e se fecha para beber o seu último bálsamo!
Suga suas raízes e agarra a terra e faz
desprender no seu solo
as lágrimas de afetos.
será eterno! Porque a ânsia também
dança e começa chegar o sono de pálpebras
cansadas! Clarão melancólico que desvive
o amor e eterniza o seu imenso mundo
habitado agora por sombras. A vertigem
da sua queda aspira ao primordial
das suas asas que largamente se sacodem
como se quisessem ainda respirar!
Os seus gestos não se ocultam, e o hálito
da sua boca quer se proteger do seu último
suspiro. A inocência à liberdade prega
o refugio da separação do seu corpo-alma,
e o útero sagrado chora pela a
reintegração dos seus sopros vivos.
O enamoramento do sol se rasga e para
não chorar aquece as suas lágrimas que
viram vapores e caem sobre as asas
da gaivota como se fosse um refrigero.
Estou me divorciando do meu espírito!
Perfeitas... Corporizadas se escondem
as asas que dançam na metamorfose,
e desdenhadas se entrelaçam a infância e
a inocência que se esconderam do mal.
Oh! Assenta nela o bem do agir imutável
dos seus sentimentos! O inesperado
que não mudou o seu tempo!
Pergunta a gaivota vaidosa.
dá mais espaços para que suas asas
alcem o infinitíssimo? Já que nada
podemos fazer... Pois estranho é o lugar
da minha hesitação e perturbador
agora é a forma do meu respirar que
não compreende o fôlego que se
esvai, e o meu íntimo me inquieta e
causa lágrimas aos meus olhos.
Devo pelo menos arrastar as suas asas,
abri-as para antecipar a sua morte?
Responde a amiga.
Devemos aprender! A revelação que
se arrastam nas imagens dos seus voos
com o fluxo da topologia que desvela
o mundo dos seus sinais com a visão
condutora que somos iguais também
a ela, e que certamente passaremos
pelos os mesmos sintomas... Entretanto
não temos o seu belo bico... Plumas
alvas como a neve e não sabemos
fazer mirabolantes voos.
Os sons íntimos dos seus voos!
acessos das luzes, e o perigo já
procura com violência a abertura do
seu último sopro-vivo. E rodeadas
estão as urgências das orações para
lhe ressuscitar à vida, entretanto a
esperança lhe escapa das asas.
que ela tanto adora?
bico o seu fôlego?
e guarda o grito
que alguém nos ama!
desfigurada começa a se cansar.
Como lhe visita os últimos perfumes!
Posso sentir na minha alma o surgimento do seu
reino e o seu lugar secreto onde
muito lhe ornava as belas plumagens!
O ZÉFIRO DAS SUAS CENAS são
estonteantes, e constantes é a fidelidade
das cenas dos seus voos que não se repetem,
e o espetáculo das confissões das suas
penas são gratulatórios da expulsão
da morte, mas essa se sobrepõe a sua
vida, e o rito da sua vergonha quer
extorquir os receituários de dentro de
uma alma pontualmente domada
pelo o belo, a singeleza das verdades,
os afrescos doces dos sentimentos.
As ações dos exercícios do seu amor?
O manancial dos impulsos da abundância
do seu afeto que agora lhe é negado!
na oficina do seu céu e fundar um altar
em memória dos seus sonhos que se
ponteiam um a um por dentro de mim!
As mentiras tropeçam nas suas verdades
e o pássaro ainda respira elevado
e cheio de purificações! O aparecimento
da sua guarda demora a chegar, e a ave
transita na perseguição de um fôlego
ao seu coração para guardar os
segredos do seu jardim. E como é belo!
A sua voz contínua cercada por uma
leveza e sendo discípula do vale
da sua realidade. Que bela musicalidade
que será desligada, e a inserção aos olhos
dos vivos que ficarão jamais poderão
se abrir e ter o acesso da compreensão
absoluta da coerência do seu fértil belo!
Não posso perder de vista a sua última
partícula a se dilatar no espaço!
Os atos de renúncias do seu fôlego
não sustentam mais as suas asas.
A fenda da entrada da sua luz
de entendimento, e os seus solhares de
integração pelo o sagrado do clímax
das suas emoções! Sentir os seus
sorrisos em cada amanhecer da sua
boca molhada de luzes acolhidas de
movimentos sublimes, e um coração
contínuo de pulsação na interioridade
das suas entranhas.
O seu intimo cheio de incessantes
moverem emotivos que dá ao seu
corpo uma cor reluzente de um anjo.
Eis a visão da música! Detenho-me diante
do ruflar das suas asas que morrem agonizadas.
Elas começam a serem cortadas do seu céu!
E que todos os espaços da minha alma
sejam ocupados apenas por ti, e assim evitando
tristezas e decepções. Ouvindo apenas
a suavidade dos teus enchimentos na
tua voz suave de pai amoroso e justo!
Os sons dos sonhos fugindo das armadilhas
que se enlaçam e criam a temporalidade
na alma. A nascente da figura
transporta a divina seiva do fôlego e
autentica é a criação absoluta de um espírito
que dança na sua última música.
chama não é lucida e escraviza o inebriado
corpo que se consome no imenso que
resplandece, e o seu passageiro já
adormece e se entrega sem forças
a transgressão das suas asas.
fulgor efêmero, e não foi restituída nela
as vozes que dão sopros a vida, e os rumores
de outros olhares cegaram o seu
poema que palpitou, e a multiplicidade
dos seus fluxos eles não quiseram sentir.
A clareira da aurora que sempre despontava
radiante e acolhia os voos vivos da dança?
Inóspita é a violência e o seu aguilhão
prende na sua cadeia o legítimo.
ainda hesita, mas o seu fôlego está inquieto
e a hesitação da sua voz é tocada de alegria.
salvação, e a entrada que era para a
felicidade rumorejam nela agora as dores,
e sangram as feridas.
autêntica e palpitante! Fundindo-se
com a criação do seu mundo ingênuo.
E fala a gaivota vaidosa.
entretanto eu tinha pavor da sua aparência!
seu belo e a vigilância da sua luz
cheia de atrativos, mas as lâminas
dentro dos meus olhos cegaram as
minhas visões! E agora a contestação
do meu coração me julga ignóbil, vazia
e contrário à beleza que agora nela vejo!
Alheio fui à pureza do seu Logos, e com
horror eu me afastei da sua presença!
minha legitimidade e recuo quando denoto
que estava tão perto do Vivo-Belo e não
usufrui dos desejos e das suas volúpias...
Das suas vibrações cheias de malabarismos.
Das explosões fervilhantes e rosadas
dos eclipses dos seus desejos que se
explodem agora em sonhos de flores,
dotados de um ar potente e atmosfera
levíssima de sensações que me faz
flutuar,
embalada por um mágico instigar
aquecido de um leito sem malícia!
no meu egoísmo!
À flecha percorre agora com ponta
de fogo as minhas veias. Mas ela
precisa sair assim como também
preciso de um antidoto para
matar a minha afiada vaidade!
psíquica com o seu cogito me levou ao delírio...
O seu sacrifício me faz chorar e aniquila-me
o sofrimento do abatimento das suas asas.
faz transbordar em suavidade as minhas feridas.
O derradeiro adeus dos entusiasmos de belos
traços íntimos a ela se agarram em uma
tênue esperança de salvação.
comovem a terra que se fecunda, e
faz brotar uma secreta aliança do meu
coração pelo o fluido da bondade.
de fumaças que se dissipam e um coração
cheio de restrições pela a sensibilidade.
O campo das suas leis... O seu olhar de esforço
e a imaginação rica em paisagens.
a revelação divina.
Pelo o vivo da sua alma.
da subjetivação da sua criação.
Não esgotes as suas forças e nem tire a
polaridade sublime dos encantos
ímpares que a ela foram amputados.
Fornece-lhe novos sopros vivos, pois o
seu ser tem parentesco, modelo e
características com tudo aquilo que
elucida o humano. Não lhe roube o
seu apetite pela a vida. Perturbe lhe
outra vez o seu fôlego para que esse
mais uma vez saia das suas narinas, e
que seja suscetível de seduzir outra
vez a sua vida. Não a divida, mas uni-a
sua alma e espírito, e faça das suas fontes
múltiplas e dinâmicas jorrarem
a graciosidade dos seus respiros1
o que deles descem são correntes
que me prendem, e nada posso fazer.
Devo investigar a mim mesmo.
A neurose dos conflitos do meu coração
cheios de distúrbios com a semelhança
dos meus dedos cheios de espinho.
Não devo me arrastar
furioso pela a vaidade.
me embriagar
apaixonado no íntimo terrível e tirânico
que matam os incensos de grandezas,
e escolta o coração para a luxúria e
o vazio de uma loucura que varre
o vinho da renovação da beleza.
as minhas lágrimas floresçam as
riquezas que conduzem o humilhado
a ser exaltado, e nunca procurar o trono
e o cetro do rei. Não prescreva em mim
as repetições dos meus erros e faça
apreensão dos meus despercebidos maus
hálitos, concluindo em mim os discursos
maléficos do meu adversário e
que esse está em mim mesmo.
da vida e causar rivalidade a morte que
espera provocar os seus fatos
desajustados em um
coração ingênuo e tão verdadeiro?
seu coração se lança as práticas de
interações de gozos. Hábeis é a elaboração
da codificação nascida, e que
excita a magia do seu
genial de largas medidas dos seus
sorrisos de olhos tão tristes.
amigo que nunca sondou a sua
pública imagem voluntária cheia
de licores. Pois duradores foram os
favores da sua meiguice e a
sagacidade do gênio da sua
consciência sempre se erguia
vestido de glórias.
fortificações do seu templo desabam!
puramente combinada é a transfiguração
da veiculação do seu espírito de
interior incorruptível. Negligenciava
a sua aparência íntima de
sabedoria. Conservando a sua
índole inocente, e sempre se reduzia
diante dos outros para se tornar
pequeno e sem malícias.
Mas tu és a graça da irradiação
do divino, e soluçante o deslumbramento
do teu encanto é do supremo astral
constelado pelos os beijos molhados
e soluçantes de carícias, onde se
saciam as fomes. Vibrando a sinfonia
de um corpo envolto de ares doces e orando
a exaltarem o seu perfume de
sentimento tão rico em essências.
A exortar a ressurreição do coração
que se rasga para beber
os mares das suas delícias.
e bramir latente pelo o seu adeus e
em gemidos levantar
por ela o meu sinal de luto.
Redimo-me e não mais quero voar
sonâmbulo com a aparência de um anjo.
Misturar nas suas incisões os rituais
da aliança da salvação e fazer a
absorção dos seus espinhos..
meus olhares nestes últimos dias..
Elevar a minha velha partitura e
cantar o meu último cântico nas cordas
do meu violino. Já não mais entrará
em cena a bela gaivota com o
seu corpo e o seu belo rosto recôndito.
das minhas asas e flagrar nelas um olhar.
liberação dos gritos que se estrangulam
e caminham firmes na perecibilidade
de um corpo vivo cheio de seduções, e
provindo de uma voz em construção.
que se guarda do
primeiro amor que se sonha.
paixões é uma blasfêmia aos
sentimentos puros. Eis a substância
divina do amor que ficou atônica
por ser tão mal recebida
pelos os ardores da carne.
olhos já não mais paro no seu ar
porque o tempo me degusta e evapora
as canções expressivas e fragmentadas
que se instalam nas suas memórias
traumáticas que marca a alma.
coração, e me bebe com o teu calor de amor.
Render-me diante da sua
formosura. Assimilar novas percepções
e recriar a participação do teu corpo
dançante. Acedendo todos
os estágios dos teus sentidos.
da vida do qual com ele se nasce.
a morte eu nasci para a vida!
Fala a gaivota vaidosa:
- Pena que ela não aproveitou a riqueza do
seu campo e não levou para o seu leite o
ardor das luxúrias que contém no amor.
harmonia não é cega e a tua boca só fala
em gozar a música da tua mocidade.
O manejo pleno da consciência em
um campo de domínio é o vocabulário
que atrai a atenção dos sentimentos.
na admiração requintada de um ponto
capaz de me elucidar e fazer nascer
à sensibilidade, e dos seus estímulos colher
os ornamentos vivazes de simplicidades.
Que belo crepúsculo cambiante
em cada pulsar das pálpebras!
seus lábios é um fulgor do dulçor
de licores rendido ao jardim
onde me deito e sugo o seu respirar, e
no fluir instigante do seu corpo onde
moram em mim os braços que comovem
o atrevimento das asas que voam.
Primeira expectativa que deste ao
meu rosto. Amar-te por inteiro.
os teus gestos e deixar os meus
sentimentos descobertos
consagrado é a alusão do orador com
o óbvio da sua felicidade e no encalço
de um olhar arrebatador procuro.
com um herético eco que abafa a
sua voz, pois as angústias conhecem
e focalizam as aparências de um
rosto transfigurado e se instalam
nos seus reflexos de desesperos.
e nela coloquei o meu corpo bem
vestido e com um espírito sem dupla
personalidade, e encenei as suas
ações benevolentes em gama de
explosões estonteantes de riqueza
íntima e contínuas, mas as artimanhas
cheias de desenlaces foram frutos
de uma soberba morte no atemporal
do ser e os diálogos das tragédias
sondaram o órfão sem auxilio dos
milhões de corações que por ele passaram.
uma dança e neste espaço acompanhar
os últimos momentos de um fôlego
incitando o sonhador na mescla
das suas sensibilidades.
o seu filamento?
sensível e a temperatura do meu
exterior cai a um resfriamento.
correr e me instalar na manjedoura.
E nelas eu vejo o mundo e
um mundo não vejo nelas.
e não acorda a sede do espírito.
ventos da eternidade me chamar!
véu da aventura, embebecido, e também indefeso
e dominado pelo o parto do impulso que
não contesta se o que o amor faz é
sensato e belo, e em cada instinto do
seu deslocamento apenas sorri
observando os lugares que outra vez o
corpo coabitará com a imaginação curiosa.
de olhos tão tristes, e o frio nos jardins
das músicas de risos e mugidos de
vitórias... Um clamor maior do que os
CALAFRIOS galopa agora nas sombras... E
montado na brisa do sangue retido, e ainda
nas suas pálpebras vermelhas de rosas,
vasquejando na luz de uma lâmpada
que esmaia a sua alma...Lábios de
matilhas ferozes que dormem,
e abarrotando DE MEL o zéfiro BEIJA o seu cheiro que
transborda e desemboca naquele que
não mais se achará entre nós. A lamentar o cansaço
da sua gaivota. E os beijos cirandam e
se acham e choram pela a aurora do
seu hálito que se foi e não volta.
Esmaece-se... Consome-se o
aroma que se enrosca.
do seu fôlego que se recolhem...
mas não consigo esconder o seu entardecer
no coração QUE goteja a
grande vontade de viver.
Deixando uma cicatriz profunda na sua na pele?
aliás essa voz é perturbadora... Mas vamos voar!
A propósito gostou do meu novo batom?
SER RISCADO com traços tortos.
e sem rimas vejo a riqueza do seu silêncio.
- Vaidosa! Sussurro.
entretanto, OLHO-ME E SINTO QUE AINDA VIVO PORQUE VOA UMA GAIVOTA INGÊNUA
E APAIXONADA.
Ficarei aqui aprendendo os passos do último voo de uma gaivota ENAMORADA.
PORQUE EU NÃO VOLTEI E SIM.
"ESTOU AINDO INDO..."
Brasília, 12 de Dezembro de 2013
Aqui são vinte e uma horas e cinquenta e seis minutos, e amanhã precisarei ir... Simplesmente ir e não mais voltar.